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100 Melhores Histórias Eróticas

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100 Melhores Histórias Eróticas

Livro Bom - 1 opinião

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Autor: Flavio Moreira da Costa

Editora: Ediouro

Assunto: Erotismo

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 635

Ano de edição: 2004

Peso: 1.035 g

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Bom
Marcio Mafra
31/10/2004 às 18:53
Brasília - DF

Coletâneas, cem melhores - do século, do milênio, do ano ou da década, antologias e coisas semelhantes, são editados por motivos que mais interessam a editora, do que por qualquer outra razão. Normalmente são textos pelos quais não é necessário pagar "direitos autorais". O editor procura um organizador de algum renome, provoca debates na mídia especializada, reúne alguns outros colaboradores, busca um bom designer gráfico, e põe para rodar um belíssimo exemplar, que sempre é lançado antes do natal, do dia dos pais, do dia dos professores ou outra data simbólica e ...haja venda. Indubitavelmente, entre cem contos - alguns são excelentes. Entre cem poemas - um ou dois são magistrais. Entre cem qualquer coisa, sempre haverá destaques. Nestas cem melhores histórias eróticas - além dos indefectíveis e chatos Kama Sutra, Platão, Ovídio, Apuleio, Boccaccio, Proust - tem ainda um conto Henry Miller, outro do Dalton Trevisan e Jorge Amado. Os três últimos servem para contrastar o carcomido pelo tempo e o novo. Mas, não é nada muito excepcional. Enfim a velha conclusão: ler, ouvir e comprar antologia, coleção ou seleção de contos, textos, crônicas, músicas, filmes, quase sempre é decepcionante.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Cem histórias eróticas, as melhores, segundo o organizador.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Estou livre. Escola nunca mais. (de Eveline - anônimo - século 9 - Inglaterra) Outra vez o trem para Calais, outra vez os horríveis enjôos. Estou livre. Chega de escola; chega de pensionato para Eveline! Meu pai havia voltado da índia Seu tempo de serviço havia terminado. Ele recebera sua condecoração. Estava agora se aposentando como general-de-divisão. Tinha o peito coberto pelas medalhas recebidas mas, com exceção de alguns arranhões insignificantes, jamais havia sido ferido. Ainda era um homem jovem e vigoroso na flor da idade. Era também o descendente direto de uma antiga família, e era baronete. Eu tinha dezessete anos. Considerava-se que havia chegado a uma idade onde podia dar adieu a rotina educacional. Eu passaria alguns meses em casa, em Mayfair, e aproveitaria a ocasião para receber aulas de música e canto de conceituados professores. Não que minha mãe desejasse minha volta; se havia concordado com relutância, tinha seus próprios motivos. Lady L nunca havia superado sua antipatia pela única filha. Sir Edward, no entanto, tinha um desejo claro de me ter em casa. Era a ele que eu devia minha emancipação. Não nos encontrávamos desde que eu era uma criança de oito anos. Eu tinha grande afinidade com ele. Compartilhava seu desejo de tornarmos a nos encontrar depois de tão longa ausência. Quando cheguei, Sir Edward estava ausente, caçando no Norte. Minha mãe, segundo me informou, estava com crise de reumatismo. Ficou recolhida em seu quarto. Nem por isso deixei de encontrar o que fazer. Eu tinha bastante liberdade. O coche estava a minha disposição. Éramos ricos. A casa era confortável. Os criados eram numerosos e bem pagos. Estavam obviamente radiantes por me acolher na minha casa e por ter alguém para quebrar a monotonia de suas vidas. Logo comecei a fazer distinções entre eles. Havia o lacaio-chefe, John Parker, que era particularmente educado e atencioso comigo. Minha mãe preferia fazer suas refeições em seu quarto no andar de cima. Eu jantava sozinha, exceto quando convidava alguma amiga da minha idade para comer comigo. Nos dias em que estava sozinha, John se permitia sugerir vários dos melhores pedaços dos pratos oferecidos. Cortava-os e arrumava-os sobre meu prato. Ele me interessava. Era um homem de uns trinta e oito anos, não muito alto para um lacaio, mas corpulento e forte. Ignorante que eu era, achava-o formidável em seu elegante libré, com suas ligas douradas, suas meias de seda preta e suas calças curtas de pelúcia carmim. Ele me impressionava muito. Imagino que devo ter demonstrado meu interesse nele de forma óbvia demais. Ele logo se tornou mais atencioso, mais subserviente - mais familiar. - Há quanto tempo trabalha aqui, John? Desde o inicio nunca consegui me condicionar a chama-lo de Parker. - Três anos este Natal, senhorita. - Deve achar isto aqui muito maçante agora que Sir Edward está fora e que o