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Conte-me Seus Sonhos

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Livro Bom - 1 comentário

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Autor: Sidney Sheldon

Editora: Record

Assunto: Romance

Traduzido por: A B Pinheiro de Lemos

Páginas: 348

Ano de edição:

Peso: 400 g

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Bom
Marcio Mafra
07/09/2005 às 09:18
Brasília - DF

Marcio Mafra - Data: 07/09/2005 - Conceito : Mediano



A história de Ashley é uma história de personagem portador de "distúrbio de personalidade múltipla". Esta patologia andou em evidencia pelos EUA e se espalhou pelo mundo, devido ao interesse de grandes laboratórios farmacêuticos em vender medicamentos que não curam, mas minimizam os danos que a doença pode causar. O grande Sidney Sheldon, não perdeu tempo e colocou o assunto do mês, publicado na revista Time, em mais um de seus livros Bic Mac. Todo o enredo parece uma forçação de barra. O final, além de completamente previsível é trouxa. Resultou numa história apenas mediana.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Ashley Patterson, filha do grande cirurgião Steven, Toni e Alette não são amigas íntimas, mas são bonitas, inteligentes, charmosas e suspeitas de cometer assassinatos hediondos. A polícia investiga e as coloca na prisão, onde começa um processo judicial, que leva as três ao julgamentos onde a defesa se baseia em provas bizarras.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Bem cedo, na manhã em que o julgamento de Ashley Patterson estava previsto para começar, David foi ver Ashley no centro de detenção. Ela estava à beira de um ataque histérico. - Eu não posso continuar com isso. Não posso! Quero que me deixem em paz. - Ashley, vai ficar tudo bem. Nós vamos enfrentá-los, e vamos vencer. - Você não sabe... não sabe o que é isso. Eu me sinto como se estivesse num inferno! - Nós vamos tirá-la disso. Estamos dando o primeiro passo. Ela tremia. - Estou com medo... com medo de que façam alguma coisa terrível comigo. - Eu não vou deixar - falou David com firmeza. - Quero que você acredite em mim. E não se esqueça... você não é responsável pelo que aconteceu. Não fez nada de errado. Eles estão à nossa espera. Ela respirou fundo. - Tudo bem. Eu vou ficar bem. Vou ficar bem. Vou ficar bem. Sentado na ala reservada aos espectadores, estava o Dr. Steven Patterson. Ele respondera à barreira de repórteres do lado de fora do tribunal com uma única declaração: - Minha filha é inocente. A várias fileiras de distância estavam Jesse e Emily Quiller, presentes para dar apoio moral. À mesa da promotoria, sentavam, se Mickey Brennan e duas assistentes, Susan Freeman e Eleanor Tucker. Sandra e Ashley estavam sentadas à mesa dos réus, com David entre elas. As duas haviam se encontrado pela primeira vez na semana anterior. - David, dá para olhar para Ashleye ver que ela é inocente. - Sandra, dá para olhar para as provas que Ashley deixou em suas vítimas e ver que ela as matou. Mas matá-las e ser culpada são duas coisas diferentes. Agora, eu só tenho de convencer o júri. A juíza Williams entrou no tribunal e se dirigiu à sua mesa. O oficial de justiça anunciou: - Todos de pé. Está iniciada a sessão. Preside a meritíssima juíza Tessa Williams. Ajuíza Williams falou: - Podem se sentar. Este é o caso Povo do Estado da Califórnia contra Ashley Patterson. Vamos começar. - Ajuíza Williams olhou para Brennan. - O promotor gostaria de fazer uma declaração de abertura? Mickey Brennan se levantou. - Sim, meritíssima. - Ele se virou para o júri e se aproximou. - Bom dia! Como todos sabem, senhoras e senhores, a ré está sob julgamento, acusada de cometer três assassinatos hediondos. Os assassinos surgem sob vários disfarces. - Ele fez um gesto com a cabeça na direção de Ashley. - O dela é o de uma jovem moça inocente e vulnerável. Mas o estado há de provar-lhes, sem sombra de dúvida, que a ré, por vontade própria e em plena consciência, assassinou e mutilou três homens inocentes. Ela usou um nome fictício para cometer um desses assassinatos, na esperança de não ser descoberta. Sabia exatamente o que estava fazendo. Estamos falando de assassinato calculado a sangue frio. À medida que for se desenrolando o julgamento, eu vou lhes mostrar todas as evidências, uma a uma, que amarram este caso à ré que ali se encontra. Obrigado! Ele voltou ao seu lugar. Ajuíza Williams olhou para David. - A defesa tem alguma declaração de abertura? - Sim, meritíssima. - David se levantou de frente para o júri. Respirou profundamente. - Senhoras e senhores, no decurso deste julgamento, vou provar-lhes que Ashley Patterson não é responsável pelo que aconteceu. Ela não tinha motivo para praticar nenhum dos assassinatos, tampouco sabia deles. Minha cliente é uma vítima. É uma vítima de DPM... distúrbio de personalidade múltipla, que lhes será explicado no decorrer deste julgamento - disse David. Ele olhou de relance para a juíza Williams e falou com firmeza: - O DPM é fato comprovado em termos médicos. Significa que há outras personalidades, ou álteres, que assumem o controle dos indivíduos e controlam suas ações. O DPM tem um histórico longo. Benjamin Rush, médico e signatário da Declaração de Independência, discutiu casos de DPM em suas palestras. Muitos incidentes de DPM foram registra dos durante todo o século XIX e também durante este século, sendo os