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Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Michael Pye

Editora: Marco Zero

Assunto: Romance

Traduzido por: Alana Madureira Barros

Páginas: 491

Ano de edição:

Peso: 555 g

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Ruim
Marcio Mafra
05/09/2005 às 10:46
Brasília - DF

História tola, folhetim sem nenhuma imaginação, nem lógica lógica. Ou por outra, com imaginação demais. Clone de história pobre. Leitor nenhum gosta de livro bobo. Nem criança gosta de história da carochinha distorcida. Não vale a leitura.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A historia de Piter, que possui um passado sujo, e agora, com a sua fortuna inimaginavel governa a todos, a partir de ações escusas e desonestas com seu império financeiro. Pelo seu mau carater, ele aposta o seu proprio sucesso e...perde o jogo!

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Levou um tempo para Katherine se reencontrar consigo mesma - permitir se sentir e reconhecer o passado. Sentiu-se vazia, depois parecia furiosa com sua própria identidade, depois conseguiu a precisão social de um autômato, e depois o choque começou a diminuir. Durante dois anos as pessoas pensaram que ela ficara indiferente à morte das crianças; pôs de lado tudo sobre eles e falou a Pieter que não queria mais filhos. Passaram-se três anos para a sensação de maldição se apagar de sua mente. Naquela época, ela sentia muito ódio; pelo fato de que ser uma Grunwald, sendo a esposa de Pieter Van Helding, não a protegia contra perdas e dores. Ela se definia por homens, para homens, e a definição não mais funcionava. Precisava de apoio. mas não se imaginava vestida de macacão em uma reunião feminista conversando sobre estupro. Estava perdida. Evitava a família, tendo ido visitar o Barão Gilles apenas duas vezes, e os pais nem uma vez sequer. Gilles rolava pela casa em sua cadeira de rodas, anunciando a queda das finanças da família. Katherine não tinha certeza se deveria levá-lo a sério. - Idéia estúpida - disse Gilles. - De Edouard, é claro. Queria ser o grande banco do povo, nós, pelo amor de Deus. Como se o trabalhador francês fosse confiar sequer um centavo a nós. Primeiro pensavam que éramos grandes demais. Depois pensaram que estávamos com problemas por pedir o dinheiro deles. E agora estamos com problemas. Problemas grandes. Gilles não lhe contaria a verdadeira história; apenas dissera que era" absurdo" e desastroso o que acontecera. Katherine olhou para o rosto dele para ver se havia algum sinal de brincadeira. Os Grunwalds eram os Grunwalds, afinal; a idéia de que estavam à mercê de depositantes de seis meros francos era inconcebível. Poderiam não ter a profundidade e a graça dos Rothschilds, com sua agência londrina e os parentes cientistas, mas tinha um nome que ainda era mais importante, que significava muito mais. Assim, as chamadas a Paris, quando chegaram, foram chocantes. Quando o assunto era dinheiro, nenhuma das mulheres estava oficialmente nos conselhos familiares - nem mesmo Seraphine, que havia decidido esconder sua mente astuta muito antes. Contudo, parecia haver uma emergência e Katherine fora chamada. Pieter simplesmente parecia divertir-se. - O velho regime se desmoronando? - ele disse. - Não brinque, por favor. Ela estava nervosa quando o avião chegou a Paris e se atrapalhou como sempre no aeroporto Charles de Gaulle, correndo pelo tubo de plástico para seu destino na terra. Depois de duas falsas tentativas encontrou o carro. O Barão Gilles falou: - Você não vai gostar disso. - Você poderia pelo menos me contar o que está. acontecendo. - Aquela história absurda que pensei que você não queria saber - disse Gilles. - Desta vez é melhor saber dos detalhes. E a história era absurda. Os Grunwalds extraíam prata no Pacífico Sul, em ilhas que recentemente haviam se tornado independentes. Os petits mineurs, os pequenos comerciantes que administravam as minas, agora administravam o país, e tinham um desapreço instintivo por impostos. Em vez de, imposto de renda ou imposto sobre a propriedade, eles decidiram taxar toda a prata exportada. E em vez deles próprios pagarem os impostos, puseram toda a carga nas empresas, como por exemplo na Grunwald Argent, que comprava e embarcava a prata. A extração, o refinamento e o transporte ao porto eram isentos de impostos. O embarque era taxado como um privilégio. - O mercado da prata enlouqueceu - disse Gilles. - Estamos fornecendo toneladas. Alguns texanos compram tudo o que possamos produzir. Mas ainda estamos perdendo dinheiro. Os impostos comem todo o lucro e até mais. Pagamos mais impostos que o capital investido lá e a Bolsa não está feliz com a Grunwald Argent. - Mas é