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Samuel Klein e Casas Bahia

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Samuel Klein e Casas Bahia

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Autor: Elias Awad

Editora: Novo Seculo

Assunto: Biografia

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 262

Ano de edição: 2003

Peso: 355 g

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Bom
Marcio Mafra
23/05/2005 às 16:25
Brasília - DF

Muito bom. Embora não seja nada de muito espetacular, mas o autor é um bom contador de casos.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A vida de Samuel Klein e de seu império "Casas Bahia"

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Como o dinheiro era passageiro, ele não poderia ficar parado. E foi esse dinheiro "barato" - como costumava dizer - que realmente permitiu urna grande expansão nos negócios Samuel comprou as "Lojas Piratininga". Eram três ao todo, sendo duas em São Caetano e urna em Santo André Assim, Samuel passou a ter sete lojas no grupo de unidades das Casas Bahia. Um dos profissionais aproveitados por Samuel depois da fusão foi João Elias Sobral. Era um rapaz de 23 anos, rosto fino, cabelos compridos e repartidos ao meio e que trabalhava há cinco anos nas Lojas Piratininga. Ele era uma espécie de superintendente do grupo, apesar da pouca idade. Samuel já tinha sua linha de frente para a direção da empresa e propôs a João Elias uma mudança de função: "Bem, meu rapaz, você sabe que tenho pessoas da minha confiança para os cargos de direção. Sendo assim, quero que continue conosco, mas não posso aproveitá-lo no posto que exercia. Você aceita assumir a departamento de propaganda?". Sem ter muito que contestar, João Elias aceitou a remodelação de função. Quando já estava saindo da sala, Samuel ainda fez a última recomendação: ''Ah! Esqueci de dizer urna coisa. Não gosto de propaganda. Não preciso de propaganda e não quero propaganda. Sua missão será me convencer de que estou errado". João Elias apenas esboçou um sorriso pálido e saiu da sala imaginando a árdua batalha que teria a partir daquele dia. Afinal de contas, ninguém mais do que o dono da empresa tinha deixado claro que a sua contratação era para fazer algo que ele próprio não acreditava que funcionasse. Mas a imagem que Samuel tinha da propaganda durou pouco tempo. A mudança ocorreu pela visão diferenciada do empresário e em função dos excelentes resultados alcançados, além da qualidade do trabalho implantado por João Elias. Semanalmente, aconteciam reuniões entre Samuel e João Elias para que as estratégias fossem definidas. Justamente numa delas foi detectada a necessidade de ser criado um símbolo. A idéia foi aprovada. Muito diretores queriam que o próprio Samuel se tornasse este símbolo, o que não seria novidade para ele.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

No início de dezembro de 2004, durante a festa da entrega das comendas "Mérito Lojista" recepcionei os diretores de "Casas Bahia". Eles haviam sido escolhidos como a melhor loja, do ramo de eletrodomésticos do ano. A escolha foi apontada em pesquisa de mercado feita pela empresa Soma Opinião, que fora contratada pela CDL - Câmara dos Dirigentes Lojistas do DF, promotora da festa. Nessas ocasiões o maior dirigente da empresa premiada é convidado para receber o prêmio. Como o Samuel Klein não pode comparecer, mandou alguns diretores para representá-lo. Um desses diretores me presenteou o livro, que está autografado pelo Samnuel Klein.


 

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