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Nós O Povo - A Revolução de 1989

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Nós O Povo - A Revolução de 1989

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Autor: Timothy Garton Ash

Editora: Companhia das Letras

Assunto: História

Traduzido por: Tomás Rosa Bueno

Páginas: 167

Ano de edição: 1992

Peso: 205 g

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Excelente
Marcio Mafra
30/10/2004 às 17:05
Brasília - DF

A Revolução de 1989 irrompeu de repente em Varsóvia, Budapeste, Berlim e Praga, como num passe de mágica e jogou a pá de cal no regime comunista desses países. O mais impressionante é que Timothy Ash estava lá vivendo e testemunhando a falência do império soviético. Parecia um dominó: O "solidariedade" vencia e assumia o governo Varsóvia. Em seguida Imre Nagy saiu pela porta do fundo em Budapeste. Na seqüência o desmanche do muro de Berlim e a consagração de Vaclav Havel em Praga. Ao final da leitura fica a questão "existencial": tudo bem, o comunismo acabou em 1989, mas será que a Polônia, Hungria, Alemanha e República Checa vão viver sob o tacão do Império Americano, ou num futuro mais remoto, do Império Chinês? Será que as nações serão sempre dominadas por outro povo? Faz lembrar a frase que Galileu Gallilei grita para a platéia, na famosa peça de Bertolt Brecht: "Infeliz o povo que precisa de heróis". Livro ótimo, tradução caprichada, leitura boa, relatos brilhantes.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história da queda do comunismo em Varsóvia, Budapeste, Berlim e Praga, contada pelo jornalista e historiador Timothy Ash.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Dia 28 de dezembro, a Assembléia Federal elegeu Dubcek e, dia 29, sob a presidência de Dubcek, em uma cerimônia festiva no salão da coroação do Castelo de Praga, Vaclav Havel foi eleito presidente daquilo que ainda era chamado de Republica Socialista da Tchecoslovaquia. Seguiu-se uma missa solene na catedral, conduzida pelo homem que Vaclav Maly dissera ser o terceiro grande símbolo desses acontecimentos, o cardeal Frantisek Tomasek. À noite houve uma esplêndida festa, e o povo dançou nas ruas. Havia um segundo presidente-libertador na cadeira de Masaryk. É claro que haveria inúmeros obstáculos no caminho para as eleições livres, marcadas para junho de 1990. No entanto, a menos que ocorresse um grande desastre (interno ou externo) parecia agora certo que a Tchecoslovaquia estava no mesmo caminho que a Polônia e a Hungria, que a Alemanha Oriental (de maneira especial e complicada) e, talvez, que a Bulgária e a Romênia: o caminho do comunismo para a democracia. A ruptura acontecera. Os "dez dias" levaram 24. Aquilo que eu descrevi aqui é apenas uma pequena parte da história, ainda que central. Existem muitas outras partes vitais que outros terão que contar: por exemplo, a historia do ponto de vista do Partido e, por que não, os detalhes das negociações reais. Ainda é cedo para fazer um balanço. Mas já se podem aventurar algumas reflexões provisórias. Por que aconteceu em novembro? A verdadeira pergunta seria outra: por que não aconteceu antes? Historicamente, a Tchecoslovaquia era o Estado mais democrático da região antes da guerra. Geograficamente, Praga está a oeste de Viena. Culturalmente ela é a cidade européia central. A lacuna entre o pays réel e o pays légal surrealista e mentiroso - o reino do esquecimento de husák - crescia cada vez mais.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

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