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Capitães da Areia

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Capitães da Areia

Livro Ótimo - 9 opiniões

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Autor: Jorge Amado

Editora: Record

Assunto: Romance

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 235

Ano de edição: 1975

Peso: 315 g

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Ótimo
Maria Tânia Alves Cabral
20/06/2018 às 18:58
Penedo - AL
Muito bom, foi o primeiro livro que li quando criança, gostei muito,
eu indico!


Ótimo
Rafael Gomes
18/06/2018 às 00:42
São Paulo - SP
Ótimo livro! Os brasileiros devem valoriza a literatura brasileira quanto ela é rica.



Bom
NARA MAELY FERREIRA OLIVEIRA
01/07/2016 às 20:06
Belém - PA
Ė um livro muito bom!


Excelente
Alex Sandro Beserra
06/05/2016 às 15:32
Cafelândia - PR
Grande clássico da nossa literatura brasileira, Jorge Amado autor magnífico. Melhor livro entre os preferidos dos adolescentes, super recomendo, você vai se encantar.


Excelente
Marta Raquel Soares da Silva
30/04/2015 às 19:49
Gravataí - RS
É forte e emocionante. Trata da realidade de muitos jovens de rua, cercado pela magia baiana.

Excelente
Cris Felizardo
11/08/2012 às 21:07
Brasília - DF


Falar de um livro como Capitães da Areia é muito difícil não só pelo peso de falar de uma obra de Jorge Amado, mas principalmente por ser uma história tão atual – mesmo tendo sido publicado em 1937. Meninos de 11,12 e 13 anos que não se consideravam mais crianças e sim homens, mas eram apenas crianças que cuidavam umas das outras, meninos valentes que moram em um trapiche escondido em uma praia de Salvador. Crianças com nomes engraçados: Pedro Bala é o chefe respeitado e querido por todos. Depois que descobre quem é seu pai passa a pensar um pouco mais no futuro e suas possibilidades. Já Professor é um desenhista talentoso e um dos poucos (se não o único) letrado do grupo. Adora ler (o que faz à luz de velas) e é muito amigo de Bala. O rumo de sua história vai dar voz aos meninos de rua. Volta Seca é afilhado de Lampião e detesta qualquer figura de autoridade. Seu sonho é encontrar o padrinho e entrar para seu bando. Enquanto Gato é um malandro trapaceiro que se acerta com uma prostituta mais velha, Dalva, com quem namora durante anos. Pirulito, cheio de fé e cristão, um dos poucos que escuta o padre José Pedro – que, por sua vez, é uma das poucas pessoas que tenta melhorar a vida dos Capitães. Sem-Pernas é coxo e sofreu muito nas mãos da polícia. Se aproveita da deficiência para ganhar a confiança de famílias e pedir abrigo a fim de facilitar o furto dos companheiros. Revoltado, mostra-se um dos personagens mais profundos do livro. E entre tantos outros personagens, não poderia deixar de citar Dora. Mãe, irmã, amiga e amante. Doce e corajosa. Sua chegada ao trapiche muda a vida e o destino dos meninos de muitas formas. Dora, uma menina dos seus 12 ou 13 anos, cuidava das crianças com muito amor... O livro Capitães da Areia foi o melhor livro que já ganhei. Recomendo não como mais um clássico, mas como um dos melhores clássicos que já li.



Excelente
Everson Costa
01/09/2011 às 18:18
Brasília - DF

Uma obra primorosa, que me fez mergulhar nas ruas da Bahia, através da categórica arte do mestre Jorge Amado, em ilustrar e transmitir sentimentos, com grande riqueza na descrição do contexto social da Bahia, daquela época, expondo a linguagem excêntrica do povo baiano em histórias cativantes dos “meninos-homens”, que por conseqüências da vida foram abandonados e obrigados a viver, prematuramente, a vida adulta. As crianças, denominadas Capitães da Areia, viviam de cometer furtos em aventuras magníficas, que fazem com que a leitura seja bastante atraente.


Excelente
Elias Marinho
19/04/2011 às 19:25
Santa Maria - DF

Sublime, fantástico, maravilhoso e emocionante. Faltam adjetivos para descrever esta obra do mestre Amado. É sem dúvida um dos livros mais especiais da minha vida. Já é um dos favoritos, pretendo ler pelo menos mais uma vez. A estória com a simplicidade de sempre de Jorge Amado envolve o leitor, você passa a considerar os meninos "capitães da areia" como próximos a você, você sofre com eles, sorri com eles, e no meu caso acabei adquirindo uma nova percepção dos moradores de rua ao ler esta obra. Os personagens me marcaram, me lembrarei para sempre do Pedro Bala, Professor, Dora, Gato, Sem-pernas e Querido-de-Deus. Dou destaque a cena em que é narrada a morte de um dos personagens (que não direi o nome) que somente Jorge Amado conseguiria escrevê-la. Confesso que fiquei triste ao terminar de ler o livro do quanto me envolvi, mas levarei para sempre esse livro dentro de mim.


