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Livro Bom - 1 comentário

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Autor: Christopher Buckley  

Editora: Companhia das Letras

Assunto: Romance

Traduzido por: Celso Nogueira

Páginas: 309

Ano de edição: 1996

Peso: 360 g

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Bom
Marcio Mafra
24/10/2004 às 23:03
Brasília - DF

Buckley não é nenhum grande romancista de nome, apelido e sobrenome. Ele não se assemelha ao Machado de Assis, James Joyce, Eça de Queiroz, Paulo Leminski, Jorge Amado ou Josué Montelo, nem a outros menos votados. Mas a história do Nick Naylor é uma verdadeira baforada lançada com graça e pouco talento, no falso moralismo americano. O livro reforça a tese de que entre todos os estudos científicos sobre o cigarro, ainda não apareceu um sequer, para provar, inexoravelmente, que fumar faz mal à saúde. Fumar era considerado um ato de prazer, difundido com sensualidade pelos filmes de Hollywood. O cigarro é um complemento capaz de confundir-se de corpo e alma, com quem o fuma. É masculino em mãos masculinas, feminino, em mãos femininas. Referência de sofisticação em alguns ambientes, símbolo de rebeldia para os jovens e instrumento de quietude para os idosos. Um silencioso aliado nos momentos de solidão e companheiro solidário nos momentos de dor e reflexão. Ninguém é inocente ao fumar. O cigarro tem, ou teve um papel importante e significativo na vida de quem fuma, ou já fumou. De glamouroso o cigarro passou a algoz. Seus opositores de hoje - certamente inveterados fumantes de ontem - não se contentam mais com uma vigilância constante, que ultrapassa as barreiras da intolerância, para punir aqueles que, por opção, continuam fumando. Até onde alcança a retina da memória, nos idos de 60, o cigarro servia aos jovens como instrumento de auto-afirmação. Na metade da década de 70, começou a ser banido, por meio de campanhas muito bem orquestradas, a partir dos EUA. À medida que o cigarro ia sendo banido, crescia a ascensão da maconha, do LSD, da cocaína e outras drogas - legais ou não. É muito edificante a preocupação dos norte americanos pela saúde e pela integridade dos pulmões dos latinos americanos. O livro não é lá essas coisas. No final, a história do livro não é degradante. Nem o cigarro.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história de Nick Naylor, um lobista que defendia o cigarro, por dinheiro, paixão e desafio.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Nick telefonou para o Capitão Alarmou-se quando a secretaria contou que ele estava no hospital. "Não se preocupe", ela disse, "só manutenção." Segundo a moça, as válvulas de porco instaladas em outras pessoas deram problemas, e os médicos do Capitão não queriam correr nenhum risco. Faltava firmeza na voz dele. "Alô? Não, diacho. Não quero movimentar os intestinos. Já lhe disse isso quatro vezes, não é da sua conta. Alô? Nick, meu filho! Que bom ouvir sua voz! Como tenho passado? Estava ótimo, até que me arrastaram para ser torturado neste calabouço medieval horroroso. Sabe onde está o problema da saúde neste país? Nos hospitais." Ao fundo, Nick ouvia a enfermeira do Capitão, cuja voz soava como a de uma senhora de meia-idade, negra, super autoritária Exigia que ele largasse o telefone para resolver problemas mais importantes. Sendo sulista, o Capitão nada podia fazer contra ela. Pouco lhe importava que fosse o Capitão, titã da indústria, o sujeito mais importante de Winston-Salem. "Ugo para você mais tarde", ele disse, "logo que eu resolver o problema com esta senhora." E telefonou mesmo, dez minutos depois. "Só pretendo receber ordens dela quando fizer frio nas regiões infernais." No fundo, Nick ouviu: "Não sairei daqui enquanto não tomar o comprimido." "Já tomei o maldito comprimido. Vi você no programa do Larry King na noite passada. Saiu-se muito bem. Grande atuação. Uma pena que seu seqüestrador não tenha ligado.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

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