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A Mistificação das Massas pela Propaganda Política

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A Mistificação das Massas pela Propaganda Política

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Autor: Serge Tchakhotine

Editora: Argumento

Assunto: Ciencia Politica

Traduzido por: Miguel Arraes

Páginas: 593

Ano de edição: 2003

Peso: 625 g

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Bom
Marcio Mafra
30/10/2004 às 16:54
Brasília - DF

Nos anos 1950/60  a propaganda se chamava propaganda. Depois, a propaganda comercial ficou sendo publicidade. A outra, de interesse político, se chamou de informação e mais recentemente de marketing ou comunicação social. No início dos anos 40, Tchakhotine qualificou como violação das multidões, a propaganda política utilizada pelos regimes totalitaristas como o estalinista, musoliniano ou hitleriano. Nos dias de hoje, a velha e maléfica propaganda política está a cargo dos Ministérios da Cultura, Secretarias de Comunicação, Secretarias de Governo e seus assemelhados. Este longo livro trata disso. Traduzido pelo comunista de carteirinha, diploma e convicção, Miguel Arraes. Como todo estudo, a leitura é chata e cansativa, além de - por vezes - parecer bastante tendenciosa. Coisa de comunista intelectualizado.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Análise da propaganda nazista, soviética e da guerra fria dos anos 50/60, além dos mecanismos que são utilizados para que as massas obedeçam a vontade política do governante de plantão.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Assim, um dia virá em que se anunciará Aquele que todos nos aguardamos cheios de esperança: centenas de cérebros carregam sua imagem no seu funago, milhões de vozes invocam-no incessantemente, toda a alma alemã o procura. De onde vira? Ninguém sabe. Talvez de um palácio de princípios, talvez de uma cabana de operário. Mas cada um sabe: e ele, o Fuhrer, cada um o aclamará, cada um lhe obedecerá. E por que? Porque um poder extraordinário emana de sua pessoa; é o diretor das almas. Daí porque seu nome sera o Marechal Psicólogo. Ele chamará o povo às armas - ou talvez deixará de destruir os canhões e os navios; ordenará "trabalhai, trabalhai" e sempre "trabalhai" - ou desejará talvez a greve de todos contra todos; convidará a desfrutar a vida - ou imporá a todos sacrifícios e privações; será um profeta de Deus - ou talvez demolirá as Igrejas - ninguém sabe. Mas cada um sente: o que virá marchará entre princípios ... Um bruto mas, ao mesmo tempo, um bom ... Que despreza o prazer, mas que se alegra com o belo ... O melhor de seu ser e sua palavra (sic); ela tem um som cheio e puro, como um sino, e chegará ao coração de cada um. Freqüentemente, ele lança as cartas como um jogador e os homens dizem então que é um político autêntico. Mas somente ele sabe que são as almas humanas, nas quais toca como nas cordas de um piano. A profecia, a luz do que vivemos em seguida, na realidade, era verdadeiramente surpreendente.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

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