Sr. Percy está no Canadá. Imagino que se divirta na ala dos criados depois de terminar seu trabalho. - Bem, senhorita, não muito. Os outros não são muito divertidos, e o cozinheiro vai embora depois de terminar o trabalho. As duas garotas ficam sentadas no andar de cima com a criada de minha senhora. Permita-me dizer, senhorita, que a casa não é mais a mesma agora que está aqui. Ela parece cheia de vida - pelo menos para mim, senhorita. - Onde está minha criada, John? Ela não trouxe meus sapatos. Não consigo mais suportar estas botas, estou cansada. - Mary está lá em cima, senhorita, devo chama-la? - Não, John, se você pudesse fazer a gentileza de desamarrar esses cadarços, posso me sentar mais confortavelmente à mesa. Estendi o pé. Coloquei-o sobre um banquinho. John se inclinou sobre ele. Começou a tentar desfazer o nó. Sua mão tremia. - Parece que você não á exatamente a criada de uma dama, John, mas mesmo assim acho você muito gentil. John deu um risinho. Dei um chute de leve com o pé. Meu chute tocou suas calças de pelúcia. - Ah, você está me machucando, John Não ... Não seus dedos ... E o cadarço na parte de trás do peito do pé ... Aqui, está vendo - Ele segurou meu pé. Tocou meu tornozelo. - E bem ai, John, por favor, massageie um pouco. John começou a massagear meu tornozelo. Enquanto massageava, eu também balançava o pé para frente e para trás por cima das calças de pelúcia. Algo duro pareceu crescer sob meu pé. - O que tem no bolso, John? Uma flauta? - Não, senhorita, não tenho talento para música. Não toco nenhum instrumento. o homem ficou escarlate como as próprias calças, bastante confuso. - Parece-se exatamente com uma flauta, John, e está ficando cada vez maior. Empurrei minha pequena bota de pelica mais para perto da coisa, a mão de John agora estava na barriga da minha perna, e era evidente que minha meia fina de seda preta o encantava, porque ele fingiu se demorar onde estava. Fiz meu ar mais inocente e infantil. - Todos os homens têm essas coisas ai, John? As meninas na escola me falaram muito sobre elas. - Não sei, senhorita, suponho que sim. Eu ... francamente! Senhorita! Tenho medo de que chegue alguém. - Não fique alarmado, John, não vai chegar ninguém. Quero senti-la. - Bom Deus! Senhorita ... Se descobrissem ... Se me descobrirem, vou perder o emprego. - Mas você não vai contar, John, vai! - Ora, não, senhorita! Mas a senhorita pode falar sem querer. Atirei-me para a frente. Empunhei o objeto dentro de suas calças vermelhas de pelúcia. John ficou muito parado, respirando fundo. - Bom Deus, senhorita! Se eles aparecerem, se nos descobrirem! - Estão todos lá em cima ... Estamos sozinhos Preciso senti-la. Eu sei o que é, John. Minha nossa! Como lateja ... Como esta ficando grande agora ... Deixe-me senti-la. O lacaio se submeteu de bom grado. Estava claro que aquilo não o desagradava em absoluto. Era óbvio que ele estava gostando do meu dedilhado. Com malicia, abri o botão lateral de sua braguilha. Audaciosamente coloquei a mão lá dentro. Deslizei a mão depressa por sua barriga. Vi que sua bonita camisa limpa estava toda morna. Então minha mão empunhou seu membro. Afastei a camisa. Agarrei seu membro nu. Era muito avantajado e grosso. Ainda estava endurecendo. Dei-lhe um puxão de repente. Agora estava empinado junto de sua barriga. - Está gostoso, John? - Bom Deus! Sim, senhorita, está divino, mas tenho medo de nos pegarem. Ele parecia ter um membro enorme, não tão comprido quanto o do medonho concierge, mas muito grosso e forte. Consegui puxar a pele para trás. Senti na ponta um botão grande, macio, garboso. Ele se virou para mim. Estava facilitando meu toque, mas o espaço era confinado demais para me permitir dedilhá-lo como queria. Nesse instante a campainha da frente tocou. Retirei a mão. John abotoou a braguilha. No minuto seguinte, ele estava abrindo a porta com o ar altivo de um mordomo capaz de esmagar o visitante com um olhar. Comecei a trabalhar na elaboração de um plano para atingir o maior dos meus desejos. Há algumas coisas que é preciso fazer por si mesmo. Tomei coragem para a ocasião. Fui a uma rua tranquila no Soho. Havia reparado em uma loja modesta aparelhada como uma botica - remédios e afins, como dizemos em Londres. Entrei. Eu havia escolhido o horário calmo do início da tarde. Não havia ninguém na loja. Um atraente jovem lauro veio da sala dos fundos. - Bom dia. Quero uma seringa - uma seringa feminina; mostre-me o que tiver de melhor. - Certamente, senhorita, queira me acompanhar. Ele me conduziu até a outra ponta do balcão. Tirou de uma gaveta vários exemplares do artigo em questão - São todas boas, mas esse modelo é o que recomendamos especialmente. É feito de vulcanite. Não quebra nem machuca. Examinei-as com um ar profissional. - Sim, tem