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Um Chapeu Para Viagem

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Um Chapeu Para Viagem

Livro Excelente - 2 comentários

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Autor: Zelia Gattai

Editora: Record

Assunto: Memórias

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 251

Ano de edição: 1983

Peso: 300 g

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Excelente
Elias Marinho
19/08/2014 às 20:46
Santa Maria - DF
Nunca escondi minha admiração e prazer em ler Zelia Gattai. Ela possui um estilo extremamente agradável e doce em escrever, conseguindo transformar uma biografia que poderia ser chata e monótona em uma historia gostosa de ser lida e descoberta. Confesso que sempre tive muita curiosidade em descobrir como foi o encontro dela e do Jorge e a construção deste amor que para mim é um dos melhores exemplos de historias de amor que conheci, e ela satisfez esta minha curiosidade com maestria, como não poderia deixar de ser, o encontro dos dois se deu de maneira simples e direta.
O livro é muito fácil de ser lido, muito bem construído, não deixando a historia ser cansativa, sem deixar de mencionar que é uma ótima maneira de perceber as transformações vividas pelo País durante o regime militar, tudo isto sob a ótica de uma anarquista/comunista. Gostei demais ao ponto de querer obviamente dar continuidade a leitura do livro seguinte que é Jardim de Inverno que merecerá outro comentário.

Excelente
Marcio Mafra
23/12/2003 às 12:32
Brasília - DF


Sem nenhum favor, Um Chapéu Para Viagem, é um denso e muito bom livro da autora de Anarquistas Graças a Deus. Num baianês muito menos chato que o de Jorge Amado, Zélia - agora imortal da Academia - conta, com muita graça, a história do início (ou quase) de sua vida, na ocasião em que o marido foi eleito Deputado Federal. Leitura leve e boa. Mais parece conto.



Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Memórias de Zelia Gattai que acompanhou Jorge Amado, não só da Bahia para São Paulo, como também em muitas outras viagens.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Na convivência diária e constante com as aves, acabei por conhecê-las intimamente. Sabia como apartar uma briga, descobrir rivalidades, evitar pugilatos. Estava a par dos caprichos de Margot, a galinha de raça Sussex; da indiferença das leghorns pelas galinhas de outras raças (a leghorn era boa na postura, um ovo por dia, sem falhar); sabia da vaidade e da coqueteria das faverolles (galinhas louras de pernas curtas), a exibirem-se diante dos galos ... Curava as aves quando doentes, empregando métodos antigos aprendidos com minha mãe. Obtinha ótimos resultados nos tratamentos que fazia à base de óleo de oliva misturado com algumas gotas de suco de limão e tintura de iodo, santo remédio para o gogo; algumas gotas de óleo de rícino, tiro e queda para ma digestão; dedo mindinho besuntado de óleo ajudava a endireitar um ovo atravessado de mau jeito, de difícil - as vezes impossível - délivrance, encaminhando-o para os canais competentes. Ainda o óleo de oliva com iodo, puro e simples, curava disenteria. Vez por outra, apareciam casos estranhos como o de Violeta, galinha rara. Possuíamos um casal desse raça, cujo nome nunca consegui saber: Negro Fagundes e Violeta. Aves de pequeno porte, plumagem branca e rala deixando à mostra a carne roxa, quase preta.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Não sei quando, mas assim que apareceu nas livrarias, comprei este livro porque havia gostado muito da narrativa da autora, no seu Anarquistas Graças a Deus.


 

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