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Powershift 1990

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Powershift 1990

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Alvin Toffler

Editora: Record

Assunto: Ensaio

Traduzido por: Luiz Carlos do Nascimento Silva

Páginas: 613

Ano de edição:

Peso: 745 g

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Ruim
Marcio Mafra
22/08/2005 às 12:14
Brasília - DF

Alvin Toffler, é mais festejado que lido. A terceira onda é uma bobagem. O Choque do futuro, não passou de futurologia, com todos os seus lugares comuns: logística, ti- tecnologia da informática, hardware, software, planejamento, tendências, previsões, estatísticas, construção, desconstrução, engenharia, reengenharia, choque, controle de qualidade, relações políticas, econômicas, sociais, poder, conflitos, globalização, visão do futuro e outras bobagens, além de sandices ditas e projetadas nos workshops, seminários ou conferências da vida. O Powershift é outra sandice, com foros de intelectualice futurista e premonitória. É uma nova versão da bola de cristal e das cartas de tarô do mais "lúcido e aclamado pensador social da atualidade". Ah, bom. Muita galinha e pouco ovo.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Analise das transformações sociais, políticas e econômicas dos países líderes e seus aliados, feitas a cada década e mostrando que, enquanto os conflitos tradicionais perdem a expressão, surgem outros na esteira das novas riqueza, dos novas tecnologias e novos mercados.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Segredos e Secretárias. Os benefícios da comunicação - seja o telégrafo de Morse, o telefone de Bell, ou as redes de dados de alta velocidade de hoje - são relativos. Se ninguém os tem, todas as firmas concorrentes operam, por assim dizer, à mesma velocidade neural de transmissão. Mas quando algumas os têm e outras não, a arena competitiva fica acentuadamente inclinada. Por isso, as companhias correram para adotar a nova invenção de Bell. Os telefones mudaram quase tudo no que se refere aos negócios. Eles permitiam operações numa área geográfica muito maior. Os executivos máximos podiam, agora, falar diretamente com gerentes de filiais ou vendedores em distantes escritórios regionais para descobrir, em detalhes, o que estava acontecendo. A comunicação oral transmitia muito mais informações, através da entonação, da influência e do sotaque, do que os frios traços-pontos do código Morse jamais conseguiram. Os telefones tornaram grandes companhias maiores. Tornaram mais eficientes as burocracias centralizadas. Secretárias ouviam as conversas e aprenderam quando tinham de ficar com a boca fechada. Aprenderam a filtrar as chamadas, com isso controlando parcialmente o acesso ao poder. A princípio, o telefone também favoreceu o segredo. Muitos negócios podiam, agora, ser feitos sem a incriminadora prova de um pedaço de papel. (Mais tarde chegaram as tecnologias para grampear telefones e colocar pequenos aparelhos de escuta, inclinando a balança na interminável batalha entre aqueles que têm segredos comerciais e os que querem descobri-los.) Os benefícios indiretos desse avançado sistema de comunicações foram ainda maiores. Os telefones ajudaram a integrar a economia que se industrializava. Os mercados de capitais tornaram-se mais fluidos; o comércio, mais fácil. Negócios podiam ser feitos com rapidez, com uma carta de confirmação seguindo depois. Os telefones aceleraram o ritmo da atividade empresarial - que, por sua vez, acelerou a taxa de desenvolvimento econômico nas nações mais tecnicamente avançadas. Dessa maneira, poder-se-ia argumentar que os telefones, a longo prazo, chegaram até a afetar o equilíbrio internacional do poder. (Essa alegação é menos absurda do que poderia parecer a um primeiro olhar. O poder nacional flui de fontes múltiplas, mas é possível acompanhar, grosso modo, a ascensão dos Estados Unidos para uma posição de domínio global olhando para o seu sistema de comunicações em relação a outras nações. Já em 1956, metade de todos os telefones do mundo estava nos Estados Unidos. Hoje, à medida que o domínio relativo dos EUA declina, aquela porcentagem reduziu para cerca de um terço.)


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

José Raimundo Pires, em maio de 2005, me presenteou Mudanças do Poder - Powership


 

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