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Memória de Minhas Putas Tristes

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Memória de Minhas Putas Tristes

Livro Ótimo - 4 opiniões

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Autor: Gabriel García Marquez

Editora: Record

Assunto: Erotismo

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 127

Ano de edição: 2005

Peso: 205 g

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Bom
Sarah de Almeida Medeiros
21/05/2016 às 21:40
Garanhuns - PE
Livro com escrita boa e rápida de ler, a história é envolvente mas o final não é algo surpreendente.

Excelente
José Claudio
05/09/2012 às 17:45
Rio de Janeiro - RJ


Já conhecia Garcia Marquez de "A Incrível e Triste História de Cândida Erêndira e Sua Avó Desalmada" e "O Amor nos Tempos do Cólera", mas "...Minhas Putas Tristes" me surpreendeu. Um dos livros mais românticos e poéticos que já li. Não percam!




Ótimo
Rafael Mafra
20/11/2005 às 21:08
Brasília - DF

Nunca tinha lido Garcia Márquez e esse livro é o começo do arrependimento. A historieta, um ano de vida de um sujeito frustrado, é profundamente reflexiva e se concentra nos pensamentos do protagonista. A história é bonita, sem ser brega, fala de amor sem ser babaca, e da vida, sem cagar regras. A idéia genial de um sujeito cuja vida é pontuada pelo "casamento" com as putas é original e divertida. O clima de cidadezinha contribui para o divertimento. A defeito único do livro é ser tão pequeno e passar tão rápido, quase um conto.


Excelente
Marcio Mafra
15/08/2005 às 21:05
Brasília - DF


O colombiano Garcia Marquez, prêmio Nobel da literatura em 82, de forma espetacular, põe fim a um jejum, de dez ou doze anos e constrói um romance magistral, que diz muito do macho - velho e carcomido - de qualquer pais sul americano. "Memória de Minhas Putas Tristes" é uma mostra do amor maduro do próprio autor, que já passou dos 77 anos de idade. Embora Memória de Minhas Putas Tristes, não alcance o realismo fantástico de Cem Anos de Solidão, guarda a mesma dimensão poética, quando o mestre mergulha de cabeça na paixão de velho, para narrar - com inigualável genialidade - o encontro do amor.



Algumas pérolas "pinçadas":



....a idade é uma coisa que a gente não sente por dentro, mas por fora todo mundo vê... .



...a vida é muito maior que a morte...



....o encontro do amor (dos velhos) é muito mais valioso que a solidão...



....a felicidade (do amor) é uma ilusão que nem o tempo vence...



Vale a leitura, vale o livro, vale o autor, vale (até) a tradução. Mais um livro excelente, do excelente autor Garcia Marques.



Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

No seu aniversário de 90 anos, ele telefona para a cafetina Rosa Cabarcas, para que lhe arrume uma moça virgem para passar a noite com ele.....


Sarah de Almeida Medeiros
21/05/2016 às 21:42
Garanhuns - PE
Narra a história de um velho cronista e crítico musical que, em seu aniversário de 90 anos, pretende presentear a si mesmo com uma noite de amor louco com uma adolescente virgem. Porém, ao vê-la dormindo, não tem coragem de acordá-la e se apaixona por uma garota adormecida.
Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

..." Quando a casa ficou em ordem telefonei para Rosa Cabarcas. Santo Deus! exclamou ao ouvir minha voz achei que você tinha se afogado. Não conseguia entender que eu tivesse tornado a passar a noite com a menina sem tocá-la. Você tem todo o direito de não gostar dela mas pelo menos porte-se como um adulto. Tratei de explicar mas ela mudou de assunto sem transição: Seja como for estou de olho em outra um pouco mais velha, bela e também virgem. O pai quer trocá-la por uma casa mas dá para discutir algum desconto. Meu coração gelou. De jeito nenhum, protestei, quero aquela mesma, e do mesmo jeito, sem fracassos, sem brigas, sem recordações ruins. Houve um silêncio no telefone, e finalmente a voz com que disse como se falasse sozinha: Bem, vai ver é isso que os médicos chamam de demência senil. Fui às dez da noite com um chofer conhecido pela estranha virtude de não fazer perguntas. Levei um ventilador portátil e um quadro de Orlando Rivera, o querido Figurita, e um martelo e um prego para pendurá-lo. No caminho fiz uma parada para comprar escova de dentes, pasta dentifrícia, sabão de cheiro, Água de Florida, barras de alcaçuz. Quis levar também um bom floreiro e um ramo de rosas amarelas para conjurar a sorte ruim trazida pelas flores de papel, mas não encontrei nada aberto e tive que roubar num jardim particular um ramo de recém nascido amor-perfeito. Por instruções da dona cheguei desde então pela rua de trás, do lado do aqueduto, para que ninguém me visse entrar pelo portão do pomar. O chofer me preveniu: Cuidado, sábio, nessa casa matam gente. Respondi: Se for por amor não importa. O quintal estava em trevas mas havia luzes de vida nas janelas e um emaranhado de músicas nos seis quartos. No meu em volume mais alto, distingui a voz cálida de dom Pedro Vargas o Tenor da América num bolero de Miguel Matamoros. Senti que ia morrer. Empurrei a porta com a respiração desbaratada e vi Delgadina na cama como em minhas recordações: nua e dormindo na santa paz do lado do coração. Antes de me deitar arrumei a cômoda pus o ventilador novo no lugar do enferrujado e dependurei o quadro num lugar onde ela pudesse ver da cama. Deitei-me ao seu lado e a reconheci palmo a palmo. Era a mesma que andava pela minha casa: as mesmas mãos que me reconheciam às apalpadelas na escuridão, os mesmos pés de passos tênues que se confundiam com os do gato, o mesmo cheiro do suor de meus lençóis, o dedo do dedal. Incrível: vendo-a e tocando-a em carne e osso me parecia menos real que em minhas lembranças.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Gustavo Mafra, de presente, me enviou este livro, pelo correio, na véspera do Dia dos Pais de 2005



Sarah de Almeida Medeiros
21/05/2016 às 21:41
Garanhuns - PE
Curiosidade ao saber a história de um homem músico e cronista que tem seu primeiro amor já aos 90 anos de idade.

 

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