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Livro Péssimo - 1 opinião

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Autor: John Grisham

Editora: Rocco

Assunto: Romance

Traduzido por: Aulyde Soares Rodrigues

Páginas: 437

Ano de edição: 1992

Peso: 510 g

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Péssimo
Marcio Mafra
11/09/2005 às 14:05
Brasília - DF

A história de Mitchel, um advogado que recebe uma proposta de trabalho do escritório de advocacia Bendini, Lambert e Locke. Logo em seguida, dois sócios do mesmo escritório morrem em um acidente nas Ilhas Cayman. Mitchel acaba descobrindo que o escritório onde trabalha é apenas uma fachada para lavar dinheiro da máfia. Numa outra ponta da história surge alguém do FBI que o pressiona para que ele se torne um informante. Não aceitando, começam as ameaças de morte. A lenga lenga é a mesma de todo livro do John Grisham: justiça, policia, tribunal, sentenças, chantagem, testemunhas. Leiturinha xerox. Livro mimeógrafo.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Mitchell, logo no início de sua carreira ingressa numa importante banca de advogados, da cidade de Menphis, especializada em Direito Tributário. Quando dois sócios desta Firma morrem num acidente de estranhas circunstâncias, começa o envolvimento de Mitch, com agentes do FBI, de consequência drásticas, porém inevitável para ele.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Às oito horas da manhã, na segunda-feira, Oliver Lambert e Nathan Locke adentraram pela porta de metal entre as paredes de concreto, no quinto andar e passaram pelo labirinto de pequenos escritórios. DeVasher os esperava. Quando entraram, ele fechou a porta e apontou para as cadeiras. Seus movimentos estavam mais lentos. A noite fora uma longa batalha perdida para a vodca. Os olhos estavam vermelhos e o cérebro parecia expandir - se a cada respiração. - Falei com Lazarov ontem, em Las Vegas. Expliquei do melhor modo possível por que vocês relutam em despedir seus quatro advogados, Lynch, Sorrell, Buntin e Myers. Apresentei todos os seus motivos válidos. Ele disse que vai pensar no assunto, mas quer que por enquanto esses homens só trabalhem em casos legítimos. Não se arrisquem e vigiem os quatro de perto. - Ele é mesmo um cara ótimo, não é? - disse Oliver Lambert. - É, sim. Um verdadeiro encanto. Disse que o Sr. Morolto há cinco semanas vem perguntando sobre a firma, pelo menos uma vez por semana. Disse que estão todos ansiosos. - O que você disse? - Disse que tudo está sob controle, por enquanto. Os vazamentos foram tapados, por enquanto. Acho que ele não acreditou. - E McDeere? - perguntou Locke. - Passou uma semana maravilhosa com a mulher. Vocês já a viram de biquíni fio dental? Foi o que ela usou a semana toda. Demais! Tiramos algumas fotografias, só por esporte. - Não vim aqui para ver fotografias - disse Locke, secamente. - Não diga. Eles passaram um dia inteiro com nosso amiguinho Abanks, só os três e um marinheiro. Brincaram na água, pescaram um pouco. E conversaram muito. Sobre o quê, não sabemos. Nunca conseguimos chegar perto. Mas eu acho isso muito suspeito. Muito suspeito. - Não sei por quê - disse Oliver Lambert. - Sobre o que podiam falar além de pescaria e mergulho e, é claro, Hodge e Kozinski? E se falaram sobre Hodge e Kozinski, que mal há nisso? - Ele não conheceu Hodge e Kozinski, Oliver - disse Locke. - Por que ia se interessar pelas mortes deles? - Procure não esquecer - disse DeVasher - que Tarrance, naquele primeiro encontro, disse a ele que não foram mortes acidentais. Então agora, McDeere é Sherlock Holmes, procurando pistas. - Não vai encontrar nenhuma, vai, DeVasher? - Não, que diabo. Foi um trabalho perfeito. Claro, há algumas perguntas sem respostas, mas a polícia das Caimãs não pode respondê-las. Nem o nosso garoto McDeere. - Então, por que está preocupado? - perguntou Lambert. - Porque estão preocupados em Chicago, Ollie, e eles me pagam muito bem para evitar que se preocupem. Até que os federais nos deixem em paz, todo mundo fica preocupado, certo? - O que mais ele fez? - As férias de praxe nas Caimãs. Sexo, sol, rum, algumas compras e turismo. Tínhamos três pessoas na ilha, e o perderam um ou duas vezes, mas nada sério, espero. Como sempre digo, você não pode seguir um homem durante vinte e quatro horas, sete dias por semana, sem ser visto. Por isso, temos de relaxar a vigilância às vezes. - Acha que McDeere está falando? - perguntou Locke. - Eu sei que ele está mentindo, Nat. Mentiu sobre o incidente na loja de sapatos, um mês atrás. Vocês não querem acreditar, mas estou convencido de que entrou na loja voluntariamente porque queria falar com Tarrance. Um dos nossos cometeu um erro, chegou perto demais, e o encontro foi interrompido. Não é a história contada por McDeere, mas foi o que aconteceu. Sim, Nat, acho que ele está falando. Talvez quando se encontra com Tarrance ele o mande para o inferno, talvez estejam fumando maconha juntos. Eu não sei. - Mas não tem nenhuma prova concreta, DeVasher - observou Ollie. O cérebro se expandiu, apertando-se contra o crânio. A dor era forte demais para se dar ao luxo de ficar furioso. - Não, Ollie, nada como o que tínhamos contra Hodge e Kozinski, se é o que quer dizer. Tínhamos aqueles dois em fitas gravadas e sabíamos que estavam dispostos a falar. Com McDeere, a coisa é um pouco diferente. - Ele também é um novato - disse Nat. - Formado há oito meses e não sabe de nada. Passou milhares de horas trabalhando nos casos "suados" e casos de clientes legítimos. Avery tem tido muito cuidado com os casos que passa para McDeere. Já conversamos a respeito. - Ele não tem nada a dizer, porque não sabe de nada acrescentou Ollie. - Marty e Joe sabiam muito, mas estavam aqui há anos. McDeere é um recruta novato. DeVasher massageou as têmporas com cuidado. - Quer dizer que contrataram um perfeito idiota. Suponhamos que o FBI desconfiava da identidade do nosso maior cliente. Muito bem. Sigam meu raciocínio. Vamos supor também que Hodge e Kozinski disseram o bastante para confirmar a identidade desse cliente. Estão vendo aonde quero chegar? Suponhamos ainda que os federais contaram a McDeere tudo que sabem, com alguns acréscimos. De repente, seu novato ignorante passa a ser um homem muito bem-informado. E muito perigoso. - Como vai provar isso? - Intensificando a vigilância, por exemplo. Vigiando a mulher dele durante vinte e quatro horas também. Já telefonei para Lazarov pedindo mais homens. Disse que precisamos de rostos não conhecidos. Vou a Chicago amanhã para fazer meu relatório a Lazarov e talvez ao Sr. Morolto. Lazarov acha que Morolto tem um espião dentro do FBI, um cara que trabalha com Voyles e está disposto a vender informação. Mas, ao que parece, é muito caro. Eles querem avaliar as coisas e elaborar um plano de ação. - E você vai dizer a eles que McDeere está falando? - perguntou Locke. - Vou dizer o que eu sei e do que suspeito. Acho que se ficarmos esperando alguma coisa mais concreta, pode ser tarde demais. Estou certo de que Lazarov vai querer discutir os planos para eliminar McDeere. - Os planos preliminares? - perguntou Ollie, um pouco esperançoso. - Já passamos do estágio preliminar, Ollie.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Não há.


 

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