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Estação Carandiru

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Estação Carandiru

Livro Ótimo - 1 opinião

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Autor: Dráuzio Varella

Editora: Companhia das Letras

Assunto: Memórias

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 297

Ano de edição: 1999

Peso: 500 g

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Ótimo
Gustavo Mafra
19/11/2004 às 10:11
Brasília - DF

Quando a história é boa, o livro é bom. Não é lá muito bem escrito (afinal, escrever não era - até então - a ocupação principal do autor), mas vale a pena. Curioso é que, apesar da compaixão e pena demonstrada o tempo todo pelo autor para com os presos, a impressão que se tem, no final, é de que eles não são tratados com o rigor necessário.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A experiência, aventuras e desventuras de um médico assistente do Carandiru, o maior presídio do Brasil.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Mente ociosa e moradia do demônio, a própria malandragem reconhece. Ao contrário do que se imagina, a maioria prefere cumprir pena trabalhando. Dizem que 0 tempo passa mais depressa, e a noite: - Com o corpo cansado, a saudade espanta. Poderiam, também, aprender um ofício e voltar para casa com alguma perspectiva. Solta-los mais pobres e ignorantes do que quando entraram não ajuda a reabilita-los. Sérvulo, um ladrão de Guaianases, encarregado da enfermaria do Oito que nos dias de atendimento me pedia para trazer dois ou três doentes e aparecia com dez, de cada um dos quais, descobri mais tarde, ele cobrava dois maços de cigarro para conseguir a consulta, vê outra vantagem no trabalho: - A cadeia seria menos perigosa, com essas mentes malignas ocupadas. Para servir de estímulo, a lei estabelece que cada três dias trabalhados abatem um dia da pena a cumprir, matemática nem sempre respeitada para quem não tem advogado constituído Ainda assim, muitos disputam os poucos empregos disponíveis Outros, no entanto, mais ortodoxos: - Trabalhar? Nem na rua, com o meu pai pegando no pé. Aqui dentro, jamais. Questão de princípio. Um venezuelano naturalizado brasileiro, que ia buscar droga na selva amazônica e depois matava os entregadores por sair mais em conta do que paga-los, é radical: - Trabalhar para a sociedade, só depois de morto, se me cremarem e colocarem minhas cinzas num daqueles relógios de ampulheta.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Nada a registrar, com a força da TV Globo todo mundo comprou Estação Carandiru.


 

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