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Chão dos Lobos

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Chão dos Lobos

Livro Bom - 1 comentário

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Autor: Dalcídio Jurandir

Editora: Record

Assunto: Romance

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 291

Ano de edição: 1976

Peso: 305 g

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Bom
Marcio Mafra
18/10/2004 às 17:25
Brasília - DF

O Dalcidio era um escritor muito bom e importante, da Ilha do Marajó. Foi um militante comunista e como tal perseguido por Getúlio Vargas. Em 37 exilou-se e viveu por algum tempo em Moscou. Foi muito premiado, inclusive pela Academia Brasileira de Letras. Em Belém ele é endeusado. Este livro é bom, mas está longe de ser muito bom. Tem regionalismo demais, feitiço demais, boi-bumbá demais, ainda que tenha uma ótima arquitetura e utilize as técnicas narrativas de romance, distanciada do naturalismo, que tanto chateia nas narrações dos escritores do norte. A descoberta que Alfredo faz do encanto da paixão e do amor, em sua passagem por Belém, cidade mágica e injusta, é a parte mais marcante do livro.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história de Alfredo começa na cidade de Belém, Amazonas, onde descobre o amor, a tristeza e a solidão e depois, foge a bordo do navio do Loide....

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Até se assusta com o caderno nas mãos e os olhos dela, um instante olhar puxando o rapaz de lá de dentro. Assinou? Indagou ele, à toa, à toa, sem fita-la, aqui com o nome dela no caderno. A porta do corredor, suspensa, é D. Nivalda, ralhando sem motivo com os alunos, rouca. Roberta se voltou sorrindo: Fez a fatia parida, professora? Esperando que a senhora me ensine a fazer, sim? Demoninha! Já os olhos na aritmética, por baixo olhando o rapaz que não soube o que fazer dos ditados. Ou lia naquele ultimo caderno as cifras de Roberta? Ela a cada instante mais moça, desabrochando-se sobre o rapaz, este de rosto no ar, na tarde lá fora, tarde que só é Roberta. Por que o chamou? Foi por vê-lo, aquela tarde, e outra, e na manhã de domingo, ou por ouvir... Quis lhe falar na praça, não lhe falou, correu para casa, a doer-lhe a cabeça, rezou os sete terços. Depois aquele encontro, a embaraço dele, e ela no empenho de vê-lo na escola.


  • Após 33 anos, reeditada renomada obra do escritor paraense Dalcídio Jurandir sobre os movimentos trabalhistas gaúcho

    Autor: Gabriel Landi Fazzio

    Veículo: E Mail para Livronautas remetido por Gabriel Landi Fazzio glfazzio@gmail.com

    Fonte: Gabriel Landi Fazzio

    Após 33 anos, reeditada renomada obra do escritor paraense Dalcídio Jurandir sobre os movimentos trabalhistas gaúchos Gabriel Landi Fazzio 28 de fev. de 2020 21:07 (há 16 horas) "'Linha do Parque', único romance proletário, digno desse nome, aparecido neste país de engajamentos lítero-discursivos." - Homero Homem, escritor. Após 33 anos, a obra Linha do Parque, do grande romancista paraense Dalcídio Jurandir (1909 - 1979), ganhará sua segunda reedição. Publicada em 1959 por encomenda do Comitê Central do Partido Comunista Brasileiro (PCB), no qual militava o escritor, o romance narra as lutas dos operários na cidade de Rio Grande, no Rio Grande do Sul, no decorrer da primeira metade do século XX. Foi traduzida para o russo e publicada na União Soviética em 1962, contando com um texto de apresentação escrito por Jorge Amado. Mais tarde, em 1972, o próprio Jorge Amado, camarada seu de partido e de literatura, discursaria a respeito do colega paraense: "Com o maior prazer saúdo o romancista Dalcídio Jurandir, hoje aqui presente nesta Academia Brasileira de Letras para receber o Prêmio Machado de Assis, atribuído ao conjunto de sua obra; trata-se das mais importantes de nossa ficção em qualquer tempo. Romancista que não se parece com nenhum outro dos grandes ficcionistas brasileiros, marcado por um perfeito equilíbrio de linguagem de extremo bom gosto. Trabalhando o barro do princípio do mundo, do grande rio, a floresta e o povo das barrancas, dos povoados das ilhas, da ilha de Marajó, ele o faz com a dignidade de um verdadeiro escritor, pleno de sutileza e de ternura na análise e no levantamento da humanidade paraense, amazônica, da criança e dos adultos, da vida por vezes quase tímida ante o mundo extraordinário onde ela se afirma." Correspondente jornalístico desde 1950 no Rio Grande do Sul, o autor teve em "Linha do Parque" um livro singular, o único não pertencente ao seu chamado "Ciclo Extremo-Norte". Escrito sob a inspiração do realismo socialista, não é apenas um registro histórico-literário do movimento operário na cidade de Rio Grande (RS), mas uma arma de propaganda revolucionária, dando destaque a toda uma série de questões como a opressão das mulheres nas fábricas e na família, os dilemas táticos e organizativos da classe trabalhadora em luta etc. Como afirmava Antônio Olinto, quinto ocupante da cadeira 8 da Academia Brasileira de Letras: "Quando morreu, em 1979, perdeu a literatura brasileira um de seus maiores romancistas de qualquer tempo. Pois isso foi, com toda a certeza, Dalcídio Jurandir. [...] A técnica da narrativa de Dalcídio Jurandir se revela, na parte do romance que vai até às vésperas da revolução de 1930, de extraordinária objetividade. O estabelecimento da organização anarquista possui um sabor de coisa bem contada que põe, de súbito, esse trecho do livro num dos pontos mais alto que o nosso romance tem atingido. [...] "Linha do parque" é a mais séria tentativa já feita no Brasil de ser colocado em romance um movimento exclusivamente revolucionário. Com esse livro firmou Dalcídio Jurandir sua posição ímpar na literatura brasileira." Uma edição única, em livro físico e e-book, de um clássico da literatura revolucionária brasileira, que é objeto de estudo dentro e fora do Brasil. https://www.catarse.me/livro_linha_do_parque_dalcidio_jurandir_aff9
Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Ganhei este livro numa promoção do shopping Conjunto Nacional.


 

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