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A Máfia de Saias

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A Máfia de Saias

Livro Péssimo - 1 opinião

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Autor: Lynda La Plante

Editora: Best Seller

Assunto: Romance

Traduzido por: Arlete Dialetachi

Páginas: 576

Ano de edição:

Peso: 590 g

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Péssimo
Marcio Mafra
05/09/2005 às 10:10
Brasília - DF

Mais uma história repetitiva e nada original da máfia italiana. Desta feita despiram as calças dos personagens masculinos e vestiram as saias nas mulheres dos mesmos personagens mafiosos. Versão piorada de Dom Corleone. Mais um clone mal feito de Giovanni Brusca. Uma réplica desbotada de Tomasso Buscetta.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A historia de Graziella, Sophia, Teresa e Rosa, que passaram a comandar a Máfia, quando todos os homens da família foram mortos juntamente com o chefe Don Roberto Luciano, durante um processo judicial no qual Don Luciano era a mais importante testemunha.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

O trabalho se desenvolveu vinte e quatro horas por dia, durante dois meses. Os homens limparam e removeram o lixo da fábrica de conservas, puseram as máquinas novamente em condições de funcionamento. A fábrica de cerâmica, os escritórios e os armazéns foram preparados para o uso. Os caminhões de entrega e até as máquinas de escrever foram consertados. Teresa trabalhava quase até a exaustão, dirigindo um pesado caminhão de um lugar para outro, supervisionando os trabalhadores e pagando em dinheiro, sempre em dinheiro vivo. Também era ela quem fazia os pedidos de suprimentos e organizava os pintores e vidraceiros. Rosa e Sophia formavam uma dupla eficiente. Eram responsáveis pelas vinte faxineiras e pelo batalhão de homens encarregados da limpeza pesada, transportando-os de um local para outro. As mulheres precisavam ser tratadas com atenção, porque brigavam umas com as outras, discutiam a respeito de quem deveria se encarregar desta ou daquela tarefa, e se queixavam de estar fazendo trabalho de homem. Rosa começou a gostar de dirigir uma picape, vestindo um macacão velho e um boné de pano. Sophia, por sua vez, ocupava-se em contratar máquinas de limpeza industrial e escavadeiras mecânicas, pois, além da limpeza geral, era necessário arrancar árvores mortas e remover toneladas de frutas podres dos pomares. Os irrigadores foram consertados e deixados em condições de funcionamento para a temporada seguinte. As três mulheres trabalhavam das cinco da manhã até o escurecer. Uma vez, quando os geradores da fábrica foram consertados, permaneceram lá até depois das dez da noite. Costumavam chegar à villa em diferentes horários, tomar banho, comer e em seguida, exaustas, cair na cama, cansadas demais para discutir. Estabeleceram um sistema de rodízio para cuidar do "hóspede", que recebera a expressa recomendação de não sair do quarto para que Graziella não o descobrisse. A matriarca fazia as compras e cozinhava, ajudava-as a lavar as roupas de trabalho e levava-lhes o almoço na fábrica. Gostava de sentir que tomava parte em tudo, mas não queria trabalhar ao lado delas porque o temperamento de Teresa fazia-a perder o controle com excessiva freqüência. Em vez de procurar encrenca, tratava de se manter ocupada. Certa tarde, voltou para casa mais cedo do que de costume. Adina fora ao supermercado e a casa, presumia Graziella, se achava deserta. Resolveu tirar um cochilo e, prestes a se deitar, ouviu um ruído. Um pouco assustada, pôs-se à