razão. Levarei a que o senhor recomenda. Ele provavelmente viu que eu estava pouco a vontade no manuseio da coisa. Encarei-o com um sorriso. Seus olhos brilharam. - Entende como deve ser aplicada, senhorita? - Bem, talvez não corretamente. Dessa vez ele sorriu. Eu ri baixinho. - Como se enche, e com o quê? - Temos sempre um detergente pronto, senhorita. Se quiser esperar um instante, pegarei um pouco d’água e explicarei como deve ser feito. Assenti devagar. Ele entrou na sala dos fundos. Alguns instantes depois, voltou. - Por favor, entre aqui, posso mostrar-lhe como funciona. Segui o jovem atraente e louro. Ele encheu a seringa de água e tornou a esvazia-la dentro de uma bacia. - A senhorita deve sempre limpa-la depois do uso e recoloca-la direitinho na caixa ... Assim. Tornei a rir baixinho. O rapaz também riu. Fui perversa o bastante para estimular sua hilaridade. Ele obviamente me tomou por um membro representativo de uma classe a qual não tenho a honra de pertencer. Decidi fazer sua vontade. Ele ficou mais familiar. - Afinal, não se parece em nada com a coisa de verdade. Gostaria que eu experimentasse para a senhorita? Eu ficaria encantado em servi-la. - Obrigada, mas eu preferiria a coisa de verdade, se ela por acaso funcionar como a imitação. O senhor provavelmente não tem nenhuma em estoque? Dessa vez ele riu com vontade. Olhou em volta. Compreendemo-nos em um instante. Ele me pegou pela cintura. - Seu diabinho lindo! De onde você é? - Temos mesmo certeza de estarmos sozinhos? E se alguém entrar na loja? - Terá que esperar. Posso fechar a porta. Está vendo, há uma cortina de musselina. Podemos ver lá fora. Eles não podem ver aqui dentro. - Então experimente a coisa de verdade ... se tiver uma! Ele havia despertado meu desejo. Era muito bonito. Ele trancou a porta. Empurrou-me em direção a um sofá de couro. - Está mesmo dizendo que vai me deixar fazer o trabalho por você, hein? Você é muito linda, sabia? Nunca vi moça mais linda. Está tão bem-vestida. Não sou rico, sabe, você não vai querer me importunar depois? - Não lhe peço nada. Não gostaria de decepciona-lo. - Ah, meu Deus! Que divertido! Nunca tive tanta sorte. Que delícia são seus beijos! Deixe-me sentir. - Onde esta sua seringa? Ah, minha nossa! Que beleza! Mas é muito maior do que a imitação. Beije-me! - Sim, muito maior e quase tão dura. Também tem quase a mesma capacidade, como você logo vai descobrir. Ah, seus beijos são uma delícia. Segurei seu membro com minha mão enluvada. Os dedos dele estavam em minha fenda molhada. Ele era maravilhosamente bem-formado - não tão grande quanto o concierge. Eu estava tremendamente excitada. Ansiava para ele "fazer o trabalho", como dizia. Ele estava completamente ereto. Não precisei esperar muito. Não tive nenhuma modéstia. Fingi saber como agrada-lo melhor. Representei o meu papel. - Rápido ... Eu a quero! Venha! Suspendi todas as minhas roupas. Ele viu toda a minha nudez. - Meu Deus, que pernas bonitas! Que meias elegantes! Que lindas botinas. Meu Deus! Ah ... Que sorte! O rapaz subiu em mim depressa. Um instante depois eu o senti penetrando minha órbita. Minha fenda queimava de desejo. - Meu Deus, como você é apertada ... Fique quieta ... Esta entrando agora. Ah, meu Deus, que gostoso! Estou bem dentro de você agora! Era verdade. Senti o prazer do coito pela primeira vez com um homem adulto. Não conseguia falar - só conseguia soluçar e gemer no êxtase daquele abraço. Agarrei-o pelos ombros. Senti os pelos finos de sua barriga em minha pele. Ele arremetia com força. Seu membro foi ficando mais rígido e mais duro. Parecia chegar ao limite da minha capacidade. O prazer era divino. - Ah, Jesus! Vou gozar! Vou ... gozar! Ah! Ah! Ah! - A seringa! A seringa! De tudo para mim! O rapaz ejaculou - em vários jatos. Ele havia dito a verdade. Sua seringa era grande. Seu esperma espirrou dentro de mim como uma inundação. - Seu diabinho lindo! Você é uma delícia de tão gostosa. Agora precisa usar a imitação. Vou pegar um pouco d’água. - Obrigada. Lembre-se de limpar sua seringa e recoloca-la na caixa com cuidado. Voltei para casa a pé. Agora não tinha mais medo de John


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Na folha de rosto: "Picas! Grana! É tudo Grana." Com esta forte frase, meu sábio pai resumiria o que move o mundo. Este livro mostra que por trás da grana pode haver algo mais. O tema "sexo" às vezes marginal, outras vezes, é o próprio fulcro da arte. Pode ser uma forma de obter a grana ou o fim a que a grana se presta. Enfim, a reunião de histórias de autores tão, digamos, picões, leva à reflexão de uma versão adaptada da emblemática frase inicial: Picas...Pica! Feliz Dia dos Pais. Rafael 8/8/04"


 

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