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A Mulher Proibida

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A Mulher Proibida

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Autor: Josué Montello

Editora: Nova Fronteira

Assunto: Romance

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 239

Ano de edição: 1996

Peso: 320 g

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Bom
Marcio Mafra
07/05/2005 às 16:46
Brasília - DF

A mulher proibida não é uma leitura da qualidade de Tambores de São Luis, Noite sobre Alcantara ou o Baile da Despedida. Nem todos os livros de Machado de Assis agradam. Josué Montello não poderia ser diferente. O cerne do romance é muito bom: o conflito de gerações que acontece entre pai e filha, ele viuvo e novo, ela na potencialidade máxima de sua sexualidade. A história de Mariucha e seu pai se desenrola bem, mas falta "pega", falta um pouco mais de emoção para o leitor não largar o livro. É um livro mediano.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A Mulher Proibida, narra o conflito entre o pai viúvo, ainda moço, e a filha única, envolta pela permissividade de sua geração, sem se saber ao certo a que solução ambos serão arrastados.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Vou buscar o médico para Mariucha. Fique no quarto com ela. E lá mesmo espere eu chegar. Preferi deixar meu carro na garagem, não querendo retardar-me à procura de um lugar para encostá-lo, e também evitando o risco de que tornassem a roubá-lo. Felizmente, na esquina da rua Uruguai, não tardei a dar com um táxi disponível, e dali segui para o hospital em que, na manhã de domingo, deveria encontrar o Santos Lobo, sempre à frente de sua enfermaria, na Santa Casa. Meia hora depois, no mesmo táxi, pude trazê-lo à Tijuca, no impecável terno branco, bem composto, com um leve cheiro de éter e álcool. Fez que eu despachasse o carro: - Sei que você pode pagar; mas eu, por feitio e natureza, não gosto de me apressar. Dou tempo ao tempo., A primeira coisa que fez, ao entrar no quarto da Mariucha, foi correr a cortina, dando mais luz ao aposento, e logo abriu uma banda da janela sobre o quintal: - Nada como o ar e a luz para ajudar o doente a ficar bom. Alto e vagaroso, dava a impressão de trazer consigo a serenidade e o equilíbrio. E embora fosse meu velho amigo, freqüentando-me a farmácia, na praça Saens Pena, e para ela encaminhando os seus clientes, sobretudo se recorria a antigas fórmulas que eu próprio deveria preparar, Santos Lobo não gostava de prescrever remédios, com o velho argumento de que a natureza, por si mesma, dispõe de reservas próprias para o equilíbrio de nosso organismo. E sentenciava: - Quem nela confia, ela ajuda.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Durante viagem de férias à S.Luis do Maranhão, por volta de 86, levei o livro Os Tambores de São Luis.Foi pura coincidência lê-lo na cidade que serviu de pano de fundo para a história do livro. Naquela ocasião, pude ver, conhecer e sentir diversos dos ambientes descritos na história do romance, incluindo os nomes de algumas ruas e logradouros do atual centro histórico da cidade. Esta coincidência, além de um acontecimento inédito, foi uma experiência muito curiosa porque se somaram à indiscutível qualidade do romance, os cenários da "vida" dos personagens do livro. Anos depois, comentava a coincidência da leitura e da viagem de férias com o Rafael, quando constatamos que o livro havia desaparecido de nossa casa. Depois, no ano de 1999, no dia do aniversário do Rafa, passávamos por uma livraria e lá encontramos esta coletânea. Compramos a coletânea por não encontrar "Os tambores.." Assim, numa tacada só, mataram-se oito coelhos com uma só cajadada. Daí a dedicatória: "Para o Rafael no seu aniversário de 99. Marcio." Em setembro de 2008, quando fazia uma revisão geral nos registros da bibliomafrateca para colocá-la na internet, constatei a falta do volume que possuia os oito romances enfeixados num só livro. A solução foi voltar a comprar cada um dos livros, por isso A Mulher Proibida está aqui. Viva o sebo.


 

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