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Memórias de Um Sargento de Milícias

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Memórias de Um Sargento de Milícias

Livro Ótimo - 1 comentário

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Autor: Manuel Antônio de Almeida  

Editora: FTD Editora

Assunto: Romance

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 184

Ano de edição: 1993

Peso: 250 g

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Ótimo
Francisco Matheus Marinho Silva
10/04/2020 às 18:35
Ipubi - PE
Ótima leitura, com características históricas de sua época desempenha um ótimo papel social.


Francisco Matheus Marinho Silva
10/04/2020 às 00:05
Ipubi - PE
Resumo Por ser originariamente um folhetim, publicado semanalmente, o enredo necessitava prender a atenção do leitor, com capítulos curtos e até certo ponto independentes, em geral contendo um episódio completo. A trama, por isso, é complexa, formada de histórias que se sucedem e nem sempre se relacionam por causa e efeito. “Filho de uma pisadela e de um beliscão” (referência à maneira como seus pais flertaram, ao se conhecer no navio que os conduz de Portugal ao Brasil), o pequeno Leonardo é uma criança intratável, que parece prever as dificuldades que irá enfrentar. E não são poucas: abandonado pela mãe, que foge para Portugal com um capitão de navio, é igualmente abandonado pelo pai, mas encontra no padrinho seu protetor. Esse é dono de uma barbearia e tem guardada boa soma em dinheiro. Enquanto o pequeno Leonardo apronta as suas diabruras pela vizinhança, seu pai, Leonardo Pataca, se envolve amorosamente com a Cigana, mas essa o abandona logo. Ele, então, recorre à feitiçaria (proibida naquela época) para tentar trazê-la de volta. Porém, no auge da cerimônia o major Vidigal e seus homens invadem a casa do feiticeiro, asoitam os praticantes e levam Leonardo Pataca preso. Ele pede socorro à Comadre, que pede ajuda a um Tenente-Coronel que se considerava em dívida com a família de Pataca, e ele logo é solto.

Francisco Matheus Marinho Silva
10/04/2020 às 00:05
Ipubi - PE
Enquanto a comadre dispunha seu plano de ataque contra José Manuel, Leonardo ardia em ciúmes, em raiva, e nada havia que o consolasse em seu desespero, nem mesmo as promessas de bom resultado que lhe faziam o padrinho e a madrinha. O pobre rapaz via sempre diante de si a detestável figura de seu rival a desconcertar-lhe todos os planos, a desvanecer-lhe todas as esperanças. Nas horas de sossego entregava-se às vezes à construção imaginária de magníficos castelos, castelos de nuvens, é verdade, porém que lhe pareciam por instantes os mais sólidos do mundo; de repente surdia-lhe de um canto o terrível José Manuel com as bochechas inchadas; e soprando sobre a construção, a arrasava num volver d'olhos."

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Francisco Matheus Marinho Silva
10/04/2020 às 00:05
Ipubi - PE
Curiosidade sobre o assunto abordado, por ser um romance não típico da época em que foi escrita a história, onde marca a corrupção e os modos não tão burgueses das personagens como um março histórico da literatura.

 

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