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O Bobo

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O Bobo

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Autor: Alexandre Herculano

Editora: Gamma

Assunto: Romance

Traduzido por: Não Consta Tradutor

Páginas: 167

Ano de edição:

Peso: 385 g

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Bom
Marcio Mafra
02/11/2004 às 14:43
Brasília - DF

O Bobo é um romance de fundo histórico - semelhantes aos de Victor Hugo - que viveu na mesma época que Herculano.

É uma literatura empoada, embora bem elaborada, típica da época do romantismo, que envolve a vida amorosa, política e social de muitos de personagens. Mas nada muito emocionante nem de lances espetaculares.

O romance se passa no castelo de Guimarães, durante a batalha de Aljubarrota, época da independência de Portugal. O bobo da corte, D.Bibas é o personagem central, cuja ação envolve a vida, os amores e a autoridade de D. Tereza, que ama Fernando Peres, de quem D. Afonso Henriques é inimigo fidalgal.

D.Bibas comete algumas indiscrições com a família real e por isso é açoitado, jurando vingança. O final é previsível, mas é muito bem narrado.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história de D.Bibas, o bobo da corte, que sabia de todos os amores, rancores, ódios e traições da corte. Ele vira heroi porque através de suas artimanhas o rei Afonso Henriques, e alguns membros da corte, conseguem fugir do castelo de Guimarães, utilizando uma passagem secreta que só o D. Bibas tinha acesso. No castelo acreditava-se que uma guerra entre Conde de Trava e o rei D. Afonso Henriques, este sairia derrotado e morto, porque o Conde de Trava dispunha de maiores e melhores tropas, enquanto Afonso Henriques, tinha somente o apoio de uns poucos nobres portugueses.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Apenas Fr. Hilário e o Lidador voltaram costas para se dirigirem a sala do banqete, na qual se achavam reunidos já quase todos os ricos-homens e infanções vindos a solenidade daquele dia, o cavaleiro cruzado se encaminhou apressadamente ao longo da corredoura onde falara com eles. Aquela passagem estreita ia por todo o circuito do castelo, acompanhando o edifício irregular dos paços e suas acomodações e oficinas. De espaço a espaço alargava-se nuns terreirinhos onde se viam amontoados instrumentos e arremessos de guerra. Para esta espécie de pátio desciam escadas de pedra que davam comunicações aos adarves ou andaimos da grossa muralha exterior, e ao lado de cada um deles bojavam para dentro as torres maciças e quadrangulares que defendiam as quadrelas do muro. Nesse ponto a senda, geralmente estreita e soturna, se tomava ainda mais apertada, e as vezes mais tenebrosa porque algumas das torres se ligavam ao palácio por largos passadiços lançados por cirna delas.
Egas Moniz passou sucessivamente três dos terreirinhos, até que afinal parou debaixo do escuro arco de pedra, que se abria na extremidade do terceiro. Este diferente dos outros, em vez de topar nas lisas e altas paredes dos paços, entestava com uma casaria baixa, rota por sete ou oito portais singelos que davam para o terreiro. O teto daquele corpo saliente era um espaçoso terrado que o passadiço ligava com o primeiro andar da torre.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Nada para historiar


 

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