escuta e aproximou-se silenciosamente da porta do quarto. Alguém vinha descendo do último andar. Ela entreabriu a porta e espiou pela fresta. Luka não a ouvira entrar na casa. Enquanto descia a escada, examinava com atenção cada um dos aposentos, familiarizando-se com a distribuição dos cômodos. Passou pelo quarto de Rosa e Teresa, com suas duas camas de solteiro. O quarto de Sophia fora deixado com as cortinas fechadas; Luka observou os frascos de comprimidos e a cama por fazer. Prosseguiu pelo patamar e quase foi apanhado; Graziella ia entrando no banheiro. Luka entrou depressa no quarto seguinte, encolhendo-se todo quando a porta deu um alto rangido. Era evidente que aquele quarto não era usado por ninguém. Ele deixou a porta entreaberta e ficou espiando, à escuta. Tudo estava em silêncio. Examinou o pequeno quarto bem arrumado, o equipamento esportivo, o violão com as cordas soltas, os velhos pôsteres na parede. Preparava-se para sair quando ouviu a voz de Graziella chamando Adina. Viu-a atravessar o patamar e debruçar-se sobre a balaustrada. - Adina! Está em casa? Pela fresta, Luka viu Graziella voltar-se e olhar diretamente para ele, para a porta parcialmente aberta. Não fazia idéia de que aquela porta entreaberta era fora do comum, que se encontrava no quarto de Michael, que permanecia fechado o tempo todo. Graziella atravessou o patamar vagarosamente e empurrou a porta, abrindo-a mais e mais... Não havia onde se esconder. Luka foi apanhado, encurralado no meio do quarto. O grito que esperava, porém, não se fez ouvir. Ao invés de gritar, Graziella simplesmente olhou para ele e continuou avançando para o interior do quarto. - Quem é você? - Não tenha medo - gaguejou ele. - Não vou machucar a senhora. Elas sabem a meu respeito, trabalho para elas, não tenha medo... Elas disseram que eu podia ficar aqui, entende? - Luka falara em inglês e temia que ela não o tivesse compreendido. - Teresa? Foi ela quem disse que você podia ficar neste quarto? - Não. não... Lá em cima. É que caí... Veja, tenho um ferimento no ombro. - Mas você é norte-americano? - Elas não lhe contaram a meu respeito? Ela não tirava os olhos de cima dele, aproximando-se cada vez mais. - Não, ninguém me disse nada. Como foi que entrou? - Deram-me uma chave. - Pois deviam ter me avisado, levei um tremendo susto. Qual é o seu nome? - Johnny. - Você está no quarto de meu filho. - Graziella chegou ainda mais perto, olhando-o no rosto, e então apontou-lhe para o ombro. - Quebrou a clavícula? Ele pôs a mão no peito. - Acho que sim, parece que se deslocou quando caí... Em cima de um prego enferrujado. - Quer que eu dê uma olhada? - Não, elas já fizeram um curativo. Mas estou com fome. Graziella fez-lhe sinal para sair do quarto e fechou a porta. - De que parte dos Estados Unidos você é? - De Nova York. Quando Adina chegou à mansão e entrou na cozinha, surpreendeu-se por encontrar Graziella sentada na companhia de um desconhecido, comendo generosas porções de macarrão. Quando, porém, Teresa voltou, horas depois, foi uma Graziella muito diferente que a recebeu, uma Graziella furiosa que não lhe deu tempo sequer para tirar o casaco. - Quero falar com você, Teresa. Não me importo que use o estúdio do papa como se fosse seu, mas quando quiser convidar alguém para passar uns dias aqui, fale primeiro comigo! Não deixe pessoas desconhecidas entrarem nesta casa sem a minha permissão, está entendendo? Você não sabe de onde ele vem, quem ele conhece, e nunca dê a chave da casa para ninguém! Teresa ficou tão confusa que mal conseguia entender a que a sogra se referia. - Espere, mama, espere