apenas uma empresa pequena - disse Katherine - comparada ao banco. Os subúrbios ocres com fachadas de lojas vermelhas e verdes começaram a dar lugar a boulevards frios e cinzentos. - O pânico está no rolo. Não estamos fazendo dinheiro. Está sendo duro absorver as perdas com a prata. E quanto maior a demanda da prata, tanto mais problemas enfrentamos. -É por isso que estou aqui? - Você pode até já saber - disse Gilles. - Hugh, Edouard e Alain conceberam a idéia. Nada tem a ver comigo. Querem pedir ajuda a Pieter. Mas querem fazer isso estritamente através da família. Como a última coisa que lembro sobre seu marido foi a família dizer para ele que não era bem-vindo no banco, duvido que se toque. - Ele sempre respeitou o nome - disse Katherine. - A Santíssima Trindade acha que se fizerem uma aproximação oficial, as pessoas ouvirão. Os Grunwalds irem a Londres todos no mesmo avião será problema. Van Helding visitar o banco, será problema. Acham que já há boatos suficientes. - Os boatos são ruins? - Não é um pânico - disse Gilles. - Ainda não. Katherine olhou através da janela da limusine, absortamente. Sentia como se estivesse voltando para um país há muito tempo negligenciado, não para o lugar de sua origem. Observou Gilles subir no pequeno elevador ao lado da escada da casa dele. O rosto dele estava rígido de concentração. Parecia esgotar sua sensação de impotência e depois sentir a dor do não êxito. Ela gostaria de saber como alguém se sentia sendo um inválido, saber que aquilo era irreversível - como o casamento, a perda de filhos, uma série de anos vazios em uma casa bonita. A família estava toda reunida. Seraphine comportando-se de maneira maternal, dando as boas-vindas à filha pródiga. Katherine mordeu a língua. Seraphine nada fizera após a morte das crianças, porque gostava de brilho e de certezas. Deixa-se só a pessoa envolvida em escândalo ou problemas, especialmente a vítima. Katherine pediu um Perrier. Gilles, de volta a seu estilo normal de conversa após o desabafo, falou: - Costumes americanos. - Estamos dando início aos planos - disse Seraphine. Quando a estação começar seriamente em Paris, teremos um grande baile com um tema, algo bem-humorado. Ela puxara Katherine para o lado, mas Gilles as perseguia. Talvez ele soubesse como Katherine precisava de proteção. - Drácula - disse Gilles. - Sempre pensam que banqueiros são sanguessugas. Dê-lhes algum motivo de objeção. - Eu realmente não gosto da idéia - disse Edouard. - E o momento errado de mostrar ostentação. Há os socialistas. E os terroristas também. Não é um bom momento de ser um judeu rico. Seraphine tentava manter o ar de realeza. - Temos uma posição - disse ela -, e vamos mantê-la. Somos os Grunwalds e não vamos mudar nosso estilo. - A falência pode deter você - disse Gilles. - De jeito nenhum - disse Seraphine. - Então precisaríamos ainda mais estabelecer nossa posição. - Ainda pensa que não poderia ocorrer? - ironizou Gilles. - Tenho certeza que o banco está em excelentes condições. Houve uma espécie de passo de quadrilha. Tanto Hugh quanto Edouard achavam que era seu dever conduzir Katherine lá para fora, caminhar entre as sebes recém-podadas, perfumadas, e trazer à tona o assunto do encontro com Pieter Van Helding. Katherine lembrava dos romances que lera quando criança, nos quais lindas damas carregavam secretamente jóias ou mensagens ou o destino de reinos através de fronteiras. Sua tarefa era um tanto mais mundana, mais agente do que mensageira, sem Mosqueteiros. Tanto Hugh quanto Edouard disseram: - Podemos nos encontrar, secretamente, onde e quando Pieter quiser. Katherine estava chocada. Eles deviam estar realmente preocupados, para se permitir falar em um tom assim de dúvida e súplica, para reconhecer o poder de Pieter tão diretamente. A casa de Gilles parecia tão sólida, abarrotada de quinquilharias do século dezenove e circundada por jardins formais. Mas era porque Gilles era sólido, com seus próprios investimentos e sua vinha. Poderia até se aposentar se o pior acontecesse. Havia um paté de grives, trazido por Gilles de sua vinha. Ele ficava amargo como -assunto dos tordos, exceto à mesa, e o paté sulista era sutil e temperado com a canie dos pássaros que se alimentavam das folhas de videira, mas eram escorraçados das uvas. Depois havia salmão, assado em uma torta com trufas e pedaços de peixe. Depois foi servido um fino sorbet de pêssego. Uma refeição maravilhosamente segura. Gostaria que sua família lhe contasse a verdade; só Gilles chegara um pouco. próximo. Ela gostaria de saber o que Pieter iria fazer.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Não temos nenhum fato para historiar sobre este livro


 

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