Excelente
Marcio Mafra
13/11/2004 às 22:59
Brasília - DF


Jorge Amado era filho de fazendeiro de cacau publicou seu primeiro romance, " O país do carnaval ", em 1931. Militante comunista, foi exilado político entre 1941 e 1942. Em 1945, foi eleito Deputado Constituinte, pelo Partido Comunista Brasileiro. De 1947 até 1950 foi novamente para a Europa, na condição de exilado. De volta ao Brasil, dedicou-se inteiramente à literatura. Em abril de 1961, foi eleito membro da Academia Brasileira de Letras. Sua obra literária foi adaptada para cinema, teatro e televisão, tendo sido traduzida em 55 países, em 49 idiomas diferentes. Capitão da Areia é um livro mágico, que narra o mistério, o encanto, a crueldade e poesia da vida de rua de Dora e Pedro Bala e mais um grupo de meninos pobres que moram num trapiche abandonado em Salvador. Eles são Os Capitães da Areia, têm entre nove e dezesseis anos e vivem de golpes e pequenos furtos, aterrorizando a capital baiana. São muitos personagens fortes, marcantes, alegres, valentes, religiosos como a mãe de santo Aninha, ou como Dora, cuja morte provoca o amadurecimento de Pedro Bala, que depois se transforma num militante político entre os estivadores. Junto com Jubiabá e Subterrâneos da Liberdade, Capitães da Areia é a demonstração absoluta e incontestável do talento de Jorge Amado.



Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história do amor de Dora e Pedro Bala, meninos de rua daquela época.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Pedro Bala, enquanto sobe a Ladeira da Montanha, vai pensando que não existe nada melhor no mundo que andar assim, ao azar, nas ruas da Bahia. Algumas destas ruas são asfaltadas, mas a grande, a imensa maioria e calçada de pedras negras. Moças se debruçam nas janelas dos casarões antigos e ninguém pode saber se é uma costureira que romanticamente espera casar com noivo rico ou se é uma prostituta que o mira de um balcão velhíssimo, enfeitado apenas de flores. Entram mulheres de negros véus nas igrejas. O sol bate nas pedras ou no asfalto do calçamento, ilumina os telhados das casas. Na sacada de um sobradão, flores medram em pobres latas. São de diversas cores e o sol lhes dá seu diário alimento de luz. Os sinos da igreja da Conceição da Praia chamam as mulheres de véu que passam apressadas. No meio da ladeira um preto e um mulato estão curvados sobre uns dados, que o preto acabou de jogar. Pedro Bala, ao passar, cumprimenta o negro: - Como vai, Coruja Branca? - E tu, Bala? Como vai essa prosopopéia? Mas o mulato já atirou os dados e o negro se volta todo para o jogo. Pedro Bala continua seu caminho. O Professor vai com ele. Sua figura magra se atira para a frente, como se lhe fosse difícil vencer a ladeira. Mas sorri da festa do dia. Pedro Bala vira-se para ele e surpreende seu sorriso. A cidade está alegre, cheia de sol. "Os dias da Bahia parecem dias de festa", pensa Pedro Bala, que se sente invadido também pela alegria. Assovia com força, bate risonhamente no ombro de Professor. E os dois riem, e logo a risada se transforma em gargalhada. No entanto, não tem mais que uns poucos niqueis no bolso, vão vestidos de farrapos, não sabem o que comerão. Mas estão cheios da beleza do dia e da liberdade de andar pelas ruas da cidade. E vão rindo sem ter do que, Pedro Bala com o braço passado no ombro de Professor. De onde estão podem ver o Mercado e o cais dos saveiros e mesmo o velho trapiche onde dormem. O Pedro Bala se recosta no muro da ladeira e diz a Professor: - Tu devia fazer uma pintura disto....É porreta... A fisionomia do professor se fecha: - Eu sei que nunca há de ser... - Quê! - Tem vez que me topo pensando....- e Professor mira o cais lá embaixo, os saveiros parecendo brinquedos, os homens miúdos carregando sacos nas costas. Continua com a voz áspera, como se alguém o tivesse batido: - Eu penso fazer um dia um bocado de pintura daqui.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Em 1961, aos 17 anos eu trabalhava no Banco Industria e Comercio de Santa Catarina, Banco Inco, na agência da Avenida W-3 Sul, Quadra 507, Bloco B. Naquela ocasião as editoras, mantinham serviço de venda domiciliar, através de "vendedores de livros". Eram profissionais bem treinados e insistentes. De um deles, comprei as obras de Eça de Queiroz, Pe. Antônio Vieira, Jorge Amado, Machado de Assis, entre outros. De Jorge Amado eram os seguintes livros: 1) O País do Carnaval - Cacau - Suor 2) Jubiabá 3) Mar Morto 4) Capitães da Areia 5) ABC de Castro Alves 6) Terras do Sem Fim 7) São Jorge dos Ilhéus 8) Bahia de Todos os Santos 9) O Amor do Soldado 10) Seara Vermelha 11) Os Subterrâneos da Liberdade, em 3 volumes 12) Gabriela, Cravo e Canela e 13) Os velhos Marinheiros. Decorridos 43 anos, apenas três deles desapareceram: Capitães da Areia, Bahia de Todos os Santos e Ásperos Tempos. Foram devidamente substituídos, mercê dos bons preços e serviços dos sebos do site estantevirtual.com.br.


 

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