um pouco. De que a senhora está falando? - Você sabe muito bem. Do rapaz, do estudante norte-americano. Encontrei-o no quarto de Michael. Ninguém pode entrar naquele quarto, ninguém! - Mas que merda, onde está ele agora? - Na cozinha, ajudando Adina a lavar a louça. Mas eu quis primeiro falar com você. Vai pedir desculpas ou não? - Está bem, mama, desculpe-me. Vou falar com ele. - Pois trate de fazer isso. Se acha que o rapaz deve ficar até melhorar, podemos discutir o assunto, mas nada de deixar uma chave da casa com ele. Naquela noite Teresa anunciou ao resto da família que Johnny Moreno, um estudante norte-americano, sofrera um acidente na fábrica e permaneceria com elas até sarar. Sophia esperou ficar a sós com Teresa para perguntar por quanto tempo ainda o rapaz pretendia se "hospedar" na vílla. - Até ficar suficientemente bom para ir embora. - Para mim ele já parece bem o bastante. Não me agrada nem um pouco a idéia de ele ficar aqui, com a mama, enquanto trabalhamos. - O problema é que você não vai com a cara dele, não é? - E você, vai? Teresa, pelo amor de Deus, livre-se desse moço! Ele me dá arrepios. Dê-lhe o dinheiro, mas mande-o embora. - Ele precisa de mais alguns dias, está bem? Sophia esmagou o cigarro no cinzeiro e olhou firme para a cunhada. - Por enquanto. Mas não por muito tempo. Os trabalhadores aplaudiram quando a placa recém-pintada, Companhia de Exportação Luciano, foi colocada no lugar. Era difícil acreditar que aqueles armazéns no cais eram os mesmos que há tão pouco tempo pareciam esgotos infestados de ratos. As paredes haviam sido pintadas, as portas consertadas e as cavernosas dependências varridas e lavadas. Havia um Alfa Romeo azul-marinho estacionado perto do armazém principal, ao lado das faixas brancas pintadas no chão. Seus dois ocupantes observavam as atividades com o mesmo interesse de Sophia. Um dos homens tinha nas mãos uma máquina fotográfica com lentes telescópicas e, quando Sophia se virou, protegendo os olhos com a mão, a câmera foi rapidamente acionada, trazendo seu rosto cada vez para mais perto. Naquela tarde os dois homens tiraram também fotografias dos bosques de oliveiras, dos vinhedos e da fábrica de cerâmica. Dirigiram-se em seguida para o quartel-general da família Corleone, nas montanhas, onde as fotos, assim que reveladas, foram expostas para demonstrar que a família Luciano voltara à atividade. A única dúvida era quem vinha fornecendo o dinheiro necessário para o trabalho. Luka usava um roupão por cima de uma camisa que Rosa lhe dera. Graziella entrou vagarosamente no quarto, sorrindo e com uma bandeja nas mãos. - Assei um pouco de pão caseiro. Sente o cheirinho? Colocou a bandeja na mesa e puxou uma cadeira para ele, fazendo-lhe sinal para que comesse. - Você agora é meu hóspede. Portanto, trate de se alimentar e recuperar as forças. - Obrigado. Luka ficou meio sem graça por comer na frente da velha senhora, que observava atentamente cada bocado que ele levava aos lábios. A simpatia e o sorriso de Graziella, porém, acabaram por ajudá-lo a ficar à vontade, ouvindo-a falar. - Teresa disse que cuidaria da sua comida, mas elas vão passar o dia inteiro fora. - Apontou para a torta de maçã. - Era a preferida de meu filho - disse, e cruzou as mãos no colo. - Está uma delícia, muito boa mesmo - elogiou ele, em siciliano. - Você não é mesmo siciliano? - Não, sou norte-americano, mas já estive muitas vezes na Sicília. - Pois fala muito bem. Em que trabalha? - Engenharia. Eu estava só viajando por aí. - Está usando a camisa de meu filho. - A senhora se incomoda? - Não, até gosto. Se eu lhe fizer