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Mais Forte Que O Amor

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Mais Forte Que O Amor

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: A J Cronin

Editora: Record

Assunto: Romance

Traduzido por: Hamilcar de Garcia

Páginas: 348

Ano de edição:

Peso: 390 g

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Ruim
Marcio Mafra
23/10/2004 às 18:01
Brasília - DF

Açúcar-demerara Mais forte que o amor é uma história trouxa, do tipo "domingo alegre da bondade" onde os personagens sonham com o amor lindo, cavalo azul e casal maravilhoso. O final da história de Stephen, além de previsível é tosco, mal acabado e ruim.




Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história de Stephen, um nobre inglês que larga sua noiva, herdeira de uma vasta fortuna, para viver a vida de um pintor vagabundo, boêmio, extravagante e pobre, como um mendigo, mergulhado na contemplação da beleza e da arte.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Três dias mais tarde, quando estavam a meio caminho entre Lera e Málaga, a verdadeira dificuldade começou. Tinham parado a beira da estrada, a sombra de umas corticeiras, para o seu costumeiro descanso do meio-dia. O sol, filtrando-se através dos ramos enfezados, fazia desenhos caprichosos no aterro. Ao lado deles, na sombra da carroça levantada, o burro estava absolutamente imóvel, passivo como uma estátua modelada em barro. Queimado pelo sol, carrancudo, barbudo, com a camisa suja e rasgada, Stephen parecia um vagabundo. Peyrat, com um pé descalço, tinha enrolado as calças até os joelhos. Embora sempre mantivesse uma espécie de pudor de solteirona a respeito da sua própria pessoa, voltou-se para Stephen após um período de silêncio. - Minha perna esta doendo. Oller dá uma olhadela? Stephen se aproximou e olhou descuidadamente. Então, inquieto pelo que via, examinou-a mais detidamente. Mesmo sabendo que o calcanhar escoriado estava incomodando Peyrat - em várias ocasiões ele o observara dispensar as botas apertadas e manquejar de pés descalços na poeira da estrada, nunca suspeitou que tal estado tivesse se agravado tanto, o pé direito estava inchado e inflamado, o calcanhar ulcerado. - Então? - perguntou Peyrat, observando de perto a expressão do outro. - Você não pode caminhar mais. Pelo menos por enquanto - disse Stephen, procurando falar num tom confiante. - E o que acha? - Está provavelmente um tanto infectado. Vamos ver o que podemos fazer. Apanhou a camisa que tinha na valise e rasgou-a em várias tiras. Umedecendo-as com água, que agora sempre carregava num velho garrafão de vinho, limpou a parte em carne viva e inflamada o melhor que pode e depois aplicou uma atadura frouxa e úmida.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

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