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O Riso dos Velhos Deuses

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O Riso dos Velhos Deuses

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Frank Yerby

Editora: Record

Assunto: Romance

Traduzido por: A B Pinheiro de Lemos

Páginas: 305

Ano de edição: 1977

Peso: 295 g

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Ruim
Marcio Mafra
19/10/2004 às 15:45
Brasília - DF

Livro e história ruins. Muito ruim. O Riso dos Velhos Deuses é livro Mac Donald, e utiliza o mesmo estilo dos americanos: Morris West, Jack Higgins, John Grisham, Mário Puzzo, John Le Carré, Sidney Sheldon, Harold Robbins, Hermann Hesse, JM Simmel, Janet Dailey, Stephrn King, Tom Clancy e outros menos votados. Todos fazem lembrar o que disse Millor Fernandes, à Revista Veja em outubro de 2005; "os estrangeiros, porém, todos escrevem best-sellers que vendem bastante e fracassos totais que vendem ainda mais." Frank Yerbi achou um filão para faturar e o fez com muita competência, mas escrever um bom livro, bem... , isso é outra história. A história do sanguinário ditador Miguel Villalonga e do jornalista Peter, é quase história do coelhinho da Páscoa contra o Lobo Mau do Chapeuzinho Vermelho que não faria rir nem aos novos e nem aos velhos deuses.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Peter, correspondente de um jornal de Nova York e figura central da história, se vê envolvido no movimento político local, onde impera o Ditador Villalonga.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Peter sabia onde ficava o Barrio de la Negra. Era um bairro miserável, com cortiços e favelas, incontáveis pequenas fábricas. E também imensos armazéns, como o que pertencia a Sua Excelência Era chamado de "Bairro da Negra" porque tinha uma Virgem preta como azeviche em sua igreja mais antiga. A tradição dizia que a imagem fora lançada na praia pelas ondas. Não visava especificamente a representar uma negra, mas assim ficara por ter sido esculpida em ébano. Certa ocasião, Tim O'Rourke tentara comprá-la da igreja, com a idéia, inspirada por algumas doses de uísque, de matriculá-la na Universidade de Mississipi. E já escrevera a frase com que a apresentaria: "A Rejeitada, Mãe de Deus!" Mas o povo do barrio tinha uma devoção genuína por la Negra. Tim tivera que renunciar a idéia e fora mesmo obrigado a deixar o bairro com alguma pressa. Peter não foi direto para o Barrio de la Negra. Passou primeiro em seu apartamento, para pegar a Rolleiflex e o flash eletrônico. Foi somente quando estava descendo a escada que a idéia lhe ocorreu. Saíra da casa de Vince, passando por um exército de policiais, permanentemente desconfiados. E ninguém pensara em detê-lo! Entrara no Jaguar branco de Alicia, que chamava mais atenção que o Lincoln. E a Guarda Civil Armada, que deveria estar vigiando os carros estacionados, não aparecera para intercepta-lo. O próprio comportamento de Alícia, que por si só teria sido suficiente para que qualquer natural de Costa Verde fosse fuzilado no mesmo instante, tinha sido aceito por Miguel Villalonga com uma complacência entediada. Ou será que não? E não era apenas isso: a própria Alícia aceitara com muita facilidade a recusa dele em leva-la junto. Peter ficou por algum tempo sentado ao volante do carro branco, o olhar perdido na noite. Depois, acionou o motor e saiu em disparada pelas mais desertas....


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

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