urna pergunta, você me responde? - Claro que respondo. - Tereza vai arrendar espaço em nossos armazéns, nossos compartimentos de armazenagem. Acha que é um bom negócio? - Depende, se for necessário. Se já existir suficiente espaço para armazenagem, não vão aparecer clientes. Se não existir, com certeza vai haver muita demanda. Todo o conhecimento que se precisa ter no campo das vendas é a lei da oferta e da procura. Ela se inclinou e deu-lhe uma palmadinha no joelho. - Você parece meu marido falando... Vamos, coma, coma... Ao abrir a porta da frente, Teresa ouviu a voz de Graziella no andar superior e olhou para cima. Alarmada, gritou: - Mama, o que está fazendo? Graziella deu a Luka um sorriso travesso e desceu rapidamente. - Tinha subido para descansar um pouco. E agora estou descendo a escada. Algum problema? Teresa atirou o casaco em cima de uma das cadeiras do vestíbulo. - A placa foi colocada no lugar. Ficou linda! Rosa entrou correndo e envolveu a avó nos braços. - A senhora ficaria orgulhosa se visse aquelas letras em vermelho vivo e dourado! Durante o jantar, Teresa conversou com Sophia a respeito de como deveriam vestir-se para o "lançamento das vendas". Desejava que as mulheres da família Luciano usassem roupas elegantes e caras. Sophia tinha certeza de que encontraria trajes adequados nos armazéns da "S & N Designs" e, além disso, uma viagem a Roma faria bem a todas elas. Teresa franziu os lábios, preocupada. - Não acho que devamos ir todas, mas você poderia anotar os números que usamos e trazer os vestidos. Confio em seu bom gosto. - Ah, mamãe, poderíamos passar pelo menos um dia em Roma - disse Rosa,amuada. - Seria divertido. Sophia passava o garfo na toalha da mesa, deixando pequenos riscos paralelos. Mal tocara na comida. - E os acessórios? Temos dinheiro bastante também para isso, Teresa? Sapatos, bolsas... De onde tiraremos dinheiro para comprá-los? Teresa percebeu o nervosismo na voz da cunhada. - Ah, Sophia, tenha dó, não vai querer nos enganar que está assim tão sem dinheiro. Com todos os contatos que tem, será que não consegue arranjar alguma coisa de graça? - Tenho mais ou menos vinte mil dólares negativos em minhas contas bancárias. Na conta comercial, estou chegando perto de trezentos mil dólares no vermelho. É claro que posso ficar devendo mais alguns milhares de dólares para vestir a todas nós. Porque não? Só pensei que talvez tivéssemos um dinheirinho em casa. Quem sabe se você tem um pouco que possamos gastar? De cara fechada, Teresa fez um sinal de cabeça em direção a Graziella, como aviso para que Sophia se calasse. A matriarca tirou a mesa e levou a louça para a cozinha. Assim que saiu da sala, a atmosfera, já tensa, tornou-se elétrica. Teresa afastou a cadeira e atirou o guardanapo na mesa. - Da próxima vez tome mais cuidado com o que diz na frente da mama, e, pelo amor de Deus, pare de arranhar a toalha com esse maldito garfo! Está me dando nos nervos! Sophia colocou vagarosamente o garfo na mesa. Rosa olhou para a mãe e perguntou: - De onde veio o dinheiro para pagar os trabalhadores? - Não tivemos que pagar uma única lira a ninguém! - disparou Teresa. - Eles têm trabalhado de graça. Sophia resolveu juntar-se a Rosa para atormentar Teresa. - Por que não conta de uma vez de onde vem o dinheiro? Não somos idiotas. E então, de onde saiu tudo isso? Olhando para Sophia de cara fechada, Teresa respondeu entre dentes que a cunhada sabia muito bem qual a origem do dinheiro. - Sim, eu sei, mas por que não conta a verdade a sua filha? Teresa deu de ombros. - Está bem... Tirei o dinheiro do cofre do clube. Tinha que