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O Preço da Honra

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O Preço da Honra

Livro Bom - 1 comentário

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Autor: Morris West

Editora: Record

Assunto: Romance

Traduzido por: A B Pinheiro de Lemos

Páginas: 282

Ano de edição: 1986

Peso: 330 g

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Bom
Marcio Mafra
02/11/2004 às 14:29
Brasília - DF

Morris West surgiu no Brasil, pela publicação do Advogado do Diabo. Depois disso foram mais de 20 títulos: Escândalo na Igreja, Alerquim, Concubina, Embaixador, Estrada Sinuosa, Filha do Silencio, Filhos das Trevas, Herege, Kundu, Navegante, Sandálias do Pescador, Terra Nua, Torre de Babel, Fantoches de Deus, entre outros. Todos envolvendo ciúmes, guerras, chantagens, crimes, sexo, dinheiro e poder. O Advogado do Diabo foi um grande sucesso, um ótimo livro. O Preço da Honra, como quase todos os outros títulos, não passam de xerox, ou descaradas cópias, nem sempre muito nítidas da primeira obra.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história de Charles Cassidy, advogado e político, domina a máquina partidária e conquista o cargo de primeiro-ministro estadual...

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

O item seguinte era uma carta de Horstman e Preysing, advogados de Zurique. Tinham o prazer de comunicar ao eminente colega a criação do fundo Rotdrache e de companhias comerciais subsidiárias em Liechtenstein, Monte Carlo, Panamá, Baamas, Hong kong e Bangkok. Todos os recursos, à exceção dos que eram necessários para as operações cotidianas, seriam transferidos para a conta do fundo no UBS - Union Bank da Suíça - em Zurique. O acesso aos recursos e informações seria feito por um código comum, previamente determinado e conhecido apenas pelos administradores do fundo e seus representantes legais. Mais uma vez, Cassidy acrescentara uma observação: ...0 código consiste de uma palavra latina, uma numeração em seqüência, de cinco dígitos baseada nessa palavra, depois outra palavra latina. Até você é capaz de descobrir esta, garoto. Se não conseguir. a resposta está no cassete de número dez, item oito. Mas tente, apenas pelo prazer. É uma pena que não estarei presente para marcar seu tempo! Não era muito complicado. A maioria dos operadores de companhias transnacionais cria séries - Bluebird Canadá, Bluebird Suíça assim por diante. Naquele caso, o nome da série era Rotdrache - Dragão Vermelho. Em latim, tornava-se Draco Ruber. A numeração em seqüência era assim: 3 5 124 DRACO Portanto, o código de acesso era DRACO - 35124 - RUBER. Verifiquei a resposta no cassete de número dez. Experimentei um triunfo infantil quando constatei que estava certo. Depois, o triunfo transformou-se em raiva. Ali estava eu, a mais de vinte mil quilômetros de casa, ainda sendo manipulado por Charles Parnell Cassidy - e ele, ao melhor estilo irlandês, sob sete palmos de terra! Eu estava apenas no começo dos registros, mas os focos de suas atividades já estavam se tornando evidentes, e as sombras nos cantos se aprofundavam. Cassidy fora construtor de um império, e mais cedo ou mais tarde era de se esperar que os esqueletos aparecessem ao lado das trilhas das caravanas ou em torno das fortalezas avançadas. O Inspetor-Detetive Ranke era um mau elemento, mas eu não podia deixar de especular quem pagara o motorista do carro que o matara em Manilha. Se Charles Cassidy, como Gerry Downs afirmava em seu artigo, tinha participação na prostituição, jogo e tráfico de tóxicos em Manilha, então seria fácil contratar um assassino, tanto quanto vender uma garota de dez anos num bar. O bilhete de Cassidy para Marius Melville e a resposta lacônica de Melville estavam versados no jargão da Irmandade - mais compulsória do que qualquer contrato. Assim, com a Irmandade por trás e o Procurador-Geral pela frente, eu estava realmente assediado. Também dispunha de quatro sacos contendo provas criminais, uma pistola e uma quantidade de heroína, por cuja posse era agora responsável perante a lei. Era demais! Poderia controlar o material dos microfilmes, mas o resto era uma bomba-relógio - e eu tinha de me livrar dela. Arrumei tudo e tornei a guardar no cofre.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

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