indivíduos subjugados pelos álteres. Brennan estava escutando David, com um sorriso cínico estampado no rosto. - Nós vamos provar-lhes que foi um álter que assumiu o comando e cometeu os assassinatos que Ashley Patterson não tinha razão absolutamente alguma para cometer. Nenhum motivo. Ela não tinha o controle do que estava acontecendo e, por, tanto, não é responsável pelo que aconteceu. Durante o curso deste julgamento, estarei trazendo eminentes médicos que irão explicar o DPM em maiores detalhes. Felizmente, trata-se de uma perturbação curável. Ele olhou bem nos rostos dos jurados. - Ashley Patterson não teve controle algum sobre o que fez, e em nome da justiça pedimos que Ashley Patterson não seja condenada por crimes sobre os quais não teve responsabilidade. David voltou ao seu lugar. Ajuíza Williams olhou para Brennan. - O estado está pronto para prosseguir? Brennan se levantou. - Sim, meritíssima. - Ele lançou um sorriso para suas assistentes e foi para a frente da bancada do júri. Brennan ficou ali parado um instante e, deliberadamente, soltou um sonoro arroto. Os jurados ficaram olhando para ele, surpresos. Brennan os fitou por um breve instante, como que intrigado, e em seguida a conturbação se dissipou de seu rosto. - Ah, entendi. Vocês estavam esperando que eu pedisse desculpas. Ora, eu não pedi porque não fiz nada. Foi meu álter ego, Pete, quem fez. David se levantou, furioso. - Objeção. Meritíssima, é a coisa mais ultrajante... - Mantida. Mas o prejuízo já havia sido feito. Brennan lançou um sorriso condescendente para David e voltou-se para o júri. - Ora, eu acho que não há defesa igual desde o julgamento das bruxas de Salem, há trezentos anos! - Ele se virou de frente para Ashley. - Eu não fiz nada. Não, senhor. O demônio me levou a fazer isso. David se levantou novamente. - Objeção, o... - Indeferida. David tornou a se sentar, com violência. Brennan deu um passo mais para perto da bancada dos jurados. - Eu lhes prometi que iria provar que a ré, por vontade própria e em plena consciência, assassinou e mutilou três homens inocentes: Dennis Tibble, Richard Melton e o delegado Samuel Blake. Três homens! Apesar do que diz a defesa - ele se virou e tornou a apontar para Ashley -, só há uma ré ali sentada, e foi ela quem cometeu os assassinatos. Como foi que o Sr. Singer chamou? Distúrbio de personalidade múltipla? Ora, eu vou trazer alguns renomados médicos que lhes dirão, sob juramento, que isso não existe! Mas, primeiramente. vamos escutar alguns especialistas que vão associar a ré aos crimes. Brennan se virou para ajuíza Williams. - Eu gostaria de chamar a minha primeira testemunha, o agente especial Vincent Jordan. Um homem baixo e calvo se levantou e foi até o banco das testemunhas. O oficial de justiça disse: - Queira dizer o seu nome completo e soletre-o para que seja registrado. - Agente especial Vincent Jordan, J-o-r-d-a-n. Brennan aguardou até que ele prestasse o juramento e se sentasse. - O senhor trabalha para o FBI em Washington, D.C.? - Sim, senhor. - E o que faz para o FBI, agente especial Jordan? - Sou o encarregado do setor de impressões digitais. - Há quanto tempo trabalha nesse setor? - Quinze anos. - Quinze anos. Em todo esse tempo o senhor alguma vez deparou com um conjunto de impressões digitais repetidas em pessoas diferentes? - Não, senhor. - Quantos conjuntos de impressões digitais constam atualmente nos arquivos do FBI? - Na última contagem, pouco mais de duzentos e cinqüenta milhões, mas nós recebemos mais de trinta e quatro mil novos cartões de impressões digitais por dia. - E nenhum desses conjuntos é igual a qualquer dos demais? - Não, senhor. - Como é que se identifica uma impressão digital? - Nós usamos sete padrões diferentes para fazer a identificação. As impressões digitais são exclusivas. São formadas antes do nascimento e acompanham a pessoa durante toda a sua vida. Salvo mutilações acidentais ou intencionais, não há dois padrões absolutamente iguais. - Agente especial Jordan, o seu setor recebeu as impressões digitais encontradas junto às três vítimas que a ré está sendo acusada de ter matado? - Sim, senhor. Foi isso mesmo. - E também recebeu as impressões digitais da acusada Ashley Patterson? - Correto. - O senhor examinou pessoalmente essas impressões? - Examinei, sim. - E a que conclusão o senhor chegou? - Que as impressões deixadas nas cenas dos crimes e aquelas tiradas de Ashley Patterson eram idênticas. Um vozerio irrompeu dentro do tribunal. - Ordem! Ordem! Brennan aguardou até que o tribunal voltasse ao silêncio. - Eram idênticas? Há alguma dúvida em sua mente, agente Jordan? Poderia ter havido algum engano? - Não, senhor. Todas as impressões estavam claras e facilmente identificáveis. - Só para esclarecer isto... estamos falando das impressões digitais deixadas nas cenas dos assassinatos de Dennis Tibble, Richard Melton e do delegado Samuel Blake? - Sim, senhor. - E as impressões digitais da ré, Ashley Patterson, foram encontradas em todas as cenas dos crimes? - Correto. - E qual seria, na sua opinião, a margem de erro? - Nenhuma. - Obrigado, agente Jordan! - Brennan se virou para David Singer. - A testemunha é sua.


Nenhuma informação foi cadastrada até o momento.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

José Raimundo Pires me presenteou alguns livros, entre eles o Conte-me seus Sonhos do M. West


 

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