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Pesadelos e Paisagens Noturnas

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Pesadelos e Paisagens Noturnas

Livro Ruim - 2 comentários

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Autor: Stephen King

Editora: Objetiva

Assunto: Suspense

Traduzido por: M H Cortes

Páginas: 351

Ano de edição: 1997

Peso: 615 g

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Bom
Tiago dos Santos Lima Neto
17/04/2015 às 00:42
Tangará - SC
Eu considero os livros de Stephen King muito bons. Percebi que um leitor conceituou o livro "Pesadelos e Paisagens Noturnas" como "ruim". Vez que o leitor não gostou do livro, suponho que mais pessoas também possam não ter gostado. Aproveito, então, este espaço e peço para as pessoas que não gostaram dos livros do Stephen King, que façam doação de seus livros para mim. Favor entrar em contato pelo e-mail tiago_santos515@hotmail.com

Ruim
Marcio Mafra
27/09/2005 às 19:38
Brasília - DF

Stephen King é um conhecidíssimo autor de histórias de horror, terror ou suspense. Os autores de histórias deste gênero fazem muito sucesso porque os temas de seus livros são transformados em filmes. Depois que viram filmes o sucesso é inevitável, em virtude de sua enorme divulgação. O mestre dos mestres neste gênero foi o inglês Alfred Hitchcock. Ele nasceu em 1899 e morreu em 1980. Portanto, ainda alcançou o tempo do cinema mudo, onde fez grande sucesso, que se ampliou, com o advento do cinema sonoro. Hitchcock fez escola. Stephen King é um de seus seguidores. Do tema deste livro também foi feito um filme. Com a força divulgadora do filme, o livro vira um excelente negócio para os editores, uma vez que atinge em cheio o "nicho" dos leitores que gostam de suspense. Pesadelos e Paisagens Noturnas, precisou de dois volumes para caber a história que tem sapos até na alma. É uma história pobre, nojenta com pinceladas de horror. A leitura é arrastada, não evolui, não flui. Parece que Stephen King não conseguia dar objetividade à história de John e Elise.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história de John e Elise que vivem a expectativa de umas férias tranquilas no campo, até ouvirem o primeiro sapo no telhado... Além do romance, o autor, faz também um depoimento para o processo de criação de várias destas histórias e disse sobre o livro: .."espero meter-lhe tanto medo que você não conseguirá ir dormir sem deixar acesa a luz do banheiro".

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Farnham fez uma careta e pousou sua xícara de chá. Não era problema seu. Para o bem ou para o mal, a Sra. Freeman tinha ficado num sanduíche entre a Polícia britânica e a Embaixada americana na grande valsa dos governos. Ele não tinha nada com isso, era apenas um policial que queria se esquecer da coisa toda. E pretendia deixar que Vetter redigisse o relatório. Vetter podia dar-se o luxo de colocar o nome por baixo dessa coleção de alucinações: era um homem velho, gasto. Ainda seria um policial no plantão noturno quando recebesse seu relógio de ouro, sua pensão e seu apartamento no conjunto de habitação popular. Farnham, por outro lado, tinha ambições de chegar logo a sargento, e isso queria dizer que tinha que ter cuidado com cada gracinha. E, falando de Vetter, onde estava ele? Agora já fazia muito tempo que tinha ido tomar o ar fresco da noite. Farnham atravessou a sala de uso comum e saiu. Ficou parado entre os dois postes encimados pelos globos de luz e olhou para o outro lado da Tottenham Road. Não viu Vetter em lugar nenhum. Passava das três da madrugada e o silêncio pairava pesado e amplo, como uma mortalha. Como era aquele verso de Wordsworth? "Todo aquele grande coração jazendo inerte", ou coisa parecida. Desceu os degraus e ficou parado na calçada, agora sentindo um fio de inquietação. E claro que era tolice e estava com raiva de si mesmo por permitir que a história maluca da mulher chegasse a ocupar mesmo esse pequeno espaço na sua cabeça. Talvez ele merecesse ter medo de um tira durão como Sid Raymond. Farnham andou devagar até a esquina, pensando que iria encontrar Vetter voltando da sua caminhada noturna. Mas não iria mais longe. Se o distrito ficasse vazio mesmo por alguns instantes, ia ser o diabo se alguém descobrisse. Chegou a esquina e olhou ao redor. Era engraçado, mas todos os postes de iluminação a vapor de mercúrio pareciam ter-se apagado lá adiante. A rua inteira ficava diferente sem as luzes. Perguntou-se se isso teria que ser reportado. E onde estava Vetter? Resolveu que andaria só um pouco mais adiante para ver o que era o quê. Mas não longe. Simplesmente não ia dar certo deixar o distrito sem ninguém por muito tempo. Só um pouco mais. Vetter voltou menos de cinco minutos depois de Farnham ter saído. Farnham tinha ido na direção oposta e, se Vetter tivesse vindo um minuto antes, teria visto o jovem policial parado na esquina, indeciso por um instante antes de dobrar nela e desaparecer para sempre. -Farnham? Nenhuma resposta a não ser o zumbido do relógio da parede. - Farnham? - chamou novamente e depois limpou a boca com a palma da mão. Lonnie Freeman nunca foi encontrado. Sua mulher ( que tinha começado a ficar com os cabelos grisalhos nas têmporas) acabou voando de volta para os Estados Unidos com seus filhos.


Nenhuma informação foi cadastrada até o momento.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Não sei como este livro veio parar aqui.


 

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