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O Assassinato de Roger Ackroyd

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O Assassinato de Roger Ackroyd

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Autor: Agatha Christie

Editora: Globo

Assunto: Policial

Traduzido por: Leonel Vallandro

Páginas: 263

Ano de edição: 1980

Peso: 335 g

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Bom
Marcio Mafra
19/09/2005 às 13:23
Brasília - DF

Assassinato de Roger Ackroyd é uma história repeteco, replay, meleca, das demais histórias da Agatha Christie. Não tem graça. Roger morre no seu escritório. Assassinado. Todos são suspeitos. O principal deles é o Dr. Sheppard. O final, é moleza. A leitura é chata.




Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história de Roger Ackroyd que foi encontrado morto em seu gabinete, com um punhal enterrado em seu pescoço. Mais um caso que só o melhor detetive do mundo, Hercule Poirot, conseguirá desvendar.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Estava eu um pouco nervoso quando, na tarde do dia seguinte, toquei a campainha em Marby Grange. Mas que seria, afinal, que Poirot esperava descobrir? Confiara a mim essa tarefa. Por quê? Seria por desejar ficar no segundo plano, como no caso do interrogatório do Maj. Blunt? Esse desejo, compreensível no primeiro episódio, parecia não ter nenhum sentido aqui. Minhas reflexões foram interrompidas pelo aparecimento de uma elegante criada de sala. Sim, a Sra. Folliott estava em casa. Fui introduzido numa vasta sala de visitas e olhei curiosamente em redor de mim enquanto esperava a dona da casa. Uma sala espaçosa, nua, algumas excelentes porcelanas antigas, algumas belas águas-fortes, cortinas e estofamentos gastos. Uma sala de senhora em toda a acepção do termo. Interrompi o exame de um Bartolozzi na parede quando a Sra. Folliott entrou na sala. Era uma mulher alta, de cabelo castanho desalinhado e um sorriso cativante. - Dr. Sheppard - disse num tom incerto. - Esse é o meu nome - respondi. - Sinto muito ter de incomodá-la, Sra. Folliott, mas desejava certas informações a respeito de uma criada de sala que esteve a seu serviço, Ursula Bourne. Assim que ouviu este nome, o sorriso desapareceu - lhe do rosto e, junto com ele lá se foi toda aquela cordialidade com que me recebera. A mulher pareceu constrangida e mal à vontade. - Ursula Bourne? - repetiu, hesitante. - Sim. Talvez não se lembre do nome? - Oh! Claro que sim. Lembro-me perfeitamente. - Deixou sua casa há pouco mais de um ano, segundo me informaram. - Sim. Foi isso mesmo. Precisamente. - E sempre a serviu a contento? A propósito, quanto tempo esteve com a senhora? - Oh! Um ano ou dois. . . Não posso recordar exatamente. É... é uma empregada muito capaz. Estou certa de que ficará muito satisfeito com ela. Não sabia que estava para deixar Fernly; não tinha a mínima idéia. - Não me pode dizer algo a respeito dela? - perguntei. - Algo a respeito dela? - Sim, de onde vem, de que família é. .. Coisas assim. O rosto da Sra. Folliott assumiu uma expressão ainda mais gélida. - Não sei absolutamente nada. - Com quem esteve antes de vir para a sua casa? - Sinto, mas não me lembro. Sob o seu nervosismo adivinhava-se, agora, uma chispa de cólera. Jogou a cabeça para trás num gesto que despertou em mim uma vaga lembrança. - É mesmo necessário fazer todas- essas perguntas? - De modo algum - respondi, surpreendido e ao mesmo tempo levemente contrito. - Não supunha que lhe desagradasse responder-me. Sua cólera desapareceu para dar lugar novamente à perplexidade. - Oh! não é que me desagrade responder. Garanto-lhe que não. Por que havia de desagradar? É que...me pareceu apenas um pouco esquisito, entende? Nada mais. Um pouco esquisito. Uma das vantagens da minha profissão é que geralmente se percebe quando as pessoas nos mentem. Só pela maneira da Sra. Folliott eu teria adivinhado que lhe repugnava profundamente responder às minhas perguntas. Estava contrafeita e perturbada ao mais alto grau e era visível que havia um mistério no fundo de tudo aquilo. Segundo julguei, aquela senhora não tinha em absoluto o costume de enganar, e por isso era presa de um intenso mal-estar quando obrigada a fazê-lo. Uma criança teria percebido a mentira. Mas também era evidente que não tencionava dizer mais. Fosse qual fosse o mistério que rodeava Bourne, eu não o descobriria por intermédio da senhora Folliott. Reconhecendo minha derrota, renovei as minhas desculpas por havê-la incomodado, apanhei o chapéu e saí. Fui visitar um ou dois doentes e regressei a casa por volta das seis horas. Caroline estava sentada junto a mesa, sobre a qual se viam os destroços de um chá. Notei-lhe no rosto aquela expressão de júbilo reprimido que infelizmente conheço muito bem. É o sinal certo que soube alguma novidade ou a divulgou. Qual dos dois teria sido? - Tive uma tarde interessante - começou Caroline enquanto eu me instalava na minha poltronas predileta e espichava as pernas para o convidativo fogo da lareira. - Realmente? - disse eu. - Miss Gannett esteve tomando chá com você? Miss Gannett é uma de nossas maiores fofoqueiras. - Adivinhe de novo - disse Caroline com intenso deleite. Fiz várias conjeturas, passando pouco a pouco em revista todos os integrantes do Serviço de Informações de Caroline. Minha irmã recebia cada uma de minhas suposições com uma triunfal sacudidela negativa de cabeça.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

José Raimundo Pires, my brther, em maio de 2005, encaminhou O Assassinato de Roger Ackroyd para bibliomafrateca. Consta uma anotação na página de rosto: "Claudia Regina Pires - 6ª C"


 

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