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O Dia Em Que Getulio Matou Allende

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O Dia Em Que Getulio Matou Allende

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Autor: Flávio Tavares

Editora: Record

Assunto: História

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 333

Ano de edição: 2004

Peso: 560 g

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Bom
Marcio Mafra
31/10/2004 às 19:15
Brasília - DF

Flávio Tavares é um importante jornalista, gaucho, 70 anos, que teve a oportunidade de conhecer João Goulart e Juscelino Kubitschek. Quando jovem teve contatos com o ditador Getulio Vargas.



Casualmente, durante seu exílio provocado pela ditadura de 64, aproximou-se de Salvador Allende, além de Frida Kahlo, Che Guevara, Perón e De Gaulle. Por isso o livro está classificado no assunto: história mundial.



Pode parecer um exagero, mas Flávio Tavares arrasta o leitor para a história dos bastidores da políticagem, expondo o lado cruel e nada romantico dos atores políticos.



Assim foi com Jango, em Cingapura, surpreendido no meio da noite, de cuecas, para ser informado que se tornara presidente do Brasil. Juscelino com tendência quase doentia para a contemporização. O caricato Jânio, que "como um caleidoscópio, a cada leve mexida, aparecia com uma nova visão". Lacerda, com a lingua afiada como uma faca, mas seus escrúpulos, nem tanto. Lênin e Stalin embalsamados, expostos em câmara ardente até o desmoronamento da URSS. Allende em Xangai, recebendo a notícia do suicídio de Vargas, como se o destino dele se refletisse num espelho. O Che Guevara, descrevendo a importância dos pés, como se fora uma premonição de seu destino trágico.



A leitura não flui com facilidade, embora o livro seja bem escrito e bem estruturado. Boa e inusitada é a alegoria do título que o autor escolheu para o seu livro, que só se entende ao final da leitura.




Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Histórias que o jornalista Flavio Tavares viu, presenciou e viveu nos centros do poder, entre os anos 1950 e 1960, com os os personagens Getúlio Vargas, Henrique Teixeira Lott, Juscelino Kubsticheck, Jânio da Silva Quadros e João Belchior Marques Goulart.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Sobre Jango há, sempre, uma pergunta inevitável: com tanto poder, por que renunciou? E logo, aos sete meses de mandato!
Tudo foi tão inesperado que só ha hipóteses, que se tornam mais hipoteticas ainda porque ele sempre silenciou até mesmo sobre as conjecturas. Uma tentativa de golpe branco? Ao haver despachado o Vice-Presidente para a União Soviética e a China Comunista, acreditou que o Congresso não aceitaria a renúncia? E que os ministros militares seriam capazes, até, de lhe dar um ultimatum para que ficasse e, dessa forma, evitar o Vice-Presidente que ele tinha mandado namorar aqueles comunistas sovieticos e chineses? Ou que, com Brasilia vazia por ser uma sexta-feira, a discussão iria protelar-se por vários dias e, enquanto isso, o povo exigiria a sua permanencia no cargo? E que, feito isso, ele estaria a vontade para obter "plenos poderes" de um Congresso atemorizado pela pressão popular?
Ou seja, uma tentativa de golpe branco ou autogolpe?
Trabalhar com conjecturas e trabalhar com fantasias, mas o exagero da fantasia, sem duvida, abriu-lhe o caminho do gesto da renúncia. Tal qual o suicida que, numa fração de segundo, tenta liberar-se do peso que lhe cai em cima e aperta o gatilho, mas se arrepende no momento do disparo, na lucidez do instante final, quando porem já não pode voltar atras.
Em tudo Jango exagerava, principalmente nas suas caracteristicas profundas. O amor pelas mesóclises leva-lo-ia, muitas vezes, a errar no idioma portugues que ele pretendia falar tão bem. Exagerava nas mesóclises e nos pronomes. "Comi-a e não gostei-a", diizia-se que ele dizia da deputada Ivete Vargas (jovem, bonita e solteira), por exemplo, e quando foram contar-lhe do exagero, ele exagerou no silencio.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Na folha de rosto, o carinho do Gustavo Mafra: "Caro Papai, Um belo dia, quando conversávamos sobre coisas da vida, você procurou me aconselhar: " - Meu filho, para certas pessoas, não há presente a se inventar ! Para mulheres, por exemplo, dê o que elas gostam: jóias ou maquiagem ! " Eu, no auge da minha reveldia comum à pré-adolescência, me recusei a acreditar. Hoje percebo como eram sábias tais palavras. E acrescento: Para pais, dê a eles o que eles gostam: livros ! Neste meu primeiro dia dos pais como pai, foi um livro que ganhei. E achei bom. Por isso, dou-lhe um também. Feliz Dia dos Pais. Guga. 08/08/2004


 

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