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Visivel Escuridão

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Visivel Escuridão

Livro Bom - 1 comentário

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Autor: William Golding

Editora: Francisco Alves

Assunto: Romance

Traduzido por: João Guilherme Linke

Páginas: 245

Ano de edição: 1982

Peso: 295 g

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Bom
Marcio Mafra
30/10/2004 às 11:16
Brasília - DF

Visível Escuridão do festejadíssimo William Golding, prêmio nobel de literatura de 1983 é um livreco. Embora o estilo seja o mesmo adotado em Ritos de Passagem, o autor não conseguiu repetir o sucesso daquele. Evidência clara de que nem os gênios conseguem escrever uma obra-prima por semana. Os personagens - muito mais numerosos que o desejável - o pregador religioso, o velho livreiro, o pederasta, o professor místico, as gêmeas - servem de escada para as teorias de vidas e rostos vazios. Ruim de ler.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Uma história complexa, repleta de metáforas e alegorias, contrapondo a escuridão em que vivemos atualmente, à civilização do gás néon e da informática, ou, a luminosidade intensa das "usinas de energia atômica" com os apagões provocados pela falta de energia,

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A Runways Viagens era chato, porem pouco exigente. Apesar do que dissera ao pai, ela continuou indo lá todos os dias, e a esposa do gerente arranjou-lhe um quarto que era bom, mas caro. A esposa do gerente produzia peças para um pequeno grupo de amadores e convenceu Sophy a representar, mas ela não era melhor do que Toni. De vez em quando saia com rapazes, mas atalhava as chatices de sexo. O que realmente lhe agradava era ficar deitada em frente da televisão e olhar os programas indiferentemente, anúncios e ate a Universidade Aberta, e deixar que tudo passasse por ela. Às vezes ia ao cinema, geralmente com algum rapaz e uma vez com Mabel, a loura magricela que trabalhava perto dela, mas não se divertia muito. Às vezes se perguntava por que nada lhe importava e por que ela sentia que podia muito bem deixar que a vida lhe escorresse dos pulsos se quisesse, mas geralmente não pensava em nada. A coisa na boca do túnel manobrava uma mocinha bonita que sorria e namorava e por vezes chegava a mostrar-se circunspecta - "Sim, entendo 0 que quer dizer! Estamos destruindo 0 mundo!" Mas a coisa na boca do túnel dizia em silêncio: E dai? Alguém - papai? a faxineira? - mandou-lhe um postal de Toni. Desta vez a legenda da fotografia era em caracteres árabes Toni dizia simplesmente: "Eu (depois riscara o eu), nos precisamos de você!!" Nada mais. Sophy largou-o na estante da cabeceira e esqueceu-o por completo. Agora tinha dezessete anos e não se deixava embromar pela hist6ria de que eram inseparáveis. Um cavalheiro ponderoso e respeitável começou a freqüentar o seu balcão e a perguntar sobre cruzeiros e vôos que provavelmente não tinha a intenção de utilizar. Na terceira visita ele a convidou para sair e ela aceitou de um modo meio exausto, já que é o que se espera de uma garota de dezessete anos e bonita. Ele era Roland Garrrett, e depois que saíram duas vezes - da primeira foram ao cinema e da segunda a uma discoteca onde não dançaram porque ele não sabia – ele disse que ela devia alugar um quarto na casa da mãe dele.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Nada para comentar sobre a existencia do livro na prateleira


 

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