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101 Experiências de Filosofia Cotidiana

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101 Experiências de Filosofia Cotidiana

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Autor: Roger-Pol Droit

Editora: Sextante

Assunto: Filosofia

Traduzido por: Carlos Irineu da Costa

Páginas: 191

Ano de edição: 2002

Peso: 250 g

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Ótimo
Marcio Mafra
01/11/2004 às 13:47
Brasília - DF

Roger-Pol Droit, filósofo, pensador curioso, inquieto e jornalista do "Le Monde" escreveu - ou organizou - um livro diferente. Não tem enredo com começo, meio e final, mas é um best- seller em quase todos os países europeus. O autor cria formas simples e muito objetivas de se perceber a vida, as coisas e as pessoas, provocando o intercâmbio entre elas. Mas, longe de escrever um tratado sobre questões grandiloqüentes, existenciais, academicamente filosóficas, ele consegue resumir de forma simples, divertida e interessante toda a cadência da vida. Roger-Pol Droit escreve com muito talento, no gênero que hoje se entende por auto-ajuda. Leitura muito boa.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Experiências de Filosofia Cotidiana busca compreender a relação do ser humano com os objetos, coisas e pessoas do dia-a-dia, para contrapor o olhar automático e sem nenhuma emoção que a rotina nos impõe.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Matar alguém mentalmente. Duração: 15 a 20 minutos - Material: nenhum - Efeito: de alívio A proibição dos homicídios, do ponto de vista dos costumes, não é uma má idéia. Seus inconvenientes não são tão terríveis se pensarmos no grande número de mesquinharias e de coisas estúpidas que se multiplicam par toda parte. Se você sentir raiva de um imbecil, de um mentiroso, de uma pessoa má, de um mercenário, não se preocupe. Experimente encenar seu assassinato de forma clara e distinta. Escolha o momento, o lugar, a forma (as armas, os dispositivos). Decida-se claramente entre as opções: morte executada por você mesmo ou por outros sob suas ordens, na sua presença ou não, com ou sem tortura preliminar, com ou sem derramamento de sangue. Represente as diferentes cenas em seus menores detalhes. Não omita o que acontecerá com o cadáver. Enriqueça os detalhes, refine-os, aprimore, não seja complacente. Faça como nos grandes filmes de terror, pense no sangue, nas longas torturas sádicas. Pense nessas mortes com satisfação e saboreie-as por algum tempo. Não se preocupe em despertar em você as tendências ruins que poderiam lhe arrastar em uma corrente de vício. Não é porque matou seu próximo mentalmente que se tomará um criminoso. Pelo contrário. Quanto mais você aceitar esse prazer privado sem nada que se pareça a uma culpa, mais você poderá, tendo se vingado por meio das imagens, respeitar como se deve o direito fundamental do seu próximo, nada morto, à vida e à integridade pessoal. Aquele canalha


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

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