carregando

Aguarde por gentileza.
Isso pode levar alguns segundos...

 

Você está aqui Principal / Livros / O Caçador de Pipas

O Caçador de Pipas

Para usar as funcionalidades você precisa estar logado(a). Clique aqui para logar
Erro ao processar sua requisição, tente novamente em alguns minutos.
O Caçador de Pipas

Livro Ótimo - 7 opiniões

  • Leram
    53
  • Lendo
    2
  • Vão ler
    36
  • Relendo
    1
  • Recomendam
    19

Autor: Khaled Hosseini

Editora: Nova Fronteira

Assunto: Romance

Traduzido por: The Kite Runner

Páginas: 365

Ano de edição: 2005

Peso: 510 g

comentar
  • lido
  • lendo
  • vou-ler
  • re-lendo
  • recomendar
tenho
trocar
empresto
doar
aceito-doação
favorido
comprar
quero-ganhar

 


Excelente
juliana
05/05/2015 às 14:49
Manaus - AM
Khaled Housseini foi muito bem sucedido, este livro é muito bem estruturado!

Bom
Marcio Mafra
17/10/2013 às 15:42
Brasília - DF
Ainda não o li mas, me interessei desde que vi o filme, sabendo que sempre, os livros são muito mais ricos em detalhes!

Excelente
Rafael Curcino de Souza Pinheiro
18/03/2013 às 21:08
Rio de Janeiro - RJ
Um livro fora de série, envolvente e extraordinário. A emoção despertada pelo livro é tamanha que em algumas situações tive que fechar o livro e respirar fundo para não chorar em público.
Amei!

Excelente
Cris Felizardo
04/07/2011 às 11:32
Brasília - DF

Meninos correndo atrás de pipas coloridas. É através de cenas como essa que Khaled Hosseini nos mostra em seu livro de estréia, O caçador de pipas, que crianças serão sempre crianças em qualquer parte do mundo. Apesar da narrativa ter como pano de fundo a invasão do Afeganistão pelos russos e seu posterior domínio pelo Talibã , o que nos dá a impressão de que a realidade vivida pelas personagens em Cabul é muito distante da nossa realidade, Hosseini consegue passar aos seus leitores a sensação de que os fatos ocorridos durante a infância de Amir e Hassan poderiam acontecer a qualquer tempo e com qualquer pessoa. Mas não é só da amizade entre dois meninos que o livro trata. O tempo todo a história nos põe em contato com valores e sentimentos diversos : lealdade, confiança, coragem, poder, covardia, egoísmo. Frase do livro que não consigo esquecer ""Por você, faria isso mil vezes"


Excelente
Everson Costa
30/06/2011 às 18:16
Gama - DF

Fantástico. Mais do que um livro, "O Caçador de Pipas" é uma lição, uma história marcante, contagiante e envolvente, com uma grande riqueza de detalhes, que transporta o leitor não só ao Afeganistão, como a uma profunda reflexão sobre sua própria vida. É um livro de fácil leitura e com uma sensibilidade incrível. Retrata uma realidade pouco conhecida sobre a cultura muçulmana de uma maneira simples, mostrando momentos bons como a infância e duros como a guerra. É uma daquelas obras que é difícil falar sobre, sem estragar o prazer do eventual leitor, já que a história é cheia de surpresas, que nos prende do início ao fim. Sem sombra de dúvidas o melhor que já li. Indescritível!


Excelente
Elias Marinho
03/05/2011 às 19:53
Santa Maria - DF

O Caçador de Pipas é um best-seller não é à toa, pois o livro é belissímo, uma maravilhosa estória de amizade e lealdade, daquelas que te emociona do inicio ao fim, prende você à leitura. Ambientado em um Afeganistão que no inicio era extremamente acolhedor e agradável ao seu povo e posteriormente destruído pelo regime Talibã. Este livro assim como a Cidade do Sol é um manifesto do autor ao mundo com o objetivo de mostrar ao mundo as belezas do Afeganistão, com um povo apaixonado por sua pátria, e no momento seguinte este mesmo povo sendo obrigado a fugir do país que tanto amam por conta de uma corja de bandidos mascarados de religiosos. Este livro é indicado a todos os tipos de leitores, que certamente se emocionarão e passarão a ter uma visão diferente do povo afegão, não somente aquela de terroristas homicidas que o EUA gostam de mostrar.


