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Marinheiros e Professores

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Marinheiros e Professores

Livro Bom - 1 comentário

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Autor: Celso Antunes

Editora: Vozes

Assunto: Crônica

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 112

Ano de edição: 2000

Peso: 140 g

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Bom
Marcio Mafra
19/10/2004 às 16:06
Brasília - DF

Crônicas, que mais parecem parábolas ou reflexões. Leitura fácil, simpática e leve.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Cinqüenta e duas crônicas que versam sobre o ensino e o professor.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Antônio Figueredo vulgo Tonico migrou para a grande cidade, encantado em ser policial. Ingressou e fez carreira e tempos depois destacou-se como guarda de trânsito. Passava o dia dirigindo fluxos de veículos e fez das cores vermelho, amarelo e verde o símbolo de seus desafios. Sem que percebesse como adotou para sua conduta pessoal os sinais de trânsito coloridos e quando conversava consigo mesmo eram esses os ícones que adotava: - Ah isso eu posso comprar, minhas reservas estão verdes!. .. Calma lá não coma muito que seu peso já esta no amarelo ... nada feito com o programa de domingo, estou no vermelho ... Incendiado de paixão por Marlene resolveu acompanhá-la em seu curso universitário A principio apenas pela gratificação da companhia depois, pela embriaguez dos resultados colhidos, concluiu o curso e descobriu-se professor. Não abandonou a antiga profissão mas soube equilibra-la com a nova. Guarda de trânsito durante o dia professor de Historia a noite. Em pouco tempo colheu dos alunos e colegas a mesma simpatia que arrebatava em seu serviço como policial. Deixava sempre muito claro para todos os seus alunos: - Pois e amigos a atitude verde abriga posturas aceitas e desejadas; significa brincar somente em momentos permitidos, ligar-se aos conteúdos indagar pelas dúvidas cumprir as tarefas, viver a historia como se o tempo de ontem chegasse agora ... - E o amarelo, professor? - O amarelo encontra-se em algumas atitudes não corretas, mas que de uma certa forma eu posso aceitar, vez por outra. Assim, quando eu parar a explicação e olhar firme para você, perceba-se amarelo e chegue-se ao verde. Está claro? - C1arissimo, mestre. Nem precisa nos falar do vermelho. E, realmente, Tonico muito poucas vezes precisou. Substituiu "broncas" por avisos amistosos, protestos por lembretes sorridentes: - Calma lá, Vladimir ... desligue-se desse amarelo ... E você, Cecília, chegue mais ao nosso verde ... Atenção, pessoal, essas idéias constituem os ganchos do assunto, não vão se distrair e envolver-se em um vermelho ... Diziam os chineses com sua milenar sabedoria que não importava a cor do gato desde que comesse o rato. Não importava o símbolo, o essencial e que Tonico levava seus alunos a perceberem os limites, a compreenderem a essência das regras. Disciplina em sala de aula e isso aí, pessoal.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Na folha de rosto: A professora Edite. Parabéns pelo "nosso dia"... Com o meu carinho e o reconhecimento pela sua dedicação. Um abraço da admiradora e amiga Iracema. Brasília 15/10/2001. Escola Classe 304 Sul.


 

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