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O Meu Pé de Laranja Lima

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O Meu Pé de Laranja Lima

Livro Excelente - 2 opiniões

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Autor: José Mauro de Vasconcelos

Editora: Melhoramentos

Assunto: Romance

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 195

Ano de edição: 1968

Peso: 250 g

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Excelente
Maria Arizete Madeira aragão
02/08/2012 às 08:43
Recife - AC
Uma historia comovente e ao mesmo tempo inocente. A vida vista com a doçura de uma criança.

Excelente
Marcio Mafra
05/12/2004 às 11:36
Brasília - DF


José Mauro de Vasconcelos escreveu o seu maior sucesso em apenas uma semana, mas conforme declarara o autor o livro "estava dentro de mim, fazia vinte anos. Sucesso é assim mesmo, vem de supetão. O personagem principal é Zezé, um moleque de 5 anos, que encontra no quintal da sua nova casa um pequeno pé de laranja lima, que se transforma no seu verdadeiro amigo imaginário, como ocorre a muitas crianças nesta idade. Inicialmente a idéia de ter uma árvore tão pequena não lhe agradou muito, mas foi a única que sobrou após as escolhas de seus irmãos mais velhos. À medida que este vai convivendo com o pé de Laranja Lima, a quem chama de Miguinho, repara que ele fala tornando-se o seu confidente. Outros episódios acontecem, incluindo o corte do pé que acaba fazendo-o amigo do velho português. A linguagem intimista e pessoal adotada pelo autor comove o leitor porque todas as infâncias são parecidas, mudam os atores, os lugares, as famílias, as brigas, as aventuras e mas permanecem a pureza e o encanto de ser menino. Leitura muito mais que ótima.



Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história de Zezé, que mora no interior e tem muitos irmãos. Sua família é muito pobre. Quando a família se muda para uma casa onde há muitas árvores no quintal, Totoca fica com o pé de tamarindo, Jandira escolhe a mangueira, Glória a goiabeira e Zezé fica com o pé de laranja lima. Zezé chamou a sua árvore de Minguinho, que ficou sendo seu melhor e único amigo....

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Sai pela rua pensando em tudo. Mas eu estava lembrando uma coisa que me deixava muito triste. Totoca tinha um coleirinho muito lindo. Mansinho que subia no dedo dele quando mudava o alpiste. Podia até deixar a porta aberta que ele não fugia. Um dia Totoca esqueceu ele de fora no sol. E o sol quente matou ele. Me lembrava de Totoca com ele na mão, chorando, chorando e encostando o passarinho morto no rosto. Aí ele dizia: - Nunca mais, nunca mais eu prendo um passarinho. Eu estava junto e disse: - Totoca, eu também nunca vou prender. Cheguei em casa e fui direito a Minguinho. - Xururuca, vim fazer urna coisa. - 0 que é? - Vamos esperar um pouco? - Vamos. Sentei e encostei minha cabeça no seu tronquinho. - Que é que nos vamos esperar, Zezé? - Que passe urna nuvem bem bonita no céu. - Pra que? - Vou soltar o meu passarinho. - Vou, sim. Não preciso mais dele ... Ficamos olhando o céu. - E aquela, Minguinho? A nuvem vinha andando devagar, bem grande, como se fosse urna folha branca toda recortada. - E aquela, Minguinho. Levantei emocionado e abri a camisa. Senti que ele ia saindo do meu peito magro. - Voa, meu passarinho. Bem alto. Vá subindo e pouse no dedo de Deus. Deus vai levar você para outro menininho e você vai cantar bonito como sempre cantou para mim. Adeus, meu passarinho lindo! Senti um vazio por dentro que não acabava mais. - Olhe, Zezé. Êle pousou no dedo da nuvem. - Eu vi. Encostei minha cabeça no coração de Minguinho e fiquei olhando a nuvem ir-se embora. - Eu nunca fui malvado com ele ... Ai virei o meu rosto contra o seu galho. - Xururuca. - Que foi? - Fica feio se eu chorar? - Nunca é feio chorar, bôbo. Por que? - Não sei, ainda não me acostumei. Parece que aqui dentro a minha gaiola ficou vazia demais


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Desde o início da bibliomafrateca, em junho de 2002 se constatou a falta "dos melhores livros" de muitos autores. Coisa absolutamente óbvia - assim como inteligente e justa - eis que livro bom, vai e não volta. Como não adianta nada correr atraz daquilo que não se sabe onde se encontra, providenciamos a reaquisição de: 1) O memorável "O Lobo da Estepe". Disparado, é o mais conhecido e melhor livro do alemão Hermann Hesse. 2) O inigualável "O Nome da Rosa". Livro estrela do Umberto Eco. 3) O fantástico "O Velho e o Mar". A melhor história "de pescador" de todos os tempos, contada pelo Hemingway. 4) "Olga". Só o talento do Fernando Morais conseguiria despir Getulio Vargas da aura de Pai dos Pobres e expor as crueldades praticadas contra os brasileiros nos porões de sua nojenta ditadura. 5) O inesquecível "Meu Pé de Laranja Lima". O melhor livro de José Mauro de Vasconcelos 6) O Nobel de Literatura de 1958 "O Doutor Jivago" de Boris Pasternak. 7) O premiadíssimo "Mad Maria" do acreano Márcio de Souza. 8) O melhor do boliviano Gabriel Garcia Marquez "Cem anos de solidão". 9) "Romeu e Julieta" do magistral Willian Shakespeare. 10) O best seller "Chatô o Rei do Brasil" do Fernando Morais.


 

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