Excelente
Marcio Mafra
26/10/2005 às 19:56
Brasília - DF


A história do Caçador de Pipas se passa num Afaganistão oprimido e destruído pelo regime Talibã. É comovente, marcante, gostoso e facil de ler. Vale muito mais que uma pipa dançando no vento. O Khaled é um escritor leve e elegante como a rabiada da pipa. A tradução é coisa de profissional, que merece ser apreciada. Não dá para comentar cada parte do livro, sob pena de reescrevê-lo. Cada parte da história tem uma cena espetacular, inclusive, o final. Logo no começo: "...Um dia, no verão passado, meu amigo Rahim Khan me ligou do Paquistão. Pediu que eu fosse vê-lo. Parado ali na cozinha, com o fone no ouvido, sabia muito bem que não era só Rahim Khan que estava do outro lado daquela linha. Era o meu passado de pecados não expiados. Depois que desliguei, fui passear pelo lago Spreckels, na orla norte do parque da Golden Gate. O sol do início da tarde intilava na água onde navegavam dezenas de barquinhos em miniatura, impulsionados por um ventinho ligeiro. Olhei então para cima e vi um par de pipas vermelhas planando no ar, com rabiolas compridas e azuis. Dançavam lá no alto, bem acima das árvores da ponta oeste do parque, por sobre os moinhos, voando lado a lado como um par de olhos fitando San Francisco, a cidade que eu agora chamava de lar. E, de repente, a voz de Hassan sussurrou nos meus ouvidos: "Hassan, o menino de lábio leporino que corria atrás das pipas como ninguém....."



Na sequência do romance a expressão "Por você, faria isso mil vezes!" é citada diversas vezes ao longo da história. Reflete a paixão, o amor, a fidelidade e principalmente a lealdade. Caçador de Pipas é um livro extraordinário.



Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história da Pipa Azul que mudou a vida de Amir - muitas vezes covarde e sórdido - e de seu amigo Hassan, sábio, modesto, fiel e destemido.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Junho de 2001. Pus o fone no gancho e fiquei olhando para o aparelho durante um bom tempo. Foi só depois que o Aflatoon latiu, me dando um susto, que percebi como a sala estava silenciosa. Soraya tinha tirado o som da televisão. - Você ficou pálido, Amir - disse ela, lá do sofá, aquele mesmo que os seus pais tinham nos dado de presente para inaugurar o nosso primeiro apartamento. Estava deitada ali, com a cabeça do Aflatoon aninhada no peito e as pernas enfiadas debaixo das almofadas velhas. Estava vendo um especial do canal PBS sobre as dificuldades dos lobos em Minnesota enquanto corrigia uns trabalhos de sua turma dos cursos de verão - já fazia seis anos que ela estava dando aulas na mesma escola. Sentou-se e Aflatoon pulou do sofá. Foi o general quem batizou o nosso cocker spaniel, dando-lhe o nome de "Platão" em farsi, porque, segundo dizia, se a gente passasse algum tempo olhando bem para os olhos negros e translúcidos daquele cachorro, poderia jurar que ele estava pensando coisas da maior sabedoria. Hoje em dia, há uma camada de gordura, uma coisinha de nada, sob o queixo de Soraya. Os últimos dez anos acrescentaram algum volume às curvas dos seus quadris e introduziram uns poucos veios de cinza no seu cabelo negro como carvão. Mas ela ainda tinha aquele rosto de uma princesa em noite de gala, com as sobrancelhas como asas de pássaros em pleno vôo e o nariz elegantemente recurvado, como uma letra da antiga escrita árabe. - Você ficou pálido - repetiu Soraya, pondo a pilha de trabalhos sobre a mesa. - Tenho que ir para o Paquistão. - Paquistão? - perguntou ela se pondo de pé. - Rahim Khan está muito doente. Senti um aperto por dentro ao dizer essas palavras. - O antigo sócio de kaka? Ela não conhecia Rahim Khan, mas eu tinha lhe falado muito sobre ele. Fiz que sim com a cabeça. - Ah! - exclamou ela. - Sinto muitíssimo, Amir. - Nós éramos muito ligados um ao outro - disse eu. - Quando eu era criança, ele era o único adulto que considerava meu amigo. Falei dele tomando chá com baba no escritório, e, depois, fumando perto da janela, com um cheirinho de rosas vindo lá do jardim e fazendo as colunas gêmeas de fumaça ondularem. - Lembro de você me contando isso - disse Soraya. Calou-se por um instante. - E quanto tempo vai ficar fora? - Não sei. Ele quer me ver. - É...? - É seguro, sim. Não vou ter problema algum, Soraya. - Sabia que era isso que ela estava querendo perguntar. Os quinze anos de casados tinham nos tornado capazes de ler os pensamentos um do outro. - Vou dar uma volta. - Quer que eu vá com você? - Não. Prefiro ficar sozinho. Fui de carro até o parque da Golden Gate e fiquei passeando perto do lago Spreckels, na orla norte do parque. Era uma linda tarde de domingo; o sol cintilava na água onde navegavam dezenas de barcos em miniatura, impulsionados pela brisa forte de San Francisco. Sentei em um banco do parque, vi uma mãe jogar uma bola de futebol para o filho, dizendo-lhe que não abrisse tanto o braço para atirá-la, que tentasse arremessá-la por cima do ombro. Ergui os olhos e vi um par de pipas vermelhas, com rabiolas azuis bem compridas. Estavam voando lá no alto, acima das árvores que ficam mais a oeste, por sobre os moinhos de vento. Lembrei de um comentário que Rahim Khan fez logo antes de desligarmos. Disse aquilo como quem não quer nada, quase como se falasse consigo mesmo. Fechei os olhos e o vi do outro lado daquele telefonema internacional cheio de ruídos; pude vê-la com os lábios entreabertos, a cabeça ligeiramente inclinada para o lado. E mais uma vez, nos seus olhos negros profundos, havia algo que sugeria a existência, entre nós de um segredo que tinha sido calado. Só que agora eu sabia que ele sabia. A suspeita que tive durante todos esses anos se confirmou. Ele sabia sobre Assef, sobre a pipa, o dinheiro, o relógio com os ponteiros que pareciam relâmpagos. Sempre soube. "Venha até aqui. Há um jeito de ser bom de novo" foi o que me disse Rahim Khan pouco anres de desligar o telefone. Disse isso como quem não quer nada, quase como se falasse consigo mesmo. Um jeito de ser bom de novo.


  • Comentário de Isabel Allende

    Autor: Isabel Allende

    Veículo:

    Fonte:

     Qualquer leitor, mesmo aquele entra na livraria com olhar de paisagem, sabe que comentários assinados por personalidades e transcritos em capas de livros, são promoções que objetivam  contribuir para a vendagem. 

    Mesmo assim o comentário da Isabel Allende impressiona:
    "Esta é uma daquelas histórias inesquecíveis, que permanecem na nossa memória por anos a fio. Todos os grandes temas da literatura e da vida são material com que é tecido este romance extraordinário: amor, honra, culpa, medo, redenção."     
Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Maio de 2005, eu, Rafael e Gustavo fomos a bienal do livro no Rio. Este foi um dos títulos que trouxe comigo. Ficou empilhado, aguardando tempo para leitura, assim como todos os demais trazidos da mesma viagem. Em setembro, Adriano me presenteou o mesmo livro, dizendo que "todo" aluno da UNB andava com um "caçador de pipas" embaixo do braço. Era o livro que, na UNB, substituía a febre do "O Código Da Vinci". Anotou na pagina de rosto: "Grande Márcio, igualmente bom amigo e cozinheiro, abraços, Adriano, 26/9/05."


 

Para baixar ou visualizar o E-BOOK é necessário logar no site.
Clique aqui! para efetutar seu login.

 

Não tem uma conta?
Clique aqui e crie a sua agora!