carregando

Aguarde por gentileza.
Isso pode levar alguns segundos...

 

Sunset

Para usar as funcionalidades você precisa estar logado(a). Clique aqui para logar
Erro ao processar sua requisição, tente novamente em alguns minutos.
Sunset

Livro Ruim - 1 comentário

  • Leram
    1
  • Vão ler
    0
  • Abandonaram
    0
  • Recomendam
    0

Autor: Pierre Rey

Editora: Best Seller

Assunto: Romance

Traduzido por: Não Consta Tradutor

Páginas: 486

Ano de edição:

Peso: 500 g

Avalie e comente
  • lido
  • lendo
  • re-lendo
  • recomendar

 

Ruim
Marcio Mafra
07/09/2005 às 23:54
Brasília - DF

Sunset é uma mistura ruim de espionagem, policia internacional e drogas, com personagens russos, americanos e colombianos. Não chega a ser um livro muito ruim. Afinal, há quem goste de porcaria.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história de uma quadrilha de traficantes de drogas, que tem por objetivo a colocação de uma grande partida de coca, no melhor e maior mercado americano: Los Angeles.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Pat nunca notara como o corpo de Arthur era comprido, duro, musculoso. Encolhida na cama, fingia dormir. Mas, pela porta do banheiro entreaberta, não perdia nenhum movimento de sua silhueta gigantesca, rematada pela chama vermelha da cabeleira. Ele saía do chuveiro. Estava nu. Escovava os dentes. Na véspera, à noite, depois do Monkey's, ele a levara excepcionalmente para casa. Nos três anos em que se conheciam, era a primeira vez. Na véspera, dupla surpresa. Primeiro ele lhe dissera: - Vamos para casa. E depois de ter feito amor como talvez nunca fizera: - Se você quiser ficar aqui... Até então nunca tinham passado uma noite inteira juntos. Quando ela acordou, a cama estava vazia. Na noite anterior, ela dormira em seus braços. Ela o viu vestir uma camiseta esverdeada, calça cáqui e tênis velhos. Ela se perguntou que instinto a levava a não revelar sua presença. Ele voltou para o quarto na ponta dos pés, parou, olhou-a longamente. Pegou o lápis, rabiscou qualquer coisa numa folha de papel... Colocou a folha bem à vista no carpete, pegou uma sacola esportiva, contemplou-a uma última vez, foi apagar a luz no banheiro e saiu sem fazer barulho. Ainda era noite. Ela percebeu que estava com o coração apertado. Durante alguns minutos, não fez nenhum movimento. Depois acendeu a lâmpada do criado-mudo e olhou o relógio: 5:00 da manhã. Amanheceria dentro de meia hora... Pat se levantou. Pegou a folha de papel e leu: "Volto daqui a quatro dias. Não precisa tomar a vestir a calcinha. Puxe a porta quando sair. Love. Arthur". Havia um post-scriptum: "Esta noite foi boa..." Ela dobrou a folha e a guardou no bolso do vestido. Suas roupas estavam jogadas no chão, em desordem, como tinham caído quando ele as tirara. Ela se vestiu sonhadoramente, examinando o apartamento. Um simples estúdio, uma cozinha e o banheiro. Foi à janela, abriu duas lâminas da persiana. Viu, oito andares abaixo, a entrada do prédio onde deixara seu carro no estacionamento. No centro do pátio havia um laguinho redondo onde jorrava um jato d'água. Um sentimento indefinível a perturbava. Fazendo um esforço, ela identificou-o: era o apartamento dele e, no entanto, parecia um quarto de hotel. Nenhum objeto pessoal. Nada que pudesse indicar quem o habitava. Ela abriu um armário. Só havia uma camisa esporte branca amassada e um jeans azul-celeste. Na cozinha, abriu a porta da geladeira: com exceção de uma garrafa de vodca fechada no congelador, estava inteiramente vazia. Pat pegou a bolsa, verificou se as chaves estavam dentro, abriu a porta e saiu. Começava a trabalhar dali a uma hora. Antes, era preciso que passasse em seu apartamento para tomar um banho e se trocar. Esperando o elevador, tirou do bolso o bilhete que ele deixara, releu: "Não precisa tomar a vestir a calcinha..." Era a primeira vez que ele lhe escrevia uma carta de amor.


Nenhuma informação foi cadastrada até o momento.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Não tem nehuma historia para contar


 

Receber nossos informativos

Siga-nos:

Baixe nosso aplicativo

Livronautas
Copyright © 2011-2019
Todos os direitos reservados.