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Harry Potter e A Pedra Filosofal

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Harry Potter e A Pedra Filosofal

Livro Ótimo - 10 opiniões

  • Leram
    136
  • Vão ler
    49
  • Abandonaram
    0
  • Recomendam
    72

Autor: J K Rowling

Editora: Rocco

Assunto: Romance

Traduzido por: Lia Wyler

Páginas: 263

Ano de edição: 2000

Peso: 320 g

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Excelente
Rafael Gomes
18/06/2018 às 00:31
São Paulo - SP
Uma ótima história! Faz o leitor refletir quanto as pessoas são terríveis e cruéis! Ensina que na vida devemos adquirir coragem, inteligência e paciência!


Excelente
Raianne Vieira
19/03/2018 às 17:13
Itabira - MG
Amo. Esse livro, como todos os outros da saga, são, maravilhosos


Bom
Grazielle Samara Pereira
15/01/2018 às 13:09
Vespasiano - MG
Boa introdução ao mundo de Harry Potter.Gostei muito do livro.
Só acho que a JK faz piadas um pouco ruins em relação a pessoas gordas,nesse livro.Ela definitivamente conhecia o termo bullying na época.


Excelente
Presley Ribeiro Braga
27/08/2017 às 19:05
Sete Lagoas - MG
O que dizer da leitura de Harry Potter a A Pedra Fundamental
Ja li inúmeras vezes, é uma boa leitura. Excelente.


Excelente
LYDIA NAYARA LIMA DA SILVA
25/06/2017 às 13:58
Alhandra - PB
ESSE LIVRO E MUITO LEGAL RECOMENDO PARA TODOS


Ótimo
NARA MAELY FERREIRA OLIVEIRA
03/06/2016 às 21:57
Belém - PA
O livro é muito bom, li e gostei da forma como a autora escreve, ela é detalhista e muito inteligente, amei esse livro!


Excelente
ANA PATRICIA PAIVA DE NEGREIROS
06/10/2015 às 11:00
Manaus - AM
Olá quem tiver "Harry Potter e a Pedra Filosofal" em disponibilidade, eu aceito doação.

desde de já agradeço.



Excelente
Guilherme Mantoanelli
04/10/2015 às 17:26
Cajamar - SP
Quero muito ter este livro. Quem tiver "Harry Potter e a Pedra Filosofal" em disponibilidade, eu aceito doação!
Caso positivo favor entrar em contato através do atendimento@livronautas.com.br



Excelente
Mariana
22/02/2014 às 22:13
Timon - MA
Vi todos os meus amigos fãs de leitura a meu redor lerem e comentar a saga de Harry Potter sem parar. Eu era a única que não havia lido, diziam que não gostava da história sem antes provar. Isso até eu pegar o primeiro livro e me apaixonar :)

Excelente
Marcio Mafra
27/11/2005 às 11:42
Brasília - DF


Harry Potter é o maior best-seller, jamais visto em todos os tempos. É a maior impressão de exemplares de um mesmo autor, superado apenas pelo Alcorão, a Bíblia e o Livro Vermelho. Estes, porém, não podem ser classificado como "best-seller" pois são livros "impostos". Os seguidores das duas maiores religiões do mundo, a cristã e a mulçumana são induzidos à leitura dos livros "escritos" ou "sobre" Jesus e Maomé. Estima-se que existam 1 bilhão e 100 milhões de muçulmanos, além de 1 bilhão de cristãos. Portanto as constantes e intermináveis edições da Bíblia ou do Alcorão podem ser consideradas... covardia livresca.



Covardia livresca é o ato que se opõe a livre e espontânea aquisição de livros. Os dois livros foram e são impostos pelo medo, pelo desconhecido, por ameaças de castigos e outras maldições, pela promessa de alcançar a felicidade depois da morte, pelo falso moralismo e outros interesses, nem sempre claros ou explícitos.



