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Stella Manhattan

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Stella Manhattan

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Autor: Silviano Santiago

Editora: Nova Fronteira

Assunto: Romance

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 275

Ano de edição: 1985

Peso: 325 g

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Bom
Marcio Mafra
24/10/2004 às 21:00
Brasília - DF

Silviano Santiago é um professor de literatura e escritor importante que se utiliza da técnica conhecida como entrelaçamento ou cruzamento das diversas linguagens literárias. Tem mais de uma dúzia de livros. Recebeu o Prêmio Jabuti nas categorias de romance e conto. Stella Manhattan percorre a vida em Nova York dos exilados políticos da década de 70, com a narração de seus conflitos, dramas e frustações. Longe de uma leitura difícil, também não é leitura fácil. O livro está mais para ensaio, que para romance.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história de Stella Manhattan é a vida de pessoas que não se adaptaram no exílio, misturado com a visão do mundo paranóico em que viveram, entrecortado de lances de aventura e mistério.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Chiquinho era um mentecapto. Por qualquer coisa, Aníbal mandava ele lamber sabão ou plantar cará, quando não lhe pedia para ele ir ver se Aníbal não estava na esquina. Chiquinho se entristecia com as maldades e as constantes humilhações e foi pouco a pouco perdendo a fala e a espontaneidade. Começou a se descuidar da conservação e limpeza da cadeira de rodas. Aníbal embirrava na hora de ir para o colégio e não se deixava transportar para a cadeira, nesta imundice eu não vou. Saia a mãe do quarto em busca do pano úmido, flanela e cera, e Chiquinho se abaixava para uma geral, enquanto Aníbal, da cama, ia-lhe indicando as tarefas. A mãe ficava impaciente: "Depressa, Chiquinho, que o Aníbal não pode perder a primeira aula." Chiquinho não sabia a quem atendia. Entre os dois, Chiquinho ficava mais e mais desgostoso. A roda esquerda da cadeira entrou numa falha do calçamento e tombou para lado. Aníbal foi ao chão. Estavam defronte do colégio Foi um deus-nos-acuda, Aníbal pondo a boca no mundo e dando murros no indefeso Chiquinho que procurava endireitar a cadeira e o corpo pesado de Aníbal nela. Aníbal exigiu a presença do pai à saída das aulas. Foi, e de propósito. Maldade, vingança, o monstro. Venceram a indignação e os berros de Aníbal


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

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