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Poetas Brasileiros

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Poetas Brasileiros

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Não Consta Autor

Editora: Edigraf

Assunto: Poesia

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 277

Ano de edição: 1958

Peso: 755 g

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Ruim
Marcio Mafra
16/10/2004 às 21:37
Brasília - DF

Trata-se de uma coletânea de antigos poetas brasileiros, cujos versos foram escolhidos, alhures, pelo editor. Claro está que neste caso não foi pago um mísero centavo pelo direito autoral. Não vale nada, serve apenas para encher prateleira, até porque a coletânea foi elaborada sem nenhum critério técnico, literário, de estilo e muito menos do tempo em que foi criado o poema.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Poemas escolhidos de: Gregório de Matos, Tomas Antônio Gonzaga, Cláudio Manuel da Costa, Alvarenga Peixoto, Basílio da Gama, Santa Rita Durão, Gonçalves de Magalhães, Gonçalves Dias, Jonqueira Freira, Castro Alves, Raimundo Correia, Olavo Bilac, Coelho Neto, Cruz e Souza entre outros menos votados.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Velho Tema - Vicente Carvalho. Só a leve esperança, em tôda a vida, Disfarça a pena de viver, mais nada; Nem é mais a existência, resumida, Que uma grande esperança malograda. O eterno sonho da alma desterrada, Sonho que a traz ansiosa e embevecida, E' uma hora feliz, sempre adiada E que não chega nunca em tôda a vida. Essa felicidade que supomos, Árvore milagrosa que sonhamos Tôda arreada de dourados pomos, Existe, sim: mas nós não a alcançamos Porque está sempre apenas onde a pomos E nunca a pomos onde nós estamos.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Um caso explícito de "conto do livro", semelhante ao conto do "vigário", do "paco" e do "bilhete premiado", urdido para tomar dinheiro de leitores trouxas, como eu. No início dos anos 60, espertos editores aproveitavam suas ótimas estruturas de venda porta-à-porta, para entupir incautos leitores, com quilos e mais quilos de livros. Para forçar a venda de um "autor bom" como Victor Hugo, Jorge Amado, Machado de Assis, Rousseau, Tolstói, Eça de Queiroz ou Shopenhauer, por um preço altíssimo, pagável em 10 ou 12 módicas parcelas mensais, se oferecia ao leitor comprador "inteiramente grátis" um "valioso brinde”, "ricamente encadernado", ou seja, uma antologia de qualquer coisa: poesia, discursos, galinhas, sapos, sexo dos anjos. Bestagem pura.


 

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