carregando

Aguarde por gentileza.
Isso pode levar alguns segundos...

 

O Doutor Jivago

Para usar as funcionalidades você precisa estar logado(a). Clique aqui para logar
Erro ao processar sua requisição, tente novamente em alguns minutos.
O Doutor Jivago

Livro Excelente - 2 comentários

  • Leram
    1
  • Vão ler
    1
  • Abandonaram
    0
  • Recomendam
    0

Autor: Boris Pasternak

Editora: Itatiaia

Assunto: Romance

Traduzido por: Oscar Mendes

Páginas: 524

Ano de edição: 1966

Peso: 680 g

Avalie e comente
  • lido
  • lendo
  • re-lendo
  • recomendar

 


Excelente
Heron Antunes Lima
11/12/2018 às 17:47
Bom Despacho - MG
Doutor jivago é um romance primoroso, escrito com poesia, romance e melancolia. O amor de Yuri e Lara atravessa a História e embora o personagem principal pareça indiferente a ela, os fatos históricos marcam fortemente o livro. O sonho, a brutalidade e o amor caminham em uma história narrada com raro talento, escrita com muita poesia e cuidado. É daqueles livros que uma vez lidos, sempre estará na memória.

Excelente
Marcio Mafra
05/12/2004 às 11:49
Brasília - DF

O Nobel de Literatura foi atribuído ao livro Dr. Jivago, numa escolha muito mais política que literária. Na ocasião, o livro tinha sido proibido de circular na Rússia, mas foi contrabandeado para a Itália e editado pelo partido comunista italiano. A concessão do prêmio interessava ao capitalismo dos EUA que na oportunidade estava em plena "guerra fria" com a Rússia Interessava aos americanos "expor" as mazelas e tragédias do povo comunista, mesmo que fossem através de um romance. O autoritarismo tacanho do poderoso PC Russo, obrigou Pasternak a renunciar o Prêmio Nobel. O romance se caracteriza pelo estilo impressionista, que foi transportado para o texto pelo talento do Boris Pasternak, como se fora um poema épico, onde se destaca a sua veneração pela vida, pela natureza e pelo jogo da paixão. A história de Iuri Jivago, membro da elite que os bolchevistas combateram na revolução de 1917 começa com a sua prisão ao chegar aos Urais, com a sua família que ele tentava proteger. Depois de seu regresso ele não encontra os familiares, e nesse meio tempo se apaixona por Lara. A história segue, desconhecendo completamente as injunções políticas que envolviam Boris Pasternak. Depois da estréia do filme, de mesmo título, e com a inesquecível música "tema de Lara", não se consegue dissociar o livro das espetaculares cenas do filme. Leitura lenta e prazerosa.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história de amor de Yuri Jivago, médico da elite russa que é preso pelos revolucionários bolcheviques. Ele manobra o infortúnio e, para sobreviver, adere à revolução. Para proteger a sua família da ira dos revolucionários, faz uma longa viagem de trem, partindo de Moscou até os Urais, onde os instala. Depois, longe se de sua mulher, Jivago se apaixona por Lara, que se transforma em seu grande amor.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Jivago efetivamente, tivera naquele recanto da cidade os encontros mais inesperados. Para 0 fim do outono, antes dos combates de outubro, em noite soturna e fria, tropeçou ele num canto da rua em um homem estendido no passeio, sem sentidos. O homem estava deitado com os braços cruzados, a cabeça repousando no batente de um portão, os pés na calha da calçada. De vez em quando, soltava fracos suspiros. As perguntas do doutor, que tentava reanimá-lo, respondeu com um resmonear incoerente, voltando depois a desmaiar. A cabeça estava machucada, ensangüentada, mas um exame rápido mostrou que os ossos do cranio se achavam intactos. O ferido devia ter sido vítima de um ataque a mão armada. "Meu guardanapo, meu guardanapo", murmurou ele duas ou três vezes. De uma farmácia da Arbat, o doutor telefonou para o velho cocheiro que estava de serviço na Exaltação da Cruz e mandou transportar o desconhecido para o hospital. Verificou-se que o ferido era um político em evidência. Jivago tratou dele. Por longos anos. teve nele um protetor que lhe evitou bastantes dissabores, comuns naqueles tempos de desconfiança.


Nenhuma informação foi cadastrada até o momento.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Em 58 ou 59, aos 14 ou 15 anos de idade, ouvi na rádio BBC de Londres, a notícia sobre o escritor russo, Boris Pasternak, autor do livro Dr. Jivago, que havia ganho o Prêmio Nobel de Literatura. Em seguida, procurei o livro na Biblioteca Pública de Florianópolis, à época localizada na Praça XV de Novembro. Não o encontrei, mas em compensação a pessoa que me atendera, com muita paciência, explicou-me o significado e importância do tal Prêmio Nobel de Literatura. Decorei o nome do Boris e guardei as explicações. No início dos anos 60, já em Brasília, consegui comprar o livro. Lembro-me que demorei muito tempo na leitura e a considerei bastante difícil. Anos depois, assisti ao filme, Dr. Jivago, baseado no livro e com a inesquecível música "tema de Lara". Atribuí à leitura anterior do romance, o fato de haver gostado muitíssimo do filme. Daí em diante, passei a me interessar por cinema, sem "jamais" haver perdido um filme, que tivesse sido baseado na história de um livro. Logo no início da bibliomafrateca, em junho de 2002, se constatou a falta "dos melhores livros" de muitos autores. Coisa absolutamente óbvia - assim como inteligente e justa - eis que livro bom, vai e não volta. Como não adianta nada correr atrás daquilo que não se sabe onde se encontra, providenciamos a reaquisição: 1) O memorável "O Lobo da Estepe". Disparado, é o mais conhecido e melhor livro do alemão Hermann Hesse. 2) O inigualável "O Nome da Rosa". Livro estrela do Umberto Eco. 3) O fantástico "O Velho e o Mar". A melhor história "de pescador" de todos os tempos, contada pelo Hemingway. 4) "Olga". Só o talento do Fernando Morais conseguiria despir Getúlio Vargas da aura de Pai dos Pobres e expor as crueldades praticadas contra os brasileiros nos porões de sua nojenta ditadura. 5) O inesquecível "Meu Pé de Laranja Lima". O melhor livro de José Mauro de Vasconcelos 6) O Nobel de Literatura de 1958 "O Doutor Jivago" de Boris Pasternak. 7) O premiadíssimo "Mad Maria" do acreano Márcio de Souza. 8) O melhor do boliviano Gabriel Garcia Marquez "Cem anos de solidão". 9) "Romeu e Julieta" do magistral Willian Shakespeare. 10) O best seller "Chatô o Rei do Brasil" do Fernando Morais


 

Receber nossos informativos

Siga-nos:

Baixe nosso aplicativo

Livronautas
Copyright © 2011-2019
Todos os direitos reservados.