Já o livro da revolução cultural chinesa, o conhecido "Livro Vermelho" de Mao Tsé-tung é outra "covardia livresca", até mais ampliada que a Bíblia e o Alcorão juntos, pois a revolução chinesa obrigou cada um dos chineses a ler e possuir o livro de seu líder. Na China a lei era simples: possuir o livro vermelho, ou... morrer. Lá a população é superior a um bilhão e quatrocentos milhões de pessoas.



Mao Tsé-tung, ou Mao Zedong, nasceu em 1893, era filho de camponeses, freqüentou a escola somente até os 13 anos de idade. Aos 40 anos, por volta de 1934, formou um exército revolucionário e atravessou o país, pregando o comunismo, acabando por transformar-se num poderoso e sanguinário líder político. Mais tarde foi proclamado presidente da República Popular da China. Durante o seu governo, onde imperou a tirania, estima-se que tenham sido mortos, com crueldade, nada menos que 7 milhões de chineses. Os "guardas vermelhos" matavam a torto e a direito, legitimados pelo livro de Mao Tsé-tung, que continha as suas citações.



Embora os editores invistam entre 30 e 40 milhões de dólares para divulgar lançamentos da marca Harry Potter, Joanne Kathleen Rowling e seu personagem central é mais conhecida, mais aceita, mais citada, mais discutida, mais lida, mais falada, mais espontaneamente querida e admirada, que os presumíveis autores ou inspiradores da Bíblia, do Alcorão e do Livro Vermelho.



Isso sem contar que não existe a menor evidência que Jesus Cristo ou o Profeta Maomé tenham escrito uma só palavra, uma só frase, uma só linha do que consta em seus livros.



Mao Tse Tung, por sua vez, é tido como "autor" das citações constantes do Livro Vermelho e não como alguém que as tenha escrito. Portanto, é verdadeiro afirmar, que Harry Potter é o maior best-seller, jamais visto em todos os tempos, na história da humanidade.



Embora tal afirmação possa parecer um presunçoso sacrilégio, é um fato inaudito, que mais de 800 milhões de pessoas ( 400 milhões de livros editados até outubro de 2008, considerando-se que um livro é lido, pelo menos por duas pessoas) tenham lido um autor, publicado em 67 idiomas diferentes.



Desses 800 milhões de leitores (ou os 400 milhões de compradores do livro), nenhum deles fez a compra ou a leitura dos livros Harry Potter, por ter sido obrigado a isso ou constrangido de alguma forma moral ou material. Ao contrário. existem muitos milhares de pessoas que "não li e não gostei" do Harry Potter.



Importa muito é que a leitura dos livros da genial Senhora Rolling são feitas através da livre manifestação e desejo dos leitores, sem nenhuma premeditação, desvio de caráter, influência, medo ou imposição. Ao contrário da leitura da Biblia, do Alcorão ou do Livro Vermelho do Mao Tse Sung. 



“Harry Potter e a Pedra Filosofal” é um livro de fantasia, suspense, magia e aventura. A sacação e a genialidade, usada por Joanne Kathleen  Rolling - de certa forma - foi utilizada por Azimov, Paulo Coelho, Henry Drummond, Garcia Márquez. Essa genialidade acontece porque o escritor narra a história, tece e arquiteta a fantasia, como se fosse um acontecimento absolutamente natural e vivido no tempo de hoje e no nosso próprio universo.



Os personagens têm postura de vida e ações muito semelhante aos humanos: emoção, vaidade, tristeza, inteligência, desejo, ética, honra, fidelidade, alegria, traição, mesquinharia, nobreza. O dragão se chama Norberto, o quadribol é uma adaptação do basquete e do futebol, que se joga montado em vassoura. Bruxos estudam num colégio interno, semelhante à centenas desses, existentes em qualquer cidade do mundo. Os alunos bruxos se matriculam à cada "ano letivo" da mesma forma e maneira como se matriculam os milhares de alunos em qualquer cidade ou lugarejo do mundo. Aos alunos "bruxos" também são atribuídas "notas e menções". Eles têm aulas teóricas e laboratoriais, são castigados quando erram e seus acertos ganham prêmios, pontos e honras. Na narrativa do Harry Potter alunos e alunas são classificados segundo seus conhecimentos, formação e aprendizagem. Cantam, amam e choram. Quase todos os fatos se assemelham ao nosso mundo e a nossa vida política, familiar, social, econômica, esportiva, educacional e cultural. Os personagens apenas vivem num mundo mágico. No desenrolar da narração, os "não bruxos" são chamados de trouxas.



