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Um Cadaver Ouve Rádio

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Título: Um Cadaver Ouve Rádio Autor: Marcos Rey Editora: Ática Assunto: Romance Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil Páginas: 126 Ano de edição: 1987 Peso: 130 g
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  • Excelente Elias Marinho
    15/04/2011 às 16:45 Santa Maria - DF


    É um livro de fato excelente, este foi um livros que me introduziu no mundo da leitura, "ganhei" muitas tardes lendo as obras de Marcos Rey, autor sensacional que sabia como ninguem prender jovens a uma leitura facil e fazer com que esses jovens se tornassem àvidos leitores que é o meu caso. Recomendo a todos a leitura dos livros de Marcos Rey, principalmente aqueles que ainda não tem muita intimidade com este mundo, certamente se apaixonará pelas estorias dos detetives mirins.


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  • Excelente Marcio Mafra
    13/11/2004 às 22:34 Brasília - DF


    Marcos Rey, pseudônimo de Edmundo Donato consagrou-se como um bom escritor, muito apreciado pelos adolescentes. Seus maiores sucessos foram Memórias de Um Gigolô, A Arca dos Marechais e este Um Cadáver Ouve Rádio. A história do Muriçoca, Doutor Arruda e o detetive Leo é muito divertida, rápida de ser lida e tem um fino senso de humor, traço característico dos livros do Marcos Rey. Vale o livro e a leitura.


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  • Excelente WALASSY MOURA
    17/08/2012 às 16:48 São Domingos das Dores - MG


    O livro que me despertou!


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  • A historia do Muriçoca que foi preso porque, ao chegar na construção, achou um cadáver que estava ouvindo rádio.

  • Embora a primeira parte do plano não oferecesse aparentemente perigo, Leo estava inquieto. Ter idéias e uma coisa, realizá-las á outra, muito diferente. Um simples erro, esquecimento ou acaso põe tudo a perder. É difícil determinar os acontecimentos cada um em seu lugar e tempo. Por exemplo: Leo precisava dar um telefonema para o Beco e mandar chamar Luana. Mas não sabia exatamente o momento de fazê-lo. Ele e Ângela haviam feito um cálculo: quinze minutos. O orelhão, porém, poderia estar ocupado. E quem garantia que, feita a ligação, chamassem Luana. Certos patrões não permitem empregados atendendo a telefonemas. E quanto a condução das entrevistas? Às vezes um entrevistado, monossilábico, de cara feia, reduz o trabalho de um pesquisador a dois ou três minutos. Há, inclusive, os que se recusam a responder qualquer coisa, enquanto um tagarela pode espichar demasiadamente o papo e estragar o lance. Com todos esses maus pensamentos na cabeça, Leo aproximou-se do orelhão da esquina. Azar! Uma pessoa telefonava e outras duas esperavam a vez.

  • Marcio Mafra
    18/01/2013 às 19:17 Brasília - DF

    Em outubro de 2004, iniciamos uma busca no HD de nossa memória, dos melhores livros que já lemos e que - por motivos diversos - não se encontram em nossas prateleiras. Sabe-se que o principal e mais importante motivo do desaparecimento de livro é - simplesmente porque é bom. Ninguém pede emprestado livro ruim. Livro bom some logo, tanto por empréstimo como por esquecimento. Assim iniciamos visitas "virtuais" aos sebos onde os "desaparecidos" podem ser comprados por módicos reais. Num desses passeios foi recuperado esta história do cadáver que ouvia rádio.