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A Perseguição

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A Perseguição

Livro Bom - 1 comentário

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Autor: Sidney Sheldon

Editora: Record

Assunto: Adolescente

Traduzido por: A B Pinheiro de Lemos

Páginas: 143

Ano de edição: 1994

Peso: 160 g

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Bom
Marcio Mafra
07/09/2005 às 12:43
Brasília - DF

Mais uma história de japonês. Sdney Sheldon é chegado numa história de oriental. O Masao Matsumoto vira herdeiro de incalculável fortuna e passa a ser perseguido....mas um gravador fabricado pelas indústrias Matsumoto muda tudo. Leitura de mediana para chata, embora breve..


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

História de Masao Matsumoto que é herdeiro de uma grande fortuna, porque seus pais morreram num acidente aéreo. Muito jovem, sofre implacável perseguição de um tio que quer matá-lo, para tornar-se o herdeiro da tal fortuna.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Quando a vida é serena e suave, o Tempo é um amigo. Quando a vida fica repleta de problemas, o Tempo se toma um inimigo. O Tempo se tornara inimigo de Masao. Subestimara o tio. Pensara que Teruo o deixaria em paz, desistiria da caçada, mas agora compreendia que isso jamais aconteceria. Teruo não descansaria enquanto Masao não estivesse morto. Naquele momento, devia estar sentado em algum lugar, num escritório ou numa fábrica, talvez na casa à beira do lago, trabalhando em sua estratégia, a sangue-frio. Quando jogavam xadrez, Teruo sempre vencera Masao. Mas desta vez a aposta era diferente: a vida de Masao. No momento em que o Chevrolet batera no carro da polícia, Masao saíra pela outra porta e se afastara apressado, na direção oposta. Foi andando às cegas, sem saber para onde ia, querendo apenas aumentar a distância que o separava do capanga do tio. Sua vontade era correr, mas receava atrair atenção. Numa reação instintiva, seguiu para o centro de Manhattan, onde as multidões eram mais densas, onde seria mais difícil ser descoberto. Mas não tinha destino. Não podia voltar a Greenwich Village. Não podia voltar a seu hotel Não havia qualquer lugar para onde pudesse ir. Assim que Teruo soubesse que Masao escapara, as ruas ficariam fervilhando de homens à sua procura. Teruo tinha toda a fortuna Matsumoto à sua disposição, e gastaria cada centavo necessário para remover o último obstáculo em seu caminho. Masao enfrentava a polícia, toda a força de segurança das Indústrias Matsumoto, e nem dava para calcular quantos detetives particulares. Nunca se sentira tão sozinho em sua vida. Não, não estava totalmente sozinho. Havia Kunio Hidaka, em Los Angeles. Masao pensou nos bons tempos que haviam partilhado, ao longo dos anos. O pai de Masao confiava em Hidaka. Mas como alcançá-lo? Não podia explicar a situação pelo telefone. Precisava de alguma forma se encontrar com ele pessoalmente. - Ei, veja por onde anda! - disse uma voz. Masao levantou os olhos para constatar que esbarrara num porteiro, com um casaco cinza comprido. - Desculpe - murmurou ele. O porteiro apitava por táxis, para uma fila de pessoas à espera. Masao descobriu que estava parado na frente do Hilton Hotel, na Avenida das Américas. Olhou ao redor e se fixou numa coisa. Não foi no hotel, mas em algo parado na frente. Era um enorme ônibus da Greyhound, com um letreiro que dizia Los Angeles. Algumas pessoas embarcavam no ônibus, mas o que atraiu a atenção de Masao foi o fato de todos os passageiros serem japoneses! Era uma excursão japonesa, a caminho de Los Angeles. Uma oportunidade perfeita, e Masao compreendeu que não podia perdê-la. Ficou parado ali, observando. O motorista se encontrava ao lado da porta aberta, conferindo os nomes numa lista, à medida que cada passageiro entrava no ônibus e ocupava seu lugar. Masao precisava encontrar uma maneira de embarcar naquele ônibus. Mas como? Era evidente que se tratava de uma excursão particular, e seu nome não constava da lista. Masao pensou por um momento, depois entrou apressado no saguão do Hilton Hotel. Era um saguão enorme e barulhento, com vários turistas entrando e saindo, hóspedes a caminho de encontros marcados, pessoas sentadas nas poltronas à espera de outras. No meio do saguão havia um mar de malas, pertencente ao grupo da excursão, cada uma exibindo uma etiqueta com o nome do dono. Quatro carregadores as levavam para o ônibus e guardavam no compartimento de bagagem. Ainda restava uma dúzia de malas. A mente de Masao trabalhava depressa. Aproximou-se das malas, abaixou-se, leu a etiqueta de identificação em uma delas. Dizia Yoshio Tanaka. Masao empertigou-se, atravessou o saguão, até a parede em que havia uma fileira de telefones internos. Pegou o telefone na cabine da extremidade. Uma telefonista atendeu. - O que deseja? - Poderia fazer o favor de chamar o Sr. Yoshio Tanaka? - Um momento, por favor. Poucos segundos depois, uma voz metálica saiu pelo sistema de alto-falantes: - Sr. Tanaka, Sr. Yoshio Tanaka, atenda por favor o telefone interno! Masao esperou. Um homem baixo e roliço encaminhou-se apressado para o telefone, a três cabines da sua. - Alô? Masao virou-lhe as costas e baixou a voz ao dizer: - Sr. Tanaka? - Sou eu. - Sr. Yoshio Tanaka? - Isso mesmo. Quem está falando? - Sou o telefonista internacional. Tem uma ligação do Japão. Haverá uma pequena demora. Pode fazer o favor de desligar e esperar junto ao telefone? - Mas meu ônibus já vai... - A ligação será completada a qualquer momento. - É do meu escritório? - É, sim, senhor. - Esperarei. - Obrigado. Masao repôs o fone no gancho. Passou por Tanaka, saiu apressado do hotel, seguiu direto para o ônibus. Os carregadores acabavam de guardar todas as malas no compartimento de bagagem. Os últimos passageiros embarcavam e o motorista conferia seus nomes. A situação era perfeita. Os homens de Teruo procurariam Masao nos ônibus das linhas regulares, mas ninguém pensaria em verificar um ônibus de excursão. Masao aproximou-se da porta do ônibus. O motorista levantou os olhos. - Seu nome? - Meu nome é Yoshio... E nesse instante, pelo canto dos olhos, Masao avistou o corpo baixo e roliço correndo para o ônibus. Ficou desesperado. Tanaka passou por ele, gritando para o motorista: - Yoshio Tanaka! O motorista assinalou seu nome na lista. Masao permaneceu na calçada, atordoado, observando o pequeno japonês embarcar. O motorista sentou-se ao volante e um minuto depois o ônibus desapareceu numa esquina. A frustração de Masao era profunda. Chegara tão perto de escapar! Tudo parecia contra ele. Se ao menos contasse com alguém a quem pudesse recorrer, com quem pudesse conversar... Desejou poder ver Sanae. Pensou como ela se mostrara maravilhosa, como o acolhera, mentira ao detetive para protegê-lo. Masao sentiu uma tremenda tristeza. Um guarda se aproximava do hotel. Parecia estar à procura de Masao... ou seria apenas sua imaginação? Não podia correr o risco. Sem pressa indevida, ele virou-se, tornou a entrar no saguão apinhado do Hilton. Atravessou-o, saiu por uma porta lateral. Precisava desesperadamente de um abrigo. Só que não havia nenhum.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Sem nenhum registro, que me lembre


 

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