Mas, tudo segue do jeito clássico das boas histórias da humanidade: ascensão e queda na realização pessoal, vitória ou derrota nos esportes, progressão e regressão na escola, prêmios e castigos segundo critérios de mérito, aventuras e devaneios de jovens estudantes, heróis e vilões que "vivem" como se não fossem magos.



A atuação de Harry Potter, líder, simpático, herói, bruxo e famoso é mais que brilhante. É humana. O livro vale a fama, as grandiosas e sucessivas tiragens, em qualquer idioma. É um livro excelente mais de quatrocentos milhões de vezes.



Estatísticas indicam que cada livro é objeto de leitura, no mínimo, por quatro pessoas. Isso torna verdadeiro supor que 1 bilhão e seiscentos milhões de pessoas leram Harry Potter, sem medo, sem serem ameaçadas, amaldiçoadas, castigadas ou premiadas. Também ninguém disse a este mundão de leitores que eles seriam felizes e teriam a vida eterna, ou quaisquer outras recompensas, se lessem Harry Potter.



 



Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história de Harry Potter, um simpático garoto inglês, órfão e filho de famosos bruxos, que vive num armário debaixo da escadaria da casa de seus tios.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Dumbledore convencera Harry a não tomar a procurar o Espelho de Ojesed, e durante o resto das férias de Natal a capa da invisibilidade permaneceu guardada no fundo do baú. Harry gostaria de poder esquecer o que vira no espelho com a mesma facilidade, mas não conseguiu. Começou a ter pesadelos. Sonhava repetidamente com os pais desaparecendo em um relâmpago de luz verde enquanto uma voz esganiçada gargalhava. - Está vendo? Dumbledore tinha razão, aquele espelho podia deixar você maluco - disse Rony, quando Harry lhe contou os sonhos. Hermione, que voltou um dia antes do período letivo começar, viu as coisas de outro modo. Estava dilacerada entre o horror de pensar em Harry fora da cama, perambulando pela escola três noites seguidas ("E se Filch tivesse te apanhado!") e o desapontamento que ele não tivesse ao menos descoberto quem era Nicolau Flamel. Quase perdera as esperanças de encontrar Flamel em um livro da biblioteca, embora Harry tivesse certeza de que lera o nome em algum lugar. Quando o novo período letivo começou, eles voltaram a folhear os livros durante os dez minutos de intervalo entre as aulas. Harry tinha ainda menos tempo do que os outros dois, porque o treino de quadribol recomeçara. Olívio estava puxando pelo time como nunca fizera antes. Até mesmo as chuvas intermináveis que substituíram as nevadas não conseguiam esmorecer a sua animação. Os Weasley reclamavam que Olívio estava se tornando fanático, mas Harry o apoiava. - Se ganhassem a próxima partida, contra Lufa-lufa, passariam à frente da Sonserina no campeonato das casas pela primeira vez em sete anos. Além do desejo de ganhar, Harry descobriu que tinha menos pesadelos quando voltava exausto dos treinos. Então, durante um treino particularmente chuvoso e enlameado, Olívio deu uma notícia ruim ao time. Acabara de se enfurecer com os Weasley, que davam mergulhos violentos um sobre o outro e fingiam cair das vassouras. - Vocês querem parar de se comportar feito bobos! - berrou. - Isso é o tipo de atitude que vai fazer a gente perder o jogo! Snape vai apitar dessa vez e vai procurar qualquer desculpa para tirar pontos da Grifinórial Jorge Weasley realmente caiu da vassoura ao ouvir isso. - Snape vai apitar o jogo? - perguntou embolando as palavras com a boca cheia de lama. - Quando foi na vida que ele apitou um jogo de quadribol? Ele não vai ser imparcial se tivermos chance de passar à frente de Sonserina. O resto do time