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O Gerente Noturno

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Livro Bom - 1 comentário

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Autor: John Le Carré

Editora: Record

Assunto: Romance

Traduzido por: Não Consta Tradutor

Páginas: 511

Ano de edição: 1994

Peso: 485 g

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Bom
Marcio Mafra
07/09/2005 às 17:25
Brasília - DF

Uma história - nada original - de espionagem, sobre o personagem Jonathan Pine, que de gerente de hotel, acaba se envolvendo na comunidade dos serviços de informação, onde rola muita fuga, aventuras e elegante patriotada. Mais um livro editado na esteira de um grande sucesso, O Espião que saiu do Frio. Este livro é apenas mediano. John Le Carré, segue o mesmo figurino de Morris West, John Grisham, Mario Puzzo, Sidney Sheldon, Harold Robbins, Hermann Hesse, JM Simmel, Janet Dailey, Stephrn King, Tom Clancy e outros menos votados.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história de Jonathan Pine, que trabalhava como gerente em um luxuoso hotel em Zurique, como fuga de seu casamento e de sua vida sórdida.Tudo corria muito bem, até a chegada de um hóspede suspeito e de sua amante...

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Amorzão - propôs Corkoran, acendendo o seu primeiro cigarro fedorento do dia, e equilibrando no colo um porta-canetas de porcelana à guisa de cinzeiro. - O que diz de começarmos a separar o joio do trigo? - Não quero você perto de mim, na verdade - disse Jonathan, num discurso preparado. - Não tenho nada a explicar e nada por que me desculpar. Só quero que me deixe em paz. Corkoran afundou na poltrona, reconfortado. Estavam a sós no quarto. Frisky, mais uma vez, havia sido mandado embora. - Seu nome é Jonathan Pine, anteriormente do Meister's, do Rainha Nefertiti e outros empórios. Mas você agora viaja como um certo Thomas Lamont, com um passaporte canadense autêntico. Apenas acontece que você não é Thomas Lamont. Contesta? Não contesta. - Eu recuperei o garoto. Vocês me consertaram. Devolvam o meu passaporte e me deixem ir embora. - E entre ser J. Pine, do Meister e T. Lamont, do Canadá, para não mencionar J. Beauregard, você foi Jack Linden, da remotíssima Cornualha. Em cuja condição matou um colega seu, a saber, um certo Alfred, também conhecido como Jumbo Harlow, um vagabundo do mar, australiano, com variadas condenações por tráfico de drogas lá na terra dos cangurus. Após o quê você sumiu, antes que a polícia conseguisse botar as mãos em cima. - Sou procurado pela polícia de Plymouth para interrogatório. Isso é o máximo que existe. - E Harlow era seu sócio nos negócios - disse Corkoran, escrevendo. - Se você assim diz. - Tráfico de drogas, amor? - perguntou Corkoran, erguendo os olhos. - Era um empreendimento comercial honesto. - Não é o que dizem os recortes dos jornais. E tampouco o que dizem os passarinhos que cantam para nós. Jack Linden, aliás, J. Pine, aliás, você, transportou um carregamento de drogas para Harlow, sozinho, da Channel Islands a Falmouth, o que os escribas dos jornais qualificaram como uma travessia impressionante. E o irmãozinho Harlow, nosso sócio, levou a droga para Londres, passou-a para a frente, e a nós para trás, ficando com a nossa parte. O que nos deixou muito zangados. Compreensivelmente. Por isso, você fez o que qualquer um de nós faria se ficasse zangado com o sócio, você o matou. Não foi um exemplo dos mais limpos e bem-feitos de cirurgia necessária, como poderia ter sido, dadas as suas comprovadas habilidades nesse campo, porque Harlow, grosseiramente, ofereceu resistência. Por isso, brigaram. Mas você ganhou. E, ao ganhar, você o matou. Hurra para nós. Um muro de pedra, dissera Burr, você não estava lá, eram dois outros sujeitos, ele o acertou primeiro, foi com o consentimento dele. Acabe cedendo, meio sem graça, levando-os a pensar que conseguiram chegar ao seu verdadeiro eu. - Eles não têm prova nenhuma - retrucou Jonathan. - Encontraram um pouco de sangue, nunca encontraram o corpo. Agora, pelo amor de Deus, vá embora. Corkoran parecia ter esquecido o assunto por completo. Sorria para o ar, com uma expressão de reminiscência, todos os pensamentos ruins deixados de lado. - Você conhece aquela do sujeito que estava se candidatando a um cargo nas Relações Exteriores? "Veja bem, Carrothers" ,dizem a ele, "nós gostamos muito da sua pinta, mas não podemos deixar de lado o fato de que você cumpriu uma sentença por sodomia, incêndio criminoso e estupro..." Não conhece mesmo? Jonathan soltou um grunhido. - "A explicação é perfeitamente simples", diz Carmthers. "Eu amava uma garota que não queria me deixar dar uma trepadinha com ela, por isso dei-lhe uma porrada na cabeça. estuprei-a, enrabei o velho, o pai dela, e taquei fogo na casa." Você tem de conhecer.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

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