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A Fogueira das Vaidades

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A Fogueira das Vaidades

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Autor: Tom Wolfe

Editora: Círculo do Livro

Assunto: Romance

Traduzido por: Lia Alverga Wyler

Páginas: 628

Ano de edição:

Peso: 685 g

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Bom
Marcio Mafra
07/08/2005 às 22:54
Brasília - DF

A Fogueira das Vaidades foi um sucesso de um milhão de livros vendidos em Nova York. Depois virou filme. Nada melhor poderia ter acontecido ao autor e ao livro. Assim, o personagem Sherman McCoy, corretor da bolsa em Wall Street, vê sua vida desmoronar após atropelar um negro, quando estava dirigindo seu carro no Bronx. Daí ele se torna o alvo preferido da imprensa, de alguns políticos e outros líderes da comunidade. O romance é recheado de símbolos dos anos 80. Retrata uma visão bastante típica de Nova York, dos seus moradores e dos direitos civis exagerados, vivenciados na mais importante cidade americana, nas ultimas décadas do ultimo milênio. Ainda assim é um romance mediano, porque é uma história meio chatinha, meio carochinha demais.




Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história da decadência da era yuppie, durante os anos de grande prosperidade da sociedade norte americana

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Na corrida de volta para casa, a corrida de seis quarteirões de 123 dólares e 25 cents, ou seja, metade de 246 dólares e 50 cents, com o motorista de cabeça branca da Mayfair Town Car Inc. ao volante, Judy não parava de tagarelar. Estava borbulhante. Sherman não a via tão animada há mais de duas semanas, desde a noite em que o apanhara em um "flagrante telefônico" com Maria. Essa noite, obviamente, ela não percebera nada com relação a Maria, nem mesmo sabia que a moça bonita sentada ao lado do marido durante o jantar se chamava Maria. Não, estava de excelente humor. Ébria, não de álcool- álcool engordava -, mas de Sociedade. Fingindo um distanciamento divertido, comentava a sagacidade de Inez na escolha de suas celebridades: três aristocratas (barão Hochswald, Lorde Gutt e Lorde Buffing), um político importante de projeção internacional (Jacques Prudhomme), quatro gigantes das artes e letras (Boby Shaflett, Nunnally Voyd, Boris Korolev e Lorde Buffing), dois designers (Ronald Vine e Bárbara Cornagglia), três VIF's. . . - VIF's? - perguntou Sherman. - Very important fags: veados muito importantes - explicou Judy -, é assim que todo mundo os chama. (O único nome que Sherman ouviu direito foi o do inglês que se sentara à direita dela, St. John Thomas, e o de três titãs do mundo dos negócios, Hochswald, Rale Brigham e Arthur Ruskin.) Então passou a discorrer sobre Ruskin. A mulher à esquerda dele, Mme Prudhomme, não queria falar com ele, e a mulher à direita, a esposa de Rale Brigham, não estava interessada, e por isso Ruskin se debruçara e começara a falar ao barão Hochswald sobre o seu serviço de fretamento de aviões no Oriente Médio. - Sherman, você tem idéia de como esse homem ganha dinheiro? Ele transporta árabes a Meca de avião. .. Boeings 747. . . dezenas de milhares de árabes. .. e ele é judeu! Era a primeira vez, nem se lembrava em quanto tempo, que ela lhe contava uma fofoca, na veia alegre de antigamente. Mas ele deixara de se interessar pela vida e as aventuras de Arthur Ruskin. Só conseguia pensar no inglês descarnado e atormentado, Aubrey Buffing. E então Judy perguntou: - Na sua opinião, que foi que deu em Lorde Buffing, afinal? Aquela história toda foi tão. .. mortificante. "Mortificante" é a palavra certa, pensou Sherman. Ele começou a responder que Lorde Buffing estava morrendo de aids, mas também já deixara de se interessar pelos prazeres da fofoca. - Não faço idéia. Mas era claro que fazia. Sabia exatamente. Aquela voz inglesa,educada e fantasmagórica, fora a voz de um oráculo. Aubrey Buffing estivera se dirigindo a ele, como se fosse um médium enviado pessoalmente por Deus. Edgar Allan Poe! - Poe! - a ruína dos dissolutos - no Bronx - o Bronx! O turbilhão sem sentido, a luxúria desenfreada, a obliteração da família e do lar - e, aguardando no último salão, a Morte Escarlate. Eddie já abrira a porta para eles, quando desceram do sedã da Mayfair Town Car para a entrada do edifício. Judy exclamou: "Oi, Eddie!" Sherman mal olhou e nada disse. Sentia-se tonto. Além de estar consumido de medo, estava bêbado. Seus olhos percorreram o saguão. .. A Rua dos Sonhos. .. Ele quase esperava ver a mortalha.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Nada especial para historiar


 

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