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Contos e Novelas de Lingua Estrangeira 1º Tomo

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Contos e Novelas de Lingua Estrangeira 1º Tomo

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Não Consta Autor

Editora: Edigraf

Assunto: Coletânea

Traduzido por: Não Consta Tradutor

Páginas: 230

Ano de edição: 1958

Peso: 655 g

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Ruim
Marcio Mafra
16/10/2004 às 22:05
Brasília - DF

Coletânea de contos - curtos e nem tanto - cujos autores foram escolhidos, alhures, pelo editor. Claro está que neste caso não foi pago um mísero centavo pelo direito autoral. Não vale nada, serve apenas para encher prateleira, até porque a coletânea foi elaborada sem nenhum critério técnico, literário, de estilo e muito menos do tempo ou circunstancia em que foram editados os contos.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Contos e novelas de autores não brasileiros: Virginia Woolf, Klabund, Arnold Ulitz, Selma Lagerlof, Bruno Frank, entre outros.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

O Menino de Belém. Selma Lagerlof.
Em Belém, diante da porta da cidade, encontrava-se de sentinela um soldado romano. Estava revestido de armadura e elmo, com uma espada curta ao lado, e uma lança de mão. Mantinha-se tão ereto, e imóvel que poder-se-ia pensar fôsse um homem de ferro. Os cidadãos entravam e saíam pela porta, os mendigos sentavam-se à sombra do arco, vendedores de fruta e vinho colocavam. Os cestos e vasilhas junto à sentinela, a qual nem sequer se incomodava em volver a cabeça para olhá-los.
- Que me importam vocês - parecia querer dizer
Que me importam a mim os que trabalham. E comerciam. Com talhas de azeite e odres de vinho? Interessa-me ver um exército em ordem de batalha lançar-se contra o inimigo. Interessa-me contemplar a multidão e a luta feroz quando um regimento de cavalaria lança-se sôbre uma legião .de infantaria. Que possa, eu ver os valentes colocarem as escadas contra os muros da cidade sitiada! Somente a guerra pode alegrar os meus olhos. Meu único desejo é ver brilhar no alto as águias de Roma. Meu único desejo é o som das trombetas, de cobre, as armas resplandecentes, e o vermelho do sangue.
Ao lado da porta da cidade havia um prado todo coberto de açucenas Todos os ,dias o olhar da sentinela se fixava naquele jardim sem nunca passar por sua imaginação a idéia de admirar a incomparável beleza das flôres. Observava às vêzes que os transeuntes paravam para gozar o belo aspecto das flôres e admirava-se então que houvesse pessoas que interrompessem o passeio para contemplar uma coisa tão efêmera.
- Esta gente não sabe o que é belo - dizia de si para consigo.
E enquanto assim meditava não via ante os olhos os verdejantes campos e os montes coalhados de oliveiras que se estendiam à volta de Belém, mas sentia-se como transportado a um deserto ardente, lá no ensolarado Líbano. Na imaginação, via avançar uma legião de soldados numa longa linha reta, pela planície, no branco deserto.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Um caso explícito de "conto do livro", semelhante ao conto do "vigário", do "paco" e do "bilhete premiado", urdido para tomar dinheiro de leitores trouxas, como eu.
No início dos anos 60, espertos editores aproveitavam suas ótimas estruturas de venda porta-à-porta, para entupir incautos leitores, com quilos e mais quilos de livros. Para forçar a venda de um "autor bom" como Victor Hugo, Jorge Amado, Machado de Assis, Rousseau, Tolstói, Eça de Queiroz ou Shopenhauer, por um preço altíssimo, pagável em 10 ou 12 módicas parcelas mensais, se oferecia ao leitor comprador "inteiramente grátis" um "valioso brinde”, "ricamente encadernado", ou seja, uma antologia de qualquer coisa: poesia, discursos, galinhas, sapos, sexo dos anjos. Bestagem pura.


 

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