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O Fantasma da Meia Noite

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O Fantasma da Meia Noite

Livro Bom - 2 opiniões

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Autor: Sidney Sheldon

Editora: Record

Assunto: Adolescente

Traduzido por: A B Pinheiro de Lemos

Páginas: 142

Ano de edição: 1994

Peso: 175 g

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Bom
Cris Felizardo
10/04/2012 às 11:32
Brasília - DF

O Livro O Fantasma da Meia Noite começa com a transferência de um executivo importante do Japão para a América, que traz consigo a esposa e seus dois filhos, Kenji e Mitsue. E é na América que a trama se desenvolve. Logo a esposa acha um apartamento perfeito! Em um bairro nobre, por um preço baixíssimo. E nem desconfia o quão macabra será essa mudança. Tão logo se instalam no novo apartamento, a jovem Mitsue é frequentemente acordada durante a madrugada com estranhos gemidos e arrastar de pés. Assustada, pede ajuda a Kenji, que desdenha da irmã, até que ele mesmo visualiza a “nossa fantasma”, que aparece no quarto de Mitsue todas as noites, pontualmente à meia-noite. A partir daí os irmãos pesquisam sobre a tal moça e acabam descobrindo um assassinato. O livro é recheado de suspense. Leio e recomendo.


Bom
Marcio Mafra
07/09/2005 às 13:03
Brasília - DF

Suspense na vida dos familiares de Takesh Yamada, que foram para Nova York, quando o pai foi designado para gerente da fabrica, na Corporação Watanabe. Só que no meio deles - no apartamento deles - tinha um fantasma. História daquelas que confirma o adágio: "yo no creo en las brujas, pero que las hay, hay!!" Mais um livrinho mimeógrafo - cópias nem sempre muito nítidas e por vezes borrada - do original. Resta razão, novamente, ao Millor Fernandes:Os estrangeiros, porém, todos escrevem best-sellers que vendem bastante e fracassos totais que vendem ainda mais.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história dos Yamada, que acabaram de chegar em Nova York, vindos de Tóquio. Alugam um apartamento na cidade. Todas as sextas feiras, meia-noite, um fantasma visita o quarto de Mitsue Yamada, para pedir ajuda e revelar um assassinato.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Mitsue gostava muito da escola. No início, receara a dificuldade de fazer novas amizades. Mas descobrira que os americanos eram simpáticos e acessíveis. Era convidada a visitar as casas de colegas, mas hesitava em chamar alguém ao apartamento em que morava. Embora o fantasma aparentemente costumasse surgir apenas nas noites de sexta-feira, era possível que resolvesse aparecer em outra ocasião, no meio de uma festa. Quem podia saber o que se passava na mente de um fantasma? Mitsue concluíra que era melhor não correr riscos. Kenji também gostava da escola. Como era inteligente, progrediu depressa. Uma manhã, na aula de inglês, estudavam sinônimos. - Alguém sabe o que é um sinônimo? - perguntou o professor. - É uma coisa ruim que alguém faz? - sugeriu um aluno. O professor riu. - Não. Sei que disse isso porque pensou em sin, a palavra da língua inglesa para pecado. Sinônimos são palavras diferentes que significam a mesma coisa. - Ele olhou para Kenji. - Pode nos dar um exemplo, Kenji? Kenji ficou de pé. - Diferentes palavras que significam a mesma coisa? - Isso mesmo. Kenji pensou por um momento. - Enorme... imenso. - Ótimo. Dê-nos outro exemplo. - Bonito... belo... lindo. - Excelente. Pode dar mais um exemplo? Kenji acenou com a cabeça. - Triste... infeliz. - Muito bem. Todos já sabem agora o que significa sinônimo. Kenji e Mitsue estavam indo tão bem em suas aulas porque as escolas no Japão eram muito mais difíceis. Já haviam aprendido o que seus colegas só agora começavam a estudar. O que tornava os estudos bem fáceis para eles. Na fábrica, Takesh Yamada também fazia grandes progressos. Suas idéias sobre reorganização eram excelentes e já começavam a produzir resultados. Os lucros estavam aumentando. - É tudo uma questão de eficiência - dizia ele aos subordinados. - É importante reduzir todos os desperdícios e custos desnecessários sem deixar que isso afete a qualidade do produto. Todos estavam bastante impressionados com o Sr. Yamada. - Seus filhos estão gostando de viver aqui? - perguntou-lhe um dos executivos. - Estão, sim, e muito. Mas mesmo enquanto dizia isso, Takesh Yamada se perguntou se seria mesmo verdade. Os filhos iam bem na escola, pareciam gostar dos professores, assim como do apartamento onde moravam, mas nos últimos dias o comportamento deles se tornara um pouco estranho, e o pai não sabia o que estava acontecendo. Em diversas ocasiões, via Kenji e Mitsue conversando aos sussurros num canto. Mas quando indagava sobre o que falavam eles davam alguma resposta vaga. Tinha a impressão de que os filhos lhe escondiam alguma coisa. Decidiu conversar com Keiko a respeito, e ela disse: - Também notei. As crianças andam muito nervosas. Tentei descobrir qual era o problema, mas se mostraram evasivas. Keiko deu de ombros. - Mas, como vão muito bem na escola, não creio que seja algo muito importante. Deve ser alguma fase infantil por que estão passando. E isso foi o final da conversa


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

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