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O Advogado

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O Advogado

Livro Ótimo - 1 comentário

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Autor: John Grisham

Editora: Rocco

Assunto: Romance

Traduzido por: Aulyde Soares Rodrigues

Páginas: 353

Ano de edição: 1998

Peso: 420 g

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Ótimo
Marcio Mafra
19/10/2004 às 12:32
Brasília - DF

John Grisham é advogado militante nos EUA. Nunca brilhou como profissional do Direito, mas é um sucesso inquestionável - de público e de bilheteria - como escritor. Escreveu mais de 20 livros, sempre ao redor do direito. De sua autoria: O Dossiê Pelicano, O sócio, e este O Advogado. Nenhum é obra-prima da literatura, mas é bom. Leitura para distrair, limpa, sem muita apelação, nem muito heroísmo O final é previsível, mas a leitura tem emoção.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história de um advogado de sucesso, ligado a uma mega banca de advocacia de Washington e sua radical mudança de vida, depois de ser mantido, junto com outros companheiros de trabalho, como refém, por um sem-teto.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Eu aceitei isso muito bem. Afinal de contas, eu estava muito perto da santidade. Enquanto isso, minha mulher visitava uma advogada especialista em divórcio, a advogada com fama de ser uma impiedosa massacradora de testículos. Claire me esperava quando cheguei em casa as seis horas, bastante cedo para meus hábitos. A mesa da cozinha estava coberta de papéis com anotações e impressos de computador, com uma calculadora ao lado. Claire estava fria e bem preparada. Dessa vez eu caí na armadilha. - Minha sugestão é um divórcio por diferenças irreconciliáveis - ela começou, agradavelmente. - Nós não brigamos. Não apontamos o dedo um para o outro. Admitimos o que até agora não pudemos dizer - o casamento acabou. Ela parou esperando minha resposta. Eu não podia fingir surpresa. Claire estava resolvida, de que adiantaria uma objeção? Eu tinha de me mostrar tão frio quanto ela. - Claro - eu disse, tentando parecer o mais despreocupado possível! Havia um certo alívio em poder finalmente ser sincero. Mas me aborrecia o fato de ela querer o divórcio mais do que eu queria. Para continuar por cima ela falou então da sua visita a Jacqueline Rume, sua nova advogada do processo de divórcio, citando o nome como se fosse uma granada, depois repetindo as opiniões da sua porta-voz. - Por que contratou uma advogada? - perguntei, interrompendo. - Eu queria ter certeza de estar protegida. - E pensa que quero tirar alguma vantagem? - Você é advogado. Eu quero um advogado, só isso. - Podia ter economizado muito dinheiro - eu disse, tentando provocar uma discussão. Afinal era um divórcio. - Mas sinto-me muito melhor tendo uma advogada. Ela me entregou a Evidencia A, a contabilidade de todos os nossos ativos e passivos. A Evidencia B era uma proposta para a divisão de tudo contido em A Não me surpreendeu o fato de ela querer a maior parte. Tínhamos doze mil dólares em dinheiro e ela queria a metade para pagar ao banco o empréstimo do seu carro. Eu ficaria com dois mil e quinhentos do que restasse. Não mencionou o pagamento dos dezesseis mil que eu devia do Lexus. Ela queria quarenta mil dos cinqüenta e um mil dólares dos fundos mútuos. Eu ficaria Com meu 401K. - Não é bem uma divisão igualitária - eu disse. - Não vai ser igualitária - ela disse, com a confiança de quem acaba de contratar um pit-bull. - Por que não? - Porque eu não estou passando pela crise da meia-idade; - Então a culpa é minha? - Não estamos determinando nenhum culpado. Estamos dividindo nossos bens. Por motivos que só dizem respeito a você, você resolveu ganhar menos noventa mil dólares por ano. Por que devo sofrer as conseqüências? Minha advogada está certa de que pode convencer um juiz de que seus atos nos prejudicaram financeiramente. Se você quer ser louco, tudo bem. Mas não espere que eu passe fome. - Pouca probabilidade de isso acontecer. - Eu não quero discutir. - Eu também não ia querer se estivesse ficando com tudo. - Senti que precisava criar algum problema. Não podíamos gritar nem atirar coisas. Certamente não vamos chorar. Não podíamos fazer acusações desagradáveis sobre infidelidades ou uso de drogas. Que tipo de divórcio era aquele? Um divórcio muito estéril. Ela me ignorou e continuou a ler a lista, sem dúvida preparada por sua porta-voz. - O contrato do apartamento termina em 30 de junho e eu vou ficar aqui até então. Isso significa dez mil de aluguel. - Quando você quer que eu saia? - Logo que você quiser. - Ótimo. - Se ela me queria fora do apartamento, eu não ia pedir para ficar. Era um jogo de superioridade. Qual lado da mesa podia mostrar maior desdém?


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Fernanda, advogada, me presenteou este livro.


 

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