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A Invasão do Mar

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A Invasão do Mar

Livro Bom - 1 opinião

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Autor: Julio Verne

Editora: Hemus

Assunto: Romance

Traduzido por: Atilio Cancian

Páginas: 178

Ano de edição: 1978

Peso: 170 g

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Bom
Marcio Mafra
30/10/2004 às 19:51
Brasília - DF

Júlio Verne, que viveu no século 19, foi um dos autores mais populares de sua geração porque levou os leitores para lugares nunca dantes navegados. Seus maiores sucessos são as fantásticas histórias da Viagem ao Centro da Terra e Vinte Mil Léguas Submarinas, que viraram filmes de reconhecido sucesso mundial. Invasão do Mar, porém, é uma história que se desenvolve à maneira dos romances de aventuras, com perigos e atos heróicos de seus personagens, mas nada muito emocionante, nem muito encantador. É um dos livros mais desconhecidos do Verne. A tradução também não ajuda em nada.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

História de franceses que elaboraram um projeto de engenharia para fazer a comunicação com o mar Mediterrâneo, que atravesse a Tunísia e entre pela Argélia, através de canais. O projeto gera desentendimentos entre navegadores, negociantes e marinheiros, porque eles se sentem ameaçados nos seus negócios, empregos e estilos de vida.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Uma excursão de doze horas.
As sete da manhã o tenente Villette e os seus homens deixaram o acampamento. O dia se prenunciava quente e fumacento; pairava a ameaça de um daqueles violentos tufões que freqüentemente emborcam sobre as planícies do Gerid. Mas não havia tempo a perder e de Schaller com justa razão não via a hora de reencontrar Pointar e os seus homens. Naturalmente, o marechal cavalgava Va-d' L'avant e este era acompanhado por Coupe-à-Coeur.

Enquanto se aguardava 0 retorno do tenente Villette, o engenheiro e o capitão prepararam o campo, ajudados pelo brigadeiro Pistache, pelo Sr. François, pelos quatro spahis que não faziam parte da escolta do tenente Villette e pelos guias das viaturas. Os pastos do oasis eram ricos em ervas e banhados por um c6rrego que desaguava no chott.

A excursão do tenente Villette não devia durar mais de doze horas. Efetivamente, a distância entre o quilometro 347 e Gizeb não era mais de vinte quilômetros e, sem apressar muito os cavalos, podia ser percorrida na parte da manhã; depois disto, uma parada de algumas horas e durante a tarde 0 pequeno grupo poderia regressar com o chefe do canteiro, Pointar.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Este livro não tem uma historia especial.


 

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