fazer os negócios recomeçarem. Rosa encarou a mãe fixamente, sacudindo a cabeça. - Que dinheiro? Do que está falando? Sophia esperou, mas Teresa nada disse. - Conte a ela, vamos! Não vai contar? Está bem, então conto eu. O dinheiro, Rosa, veio do cofre de Enrico Dante. Na noite em que fomos ao clube pegar os contratos, encontramos o cofre aberto, cheio de dólares e liras. Rosa olhou para Teresa e novamente para Sophia. - Quanto? Teresa deu um suspiro. - Digamos apenas que era uma boa quantia. Você tem visto em que vem sendo gasto. Não o apanhei para mim. Fiz isso por todas nós. - Ótimo, mas esta noite vamos acertar as contas com Moreno e mandá-lo embora - exigiu Sophia. - De acordo? - Não tenho a menor intenção de acertar conta nenhuma com o senhor Moreno. Ele deve se dar por muito feliz de lhe termos salvado a vida. Sophia apanhou o garfo novamente. - E o que pretende fazer com ele? - Ninguém sabe que está aqui, portanto é pouco provável que chame a polícia, não acha? Sophia deu uma pancada na mesa com o garfo. - Teresa, pelo amor de Deus, conte a Rosa a respeito da arma! - Que arma? - perguntou Rosa a Sophia. - Aquela embaixo do travesseiro dele? - Não, a outra. Conte-lhe, Teresa, e pare de tratá-la como se fosse uma criança. - Ela é uma criança. - Mamãe, que diabo está acontecendo entre vocês duas? Sophia parecia prestes a explodir. - Rosa tem o direito de saber! Tem trabalhado tanto quanto nós, faz parte de toda essa armação. Agora, ou você lhe conta tudo ou conto eu! - Mamãe? Enquanto Rosa olhava para a mãe, ansiosa, Sophia levantou-se e saiu da sala, batendo a porta. Teresa deu um suspiro e em seguida, sem olhar diretamente para a filha, disse depressa: - Não lhe contei nada porque queria protegê-la, mas na maleta que peguei no clube de Dante, na maleta de Moreno, havia outra arma, parecida com uma bengala. É uma pistola de um só tiro, Rosa. Nesse exato momento, Sophia entrou novamente na sala de jantar e colocou as três peças da bengala na mesa. - Pirelli disse que Paul Carolla pode ter sido morto com uma arma especial, possivelmente disfarçada na forma de uma bengala. E isto aqui, então, o que é? - Puta merda! - exclamou Rosa, cujo comentário provocou uma ruga na testa de Teresa. - Por que não me falaram disso antes? Sophia encaixou a cabeça de cavalo na posição correta. - Porque sua mãe não queria. Mas agora Moreno já se recuperou o bastante para ir embora e quero vê-lo pelas costas, acertar as contas com ele. - Isso não vai ser possível. Gastei hoje os últimos dólares. Transpirando, Sophia passou as mãos pelo cabelo. - Quer dizer então que não temos alternativa? Só temos a palavra dele como garantia de que a arma não lhe pertence, como garantia de que atirou em Dante em legítima defesa... Se procurarmos Pirelli, explicarmos as circunstâncias... Teresa interrompeu-a: - Sophia, deixe o senhor Moreno por minha conta e vá a Roma, está bem? Ela afastou-se em direção à porta. - Ótimo, eu vou, mas não espere que volte. Teresa apertou os olhos. - Então é esse o problema, não é? O que você quer é cair fora! Tudo bem, a decisão é sua. Faça o que quiser, desde que fique quietinha. Será que podemos confiar em você? Sophia sentiu o estômago embrulhar-se. Em voz quase inaudível, respondeu, entre dentes: - Em mim você pode confiar. Espero, para o seu próprio bem, que possa confiar também nesse signor Moreno. Saiu da sala e Teresa virou-se para Rosa, que a observava atentamente. Pegou a mão da filha e apertou-a com força.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Nada para historiar


 

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