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Na Toca dos Leões

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Na Toca dos Leões

Livro Ruim - 2 comentários

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Autor: Fernando Morais

Editora: Planeta

Assunto: Biografia

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 495

Ano de edição: 2005

Peso: 670 g

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Bom
Gustavo Mafra
01/05/2005 às 23:31
Brasília - DF

Acredito que o livro seja mesmo ruim. Mas de qualquer forma, sua opinião já não é muito parâmetro porque: 1 - Lê livros demais. Não que isso seja necessariamente ruim, mas o torna mais crítico do que a maioria. 2 - Seu humor à época que leu o livro influencia determinantemente na sua opinião sobre ele. Mantenho minha posição. Se a história é boa, o livro é bom. O livro que me levou a concluir isso foi "Carandiru", pessimamente escrito pelo não-escritor Drauzio Varella. Mas ao dizer isso me refiro apenas a estilo. Drauzio não é escritor, não tem domínio da língua, por isso escorrega várias vezes, com frases de duplo sentido, com histórias contadas de maneiras confusas, com personagens primários, etc. No entanto, é óbvio que alguém pode sim estragar uma história boa. Many Years From Now - a biografia do Paul McCartney - é repleto de histórias boas. Mas que ficam maçantes devido a necessidade do autor, Barry Miles, de reservar 70% das páginas apenas para ratificar como ele era próximo ao referido beatle. É, também, a autobiografia de um papagaio de pirata. Fora esse tipo de escrita, onde o escritor se considera tão importante quanto a história, mantenho o que digo: se a história é boa, o livro é bom. Notadamente quando as histórias são reais, ou parcialmente reais (que é o que, geralmente, faz delas incríveis) e nem tanto assim. O Fernando Morais continua cobrão. O problema dele é que, além de ser escritor, é também jornalista. E por isso depende das histórias para ter bons livros. Olga, Chatô e Corações Sujos são fantásticos porque são histórias fantásticas. Os outros, nem tanto. Desse mal - necessitar de histórias reais - José Saramago e Jorge Luís Borges não sofrem. E é exatamente isso que os diferencia (mas não os hierarquiza, diga-se): Fernando Morais é um escritor que escreve bons livros. Saramago, Borges e outros, são artistas que escrevem boas histórias


Ruim
Marcio Mafra
30/04/2005 às 23:20
Brasília - DF

Fernando de Morais com Olga, Corações Sujos e Chatô o Rei do Brasil, virou ícone. Cem quilos de ouro, não valeu o quanto pesou. Na Toca dos Leões, também não. Um autor com três excelentes livros é raridade. Só escritores excelentes repetem sucesso. Qualquer leitor sabe: um best seller - cinco, seis, dez, bobagens. Por enquanto o resultado desse jogo é 3 x 2. Mesmo assim o Fernando Morais está vencendo. Na Toca dos leões, tem 18 capítulos. Do primeiro ao 14º capítulo é um festival de auto promoção, auto baba-ovo, ação entre amigos, admiração exagerada - que mais parece edição especial da revista "Caras" (conhecida publicação destinada à badalação social e promoção de novos-ricos, artistas de televisão, jornalistas e colunistas sociais). O capítulo 15º ao 18º trata do seqüestro do Washington. Muito bem escrito, em algumas passagens, chega a prender a atenção do leitor, porque o Fernando Morais é um craque da narrativa. Mas, fica nisso. Se vistos - ou olhados - como história, é uma chatice. Gustavo Mafra, jornalista de profissão, a esse respeito diz - "O livro é bom se a história é boa." Mas, para um livro ser bom, o autor precisa ser um escritor. Na toca dos leões, só o autor é bom. A história é bobinha, comum, policialesca e chata. Ademais, até os torcedores do Flamengo, Fluminense, Corinthians e Palmeiras sabem que o Washington Oliveto é publicitário, milionário e que entre os anos de 1985 a 1998 foi o dono de uma da melhor agência de publicidade do Brasil. Isto é fato real. No entanto, o livro escrito pelo campeão Fernando Morais, sobre o campeão Washington, é ruim. Outro fato real.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história do seqüestro de Washington Oliveto e também das agências de publicidade no Brasil.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Com a W/GGK ficaria apenas a conta institucional do Mappin, que compensava o fato de ser a menor parte do bolo com a enorme liberdade criativa. A primeira campanha era uma homenagem a cidade de São Paulo ou, como lembra Washington, as várias cidades existentes dentro de São Paulo: - Fizemos uma declaração de amor a cidade. Nós associamos o bairro da Liberdade a Tóquio, o Bexiga à Itália, tudo isso coberto pelos acordes daquela sinfonia do Billy Blanco cuja letra diz "São Paulo que amanhece trabalhando ...” Um filmete para o lançamento da moda de inverno do Mappin acabaria incorporando mais um Leão de Ouro à coleção da agência. Sob uma música suave, a câmera vai mostrando, vagarosamente, todas as estátuas nuas da cidade. Quando a trilha diminui, entra uma voz dizendo: "Se você mora em São Paulo e também esta se sentindo meio sem roupa, não deixe de ver a coleção de inverno do Mappin". A re1ação entre c1iente e agência era tal que Rocca pediu a Washinggton que lhe "emprestasse" Javier em meio expediente, durante algumas semanas, para ajuda-lo na reestruturação do Mappin. Em sua passagem pela empresa, Javier deixaria três marcas: demitiu toda a velha guarda encostada havia décadas na administração; mandou instalar escadas rolantes (ele se espantou ao ver os clientes da loja em intermináveis filas diante dos elevadores); cortou fundo na verba destinada a propaganda - inclusive o naco que ia para a W/GGK. Mas se a agência perdia um pouco de um lado, ganhava muito do outro. Em meados de 1988 Washington foi procurado pelo irmãos Luis e Otávio Frias Filho, respectivamente presidente e diretor de redação da Folha de S.Paulo, que queriam lhe entregar a conta de propaganda do jornal. A primeira peça produzida pela agência, o filme "Hitler", iria se converter em um dos dois únicos comerciais brasileiros a receber o prêmio "Melhor do Mundo" (o outro tinha sido o "primeiro Valisére ... "). Um dia Nizan Guanaes entrou na criação com a idéia pronta na cabeça. Segundo seu roteiro, uma mão invisível iria riscando os primeiros trações numa tela de vidro. O espectador não veria a mão, só o que la desenhava.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Biografia escrita por Fernando de Morais, qualquer leitor compra.


 

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