pousou ao lado de Jorge para reclamar também. - A culpa não é minha - disse Olívio. - Nós é que vamos ter de nos cuidar e jogar uma partida limpa, para não dar a Snape desculpa para implicar conosco. Estava tudo muito bem, pensou Harry, mas ele tinha outra razão para não querer Snape por perto quando estivesse jogando quadribol... Os outros jogadores se demoraram conversando no final do treino como sempre faziam, mas Harry rumou direto para a sala comunal de Grifinória, onde encontrou Rony e Hermione jogando xadrez. Xadrez era a única coisa em que Hermione perdia, uma experiência que Rony e Harry achavam que lhe fazia muito bem. - Não fale comigo agora - pediu Rony quando Harry se sentou ao seu lado. - Preciso me concentrar. - Aí viu a cara de Harry. - Que aconteceu com você? Está com uma cara horrível. Falando baixinho para ninguém mais ouvir, Harry contou aos dois o desejo sinistro e súbito de Snape de ser juiz de quadribol. - Não jogue - disse Hermione na mesma hora. - Diga que está doente - aconselhou Rony. - Finja que quebrou a perna - sugeriu Hermione. - Quebre a perna de verdade - insistiu Rony. - Não posso - respondeu Harry. - Não temos apanhador de reserva. Se eu fujo, Grifinória não vai poder jogar. Naquele momento, Neville entrou aos tombos na sala comunal. Como conseguira passar pelo buraco do retrato ninguém sabia, porque tinha as pernas grudadas pelo que eles imediatamente reconheceram ser o Feitiço da Perna Presa. Devia ter precisado andar aos pulos como um coelho até a torre de Grifinória. Todo o mundo caiu na gargalhada menos Hermione, que ficou em pé de um salto e fez o contra feitiço. As pernas de Neville se separaram e ele se endireitou, tremendo. - Que aconteceu? - perguntou Hermione, levando-o para se sentar com Harry e Rony. - Malfoy - disse Neville com a voz trêmula. - Encontrei-o na saída da biblioteca. Ele disse que estava procurando alguém em quem praticar o feitiço. - Vá procurar a Profa. Minerva! - insistiu Hermione. - Dê parte dele! Neville sacudiu a cabeça. - Não quero mais confusão - murmurou. - Você tem de enfrentá-lo, Neville! - disse Rony. - Ele está acostumado a pisar nas pessoas, mas não há razão para você se deitar aos pés dele para facilitar. - Não precisa me dizer que não sou bastante corajoso para pertencer à Grifinória. Draco já fez isso - disse Neville engasgado. Harry apalpou o bolso de suas vestes e tirou um sapo de chocolate, o último da caixa que Hermione lhe dera no Natal Deu-o a Neville, que estava com cara de quem ia chorar. - Você vale doze Dracos - disse Harry. - O Chapéu da Seleção escolheu você para Grifinória, não foi? E onde está Draco? Naquela Sonserina nojenta. A boca de Neville se contraiu num sorrisinho enquanto desembrulhava o sapo. - Obrigado, Harry... Acho que vou para a cama... Você quer o cartão, você coleciona, não é? Quando Neville se afastou, Harry olhou para o cartão de Bruxo Famoso. - Dumbledore outra vez. Ele foi o primeiro que... E soltou uma exclamação. Olhou para o verso do cartão. Em seguida olhou para Rony e Hermione. - Encontrei! - murmurou. - Encontrei Flamel! Eu disse a vocês que tinha lido o nome dele em algum lugar. Li-o no trem a caminho daqui. Escutem só isso: O Prof. Dumbledore é particularmente famoso por ter derrotado Grindelwald/d, o bruxo das Trevas, em 1945, e ter descoberto os doze usos do sangue de dragão, e por desenvolver um trabalho de alquimia em parceria com Nicolau Flamel. Hermione ficou em pé de um salto. Não parecia tão animada desde que eles tinham recebido as notas do primeiro dever de casa. - Não saiam daqui! - disse e saiu escada acima em direção aos dormitórios das meninas. Harry e Rony mal tiveram