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Escravidão

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Escravidão

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Autor: Laurentino Gomes

Editora: Globo

Assunto: História

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 479

Ano de edição: 2019

Peso: 680 g

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Excelente
Marcio Mafra
31/05/2020 às 19:22
Brasília - DF
Aqui no Brasil, mesmo decorridos mais de 130 anos da abolição da escravatura, como em Luanda, Angola, Benim, Cabo Verde os negros
ainda recebem salários menores do que os brancos, são mais perseguidos pela polícia e ocupam funções de pouca ou nenhuma qualificação no mercado de trabalho.

São minorias tanto no serviço público, como nas universidades onde o estudo é gratuito.

São maiorias, somente nas favelas e periferias das grandes cidades, onde convivem com a pobreza cidadã.
Nas favelas falta água tratada, esgoto, energia elétrica, arruamento, transporte público, escolas, assistência à saúde e áreas de lazer.

Sobra apenas o abandono do Estado.

A dor, a tristeza e o sofrimento decorrente do negócio negreiro, ainda repercutem em todos esses lugares.

O leitor ficará surpreso ao verificar como o Brasil se assemelha, em muitos pontos e costumes, a países africanos, muito mais do que às nações do primeiro mundo.


Laurentino Gomes, festejado e premiado autor dos livros 1808 sobre a fuga da família real para o Brasil, 1822 sobre a Independência
do Brasil e 1889 sobre a proclamação da República, relata neste primeiro volume da “Escravidão”, como o Brasil se tornou a maior nação escravagista
do mundo ocidental, ao traficar quase 6 milhões de negros africanos para o seu território.


Como conseqüência, nos dias atuais, o Brasil tem a maior população negra do planeta, depois apenas da Nigéria.

Desde a invasão do Brasil pelos europeus em 1500, e aproximadamente por mais 400 anos, a economia brasileira foi irrigada
com o sangue, o suor, a força e a vida dos escravos, com indeléveis reflexos na sociedade, na cultura, na política e na economia,
observados na construção do país logo após a proclamação da República.

Leitura densa.
Fatos históricos levantados em pesquisas de quase seis anos.
Livro excelente.

Marcio Mafra
31/05/2020 às 00:00
Brasília - DF
Escravidão é o 1º volume da história que abrange um período de 250 anos, desde o primeiro leilão de escravos africanos em Portugal, na manhã de 8 de agosto de 1.444, até a morte de Zumbi dos Palmares, em 20 de novembro de 1.695. O autor explica as raízes da escravidão humana inclusive na África antes da chegada dos portugueses. Relata ainda os motivos do inicio do tráfico de cativos, tanto para o Brasil como para as Américas, indicando os números, os bastidores, os nomes dos grandes traficantes e os lucros do negócio negreiro.
Marcio Mafra
31/05/2020 às 00:00
Brasília - DF
"Na economia escravagista havia até um negócio paralelo, tão constrangedor que nunca recebeu grande destaque na história da escravidão: a reprodução sistemática de escravos, com objetivo de vender as crianças, da mesma forma como se comercializam animais domésticos. Era uma prática tão repulsiva que são esparsos os relatos de experiências conduzidas em Portugal, na Espanha e nos Estados Unidos. Uma delas foi registrada no palácio ducal de Vila Viçosa, sede dos duques de Bragança, a dinastia que assumiria o trono de Portugal a partir do fim da União Ibérica, em 1640, com a ascensão de dom João IV ao poder. Ao visitar o local, em 1571, o italiano Giambattista Venturino se surpreendeu com a existência ali de um centro de reprodução de escravos. Segundo ele, eram tratados da “mesma forma como as manadas de cavalos são na Itália”, com objetivo de obter o maior numero possível de crianças cativas, que seriam vendidas em seguida por preços entre trinta e quarenta escudos. No século XVIII, Edmund Ruffin, fazendeiro da Virginia, também fez um relato sobre as fazendas reprodutoras de escravos nos Estados Unidos. Segundo ele essa era considerada uma atividade normal na região. “Não significa que qualquer pessoa assuma a criação de escravos como um negocio regular, com o propósito de vendê-los: mas, se intencional ou não, todos nós, sem exceção, agimos de maneira a ajudar um sistema que, visto como um todo, é exatamente como nomeei. Nenhum homem é tão desumano a ponto de reproduzir e criar escravos para vendê-los regularmente, como um criador no Oeste faz com seu gado. Porém, cedo ou tarde, é isso mesmo o que acontece.

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Marcio Mafra
31/05/2020 às 00:00
Brasília - DF
Jornais, revistas, rádio e televisão em setembro de 2019 festejavam o lançamento de Escravidão - Volume I, do não menos festejado Laurentino Gomes. O jornal Valor Econômico, caderno Eu e Fim de Semana de 18 outubro 2019 pela letra de Marina Della Valle publicava: "Laurentino arrebatou um séquito de leitores ao examinar momentos cruciais da história brasileira no século XIX. Foram 2,5 milhões de exemplares vendidos . "Escravidão" já estreou na lista dos best-sellers e é o primeiro de mais uma trinca de livros(os outros dois estão programados para 2020 e 2021), desta vez de dicados a uma ferida ainda aberta na história do Brasil e do mundo"

 

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