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A Divina Comédia dos Mutantes

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A Divina Comédia dos Mutantes

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Autor: Carlos Calado

Editora: Editora 34

Assunto: Memórias

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 358

Ano de edição: 1996

Peso: 625 g

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Excelente
Gustavo Mafra
19/11/2004 às 10:08
Brasília - DF

Para começar, a história e os casos vividos pelos personagens biografados são incríveis. Além disso, a pesquisa que antecedeu a feitura do livro foi extensa e bem-feita. Trabalho jornalístico de 1ª. Li de uma vez só. Coisa de bicho mutante. Muito mais que bom.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história da banda Mutantes, a face rock'n roll do movimento tropicalista e vanguardistas em música, marketing, cultura pop e comportamento.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

No início de 68, o apartamento 212 do Hotel Danúbio já tinha se transformado em um laboratório do que veio a ser a ala musical do Tropicalismo. Era ali que Gilberto Gil e Caetano Veloso costumavam se encontrar quase todas as tardes, junto com o poeta Torquato Neto, o compositor e cantor Tom Zé, a cantora Gal Costa (que ainda era chamada pelos amigos de Gracinha), o maestro Rogério Duprat, os Mutantes e os Beat Boys, entre outros eventuais adeptos e simpatizantes do grupo. Espalhados pelo sofá, ou sentados no chão em volta de uma mesinha retangular, uns mostravam aos outros suas últimas canções, tocavam, cantavam, ofereciam e recebiam palpites, discutiam e planejavam seus próximos passos musicais. Gil e Caetano perceberam logo que a contribuição dos Mutantes em Domingo no Parque não fora a de um mero conjunto acompanhante. O trio trazia informações novas, que interferiram diretamente no futuro grupo tropicalista. Rita, Arnaldo e Serginho tinham um jeito diferente de se vestir, de falar e de se comportar. Pareciam jovens ingleses da geração Beatles. Essa era uma diferença básica: ao contrário dos baianos, que olhavam o universo do rock de fora, os Mutantes passavam a impressão de viverem dentro daquele mundo. Um universo que os competentes Beat Boys também conheciam muito bem, mas sem o carisma dos Mutantes. Arnaldo, que possuía uma ambição intelectual maior, sentia mais o desnível cultural do trio em relação aos baianos. Os Mutantes não tinham lido os mesmos livros que eles, não receberam uma formação cultural tão ampla, além de serem mais jovens - Rita e Arnaldo tinham seis anos a menos que Gil e Caetano. Dos três, só Rita chegara a Universidade. Começou a freqüentar o curso de Comunicações da Universidade de São Paulo (na mesma classe da futura atriz Regina Duarte), mas o abandonou para se dedicar mais ao conjunto. Pela mesma razão, Arnaldo só cursou o colégio do Mackenzie até o segundo ano do clássico; Serginho desistiu ainda no ginásio. Para Gil e Caetano, porém, esses detalhes não chegavam a incomodar. Ao contrário, a vivacidade adolescente e a alegria iconoclasta dos Mutantes, invariavelmente com milhares de idéias nas cabeças, provocavam, incitavam os baianos. Tudo podia ser motivo de blague, de piada, de gozação.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Esse livro foi comprado por mim e pelo Rafael. Ambos viramos fãs da banda e conhecemos quase tudo que eles gravaram


 

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