tempo de trocar um olhar intrigado e ela já estava correndo de volta, com um enorme livro velho nos braços. - Nunca pensei em olhar aqui - falou excitada. - Tirei-o da biblioteca há semanas para me distrair um pouco. - Distrair? - admirou-se Rony, mas Hermione mandou-o ficar quieto, enquanto procurava alguma coisa e começou a folhear as páginas do livro, ansiosa, resmungando para si mesma. Finalmente encontrou o que procurava. - Eu sabia! Eu sabia! - Já podemos falar? - perguntou Rony de mau humor. Hermione não lhe deu resposta. - Nicolau Flamel- sussurrou ela teatralmente - é, ao que se sabe, a única pessoa que produziu a Pedra Filosofal. A frase não teve bem o efeito que ela esperava. - A o quê? - exclamaram Ha.rry e Rony. - Ah, francamente, vocês dois não lêem? Olhem, leiam isso aqui. Ela empurrou o livro para os dois, que leram: O antigo estudo da alquimia preocupava-se com a produção da Pedra Filosofal, uma substância lendária com poderes fantásticos. A pedra pode transformar qualquer metal em ouro puro. Produz também o Elixir da Vida, que torna quem o bebe imortal. Falou-se muito da Pedra Filosofal durante séculos, mas a única Pedra que existe presentemente pertence ao Sr. Nicolau Flamel, o famoso alquimista e amante da ópera. O Sr. Flamel, que comemorou o seu sexcentésimo sexagésimo quinto aniversário no ano passado, leva uma vida tranqüila em Devon, com sua mulher, Perenelle (seiscentos e cinqüenta e oito anos). - Viram? - disse Hermione, quando Harry e Rony terminaram. - O cachorro deve estar guardando a Pedra Filosofal de Flamel! Aposto que ele pediu a Dumbledore que a guardasse em segurança, porque são amigos e ele sabia que alguém andava atrás dela, esse é o motivo por que Dumbledore quis transferir a pedra de Gringotes. - Uma pedra que produz ouro e não deixa a gente morrer! exclamou Harry. - Não admira que Snape ande atrás dela! Qualquer um andaria. - E não admira que não conseguíssemos encontrar Flamel em Estudos dos avanços recentes em magia - disse Rony. - Ele não é bem recente, se já fez seiscentos e sessenta e cinco anos, não é mesmo? Na manhã seguinte, na sala de Defesa Contra a Magia Negra, enquanto copiavam as diferentes maneiras de tratar mordidas de lobisomem, Harry e Rony continuavam a discutir o que fariam com uma Pedra Filosofa! se tivessem uma. Somente quando Rony disse que compraria o próprio time de quadribol foi que Harry se lembrou de Snape e da partida que se aproximava. - Eu vou jogar - disse a Rony e Hermione. - Se não fizer isso, o pessoal de Sonserina vai pensar que tenho medo de encarar Snape. Vou mostrar a eles... vamos tirar aquele sorriso da cara deles se vencermos. - Desde que a gente não acabe tirando você da quadra - disse Hermione. À medida que a partida se aproximava, porém, Harry foi ficando cada vez mais nervoso, mesmo que negasse isso para Rony e Hermione. O resto do time também não estava tão calmo assim. A idéia de passar à frente de Sonserina no campeonato das casas era maravilhosa, ninguém fazia isso havia quase sete anos, mas será que conseguiriam, com um juiz tão parcial? Harry não sabia se estava ou não imaginando, mas parecia estar sempre encontrando Snape por todo lugar em que ia. Às vezes, ele até se perguntava se Snape não o estaria seguindo, tentando apanhá-lo sozinho. As aulas de Poções estavam se transformando numa espécie de tortura semanal. De tão ruim que Snape era com Harry! Seria possível que Snape tivesse descoberto que os meninos haviam lido sobre a Pedra Filosofa!? Harry não imaginava como; no entanto, por vezes tinha a horrível sensação de que Snape podia ler pensamentos


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