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O Estrangulador

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O Estrangulador

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Autor: Sidney Sheldon

Editora: Record

Assunto: Adolescente

Traduzido por: A B Pinheiro de Lemos

Páginas: 141

Ano de edição: 1994

Peso: 170 g

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Bom
Marcio Mafra
07/09/2005 às 11:40
Brasília - DF

O Inspetor West, da Scotland Yard trabalhando em conjunto com o Sargento Sekio Takagi tenta desvendar os crimes do estrangulador, dos quais eles não tinham qualquer pista. Alan Simpson, que em sua adolescência vira sua mãe abraçando e beijando um homem, entendia que todas as mulheres eram prostitutas, daí porque as matava... Mais um livrinho mimeógrafo - cópias nem sempre muito nítidas e por vezes borrada - do original. Resta razão, novamente, ao Millor Fernandes:Os estrangeiros, porém, todos escrevem best-sellers que vendem bastante e fracassos totais que vendem ainda mais. Leitura mediana.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Um perigoso maníaco desafia a polícia inglesa. Ele mata friamente sem deixar vestígios.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

O sargento Sekio Takagi e seus homens permaneceram no supermercado Mayfair até cinco horas da manhã. Como o estrangulador ainda não tivesse aparecido, Sekio decidiu suspender a vigilância. - Podem ir todos para casa. Ele não virá. Sekio sentia-se desanimado. Tinha uma certeza quase absoluta de que estava na trilha do estrangulador. Devo ter-me enganado, pensou. Não podia imaginar que o estrangulador percebera a presença da polícia e fugira. Sekio foi para casa e mergulhou num sono de que muito precisava. Sonhou com Akiko. Estavam casados, moravam num lindo apartamento. Ele sorria ao acordar. Fez a barba, tomou um banho de chuveiro e vestiu-se. Especulou se Akiko progredira bastante com a cabeça do estrangulador. Telefonou para ela, que reconheceu sua voz no mesmo instante. - Aqui é o sargento Takagi. - Eu já sabia. Ele ficou satisfeito por saber que Akiko era capaz de reconhecer sua voz. Perguntou como ia a escultura. - É mais difícil do que eu previa - respondeu Akiko. Ela relutava em confessar o que estava lhe acontecendo. A cabeça do estrangulador parecia algo maligno. Cada vez que começava a trabalhar nela, dava a impressão de que adquiria vida. Quando fizera os olhos, pareciam fitá-la fixamente. Quando fizera os lábios, pareciam se contrair num sorriso sarcástico. Começara a moldar o rosto várias vezes, sempre experimentava uma sensação de medo e apagava tudo. Agora, ao telefone, disse apenas: - Estou tendo alguma dificuldade. - Lamento saber disso. Sekio contava com ela para saber como era o rosto do estrangulador o mais depressa possível. - Não se preocupe - disse Akiko. - Vou terminá-la de qualquer maneira, só que demorará um pouco mais do que imaginei. Talvez eu possa concluí-la amanhã. - Está bem. Posso passar por ai amanhã, para ver como está a escultura? - Claro. Ao desligar, Akiko pensou: Gosto muito dele. E me pergunto se tornarei a vê-lo algum dia, depois que tudo isso acabar. Ela esperava que sim. Voltou ao ateliê e parou ali, contemplando a massa de argila que transformaria no rosto do estrangulador de Londres. Começou a trabalhar. Mais uma vez, algo a fez hesitar. Não conseguirei fazer, não agora, pensou ela. Tenho de sair de casa por algum tempo. Preciso respirar um pouco de ar fresco. Akiko perambulou pelas ruas de Londres, procurando não pensar no estrangulador. Foi até Picadilly Circus, onde ficavam todos os teatros. Imensos cartazes em néon brilhavam nos prédios, anunciando as diversas produções em exibição. Era um lugar movimentado, e ela gostava de observar as multidões. Os teatros eram maravilhosos. Provavelmente os melhores do mundo. Akiko vira Lawrence Olivier se apresentando no palco, em Hamlet. Também vira John Giulguld e Maurice Evans. Os britânicos são os melhores atores do mundo, pensou Akiko. Em diversas ocasiões, produtores haviam-lhe oferecido papéis em filmes ou peças de teatro. Mas Akiko recusara todas as propostas. - Deveria aceitar - dissera o pai. - Atores ganham muito dinheiro. - Não sou uma atriz, e sim uma escultora. - Pode se tornar uma atriz. - Não creio. Acho que uma mulher tem de nascer atriz. - Isso é bobagem. Mas Akiko acreditava sinceramente que uma pessoa tinha de nascer com talento, quer fosse para representar, escrever ou esculpir. Era uma dádiva de Deus. Sentia-se grata por ter seu talento. Adorava esculpir estátuas.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

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