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A Utopia do Brasil

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A Utopia do Brasil

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Legrand

Editora: Soler

Assunto: Ciencia Politica

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 208

Ano de edição: 2004

Peso: 340 g

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Ruim
Marcio Mafra
31/10/2004 às 20:51
Brasília - DF

Legrand faz um livro com constantes citações do Diogo Mainard - jornalista contratado pela revista Veja para ser o "espírito de porco" nacional. Alguns outros jornalistas e um obscuro cientista político também são sistematicamente citados. Utopia do Brasil não chega a ser coletânea, nem seleção de textos jornalísticos. Livro que mais parece uma mixórdia literária e não possui qualquer fio condutor lógico, nem ilógico, nem utópico. Cita, com destaque Abraham Lincoln, Rui Barbosa, Emerson Kapaz, Millôr Fernandes, Indira Ghandi, parece livro do crioulo doido. Como se trata de uma alegoria - pretensamente intelectual - sai pela tangente buscando no título o surreal, como se previsse o Brasil no ano 2021. Bestagem pura, copilada pelo autor como se fora um alerta da miserabilidade politica, social, religiosa, empresarial, governamental, legislativa e judicial que vive o nosso país no inicio deste milênio.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

História surrealista passada no ano de 2021, onde o Presidente Getúlio Kubitschek Cardoso, promove grandes e importantes mudanças na estrutura do país. Imposto único de 10%; extinção de salários para políticos; nova legislação trabalhista, desonerando as empresas e criando o salário mínimo de R$ 700,00 com a conseqüente solução para a crise da previdência e muito mais.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

O Presidente Getúlio era um homem que reunia as características de um estadista de elevada estatura. Externava grande preocupação com a classe trabalhadora e em seu projeto de governo priorizara soluções urgentes que abrandassem o desemprego e o aviltamento dos salários, sobretudo o salário-mínimo. Tinha especial preocupação com a questão dos jovens, sem oportunidades no mercado de trabalho, que engrossavam as estatísticas de mortes e criminalidade. O mais recente diagnóstico da Unesco mostra o crescimento dos homicídios envolvendo jovens de 15 a 24 anos. O crime tem muitas causas: pobreza e desemprego, educação deficiente, tensões sociais etc. seria um erro ignorar o peso da perspectiva de impunidade, provocada por deficiências na capacidade de repressão do Estado. O Globo, Opinião. Seu desafio era superar as falhas organizacionais, as disfunções sistêmicas e o terrível atraso na máquina do país. Sua meta era criar estruturas novas e paralelas. Essas estruturas, enxutas e modernas, iriam substituir gradualmente as antigas e carcomidas estruturas. Seu objetivo era construir um novo Brasil, com estado mais leve, mínimo, nos limites das suas funções mais básicas. A visão futurista do Presidente Kubitschek enxergava um Brasil com livre mercado, deixando a iniciativa privada a condução das rédeas para o crescimento equilibrado e o domínio de tecnologias próprias. Acreditava firmemente que era possível exportar nossas empresas e nossas idéias, criando canais seguros para entrada de capitais no país, sem o risco do capital especulativo que, durante anos, nos manteve na gangorra da agonia.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Fred Monteiro Filho me presenteou este livro no meu aniversário de 2004.


 

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