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Crítica da Razão Pura

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Crítica da Razão Pura

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Autor: Emmanuel Kant

Editora: Edigraf

Assunto: Filosofia

Traduzido por: J. Rodrigues de Mereje

Páginas: 238

Ano de edição: 1960

Peso: 465 g

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Marcio Mafra
02/10/2004 às 12:29
Brasília - DF

Critica da Razão Pura, é tão - ou mais - complexo quanto a Critica da Razão Prática. Razão Pura é a vereda trilhada por Kant sobre diversas teses, como a da retidão imutável e estática do pensamento humano. Na proposição sobre o Universo, quando o autor examina até a exaustão o fato do mundo sideral ter tido, ou não, um começo no tempo, e se é ou não limitado no espaço, resta que o assunto não foi claramente conclusivo. Na demonstração de que os conhecimentos racionais do homem são voltadas ao fracasso, fica evidente o ranço e a influência da religiosidade puritana e pobre do protestantismo luterano praticado pelos pais de Emmanuel Kant. A teoria do cosmo, a partir de uma massa de gás e poeira, não foi endossada pelos astrônomos, que a reformularam. Foi mais tarde Assim é Kant, difícil de ler e compreender, mas encantador em sua filosofia proclamada há quase 400 anos.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Tese sobre o Universo ter tido, ou não, um começo no tempo, e se é ou não limitado no espaço sideral, seguida da demonstração onde os conhecimentos racionais do homem são voltadas ao fracasso e, finalmente, porque a razão humana é impotente para conhecer o fundo das coisas.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Quando (formulando outro exemplo) observo a congelação da água, conheço dois estados (liquido e sólido) que estão como tais, respectivamente, em uma relação temporal). Mas no tempo que eu, como intuição interna, coloco por fundamento ao fenómeno, me represento necessàriamente a unidade sintética da diversidade, e sem a qual esta relação não poderá ser dada determinadamente em uma intuição (com respeito à sucessão). Esta unidade sintética (como condição "a priori" sob a qual reuno o diverso de uma intuição em geral, e faço abstração da forma constante de minha intuição interna, do tempo) é a categoria de causa, mediante a qual determino, aplicando-a à sensibilidade, tudo o que sucede conforme sua relação em geral com o tempo. Portanto, a apreensão em tal acontecimento, por conseguinte, o acontecimento mesmo, acham-se relativamente à possível percepção, sujeitos ao conceito da relação de causa e efeito. E o mesmo nos outras casos. As categorias são conceitos que prescrevem "'a priori", leis aos fenómenos, por conseguinte à natureza, considerada como conjunto de todos os fenómenos (natura materialiter spectata). Agora se trata de saber como não sendo essas categorias derivadas da natureza e não se regulando como se fôssem seu modelo (porque de outro modo seriam simplesmente empíricas), pode compreender-se que a natureza seja quem rege por elas, quer dizer: como podem determinar "a priori" a união' da diversidade da natureza sem torná-la da própria natureza? Eis aqui a solução dêste enigma. Existe semelhança entre a conformidade das leis dos fenómenos na natureza com o entendimento e com sua forma "a priori" (quer dizer, com sua faculdade de unir a diversidade em geral) e a que as fenómenos mesmos têm, com a forma "a priori" da intuição sensível. Assim como as leis existem relativamente no indivíduo (de quem dependem os fenómenos), enquanto tem entendimento, os fenómenos não são coisas em si, existem só no mesmo sujeito, enquanto possui sentidos. As coisas em si estariam também necessariamente sujeitas às leis ainda que não houvesse um entendimento que as conhecera. Mas os fenómenos são unicamente representações de coisas que são desconhecidas no que em si podem ser. Como simples representações, não estão sujeitas a nenhuma outra lei de união que a prescrita pela faculdade de unir. A imaginação é a faculdade que enlaça os elementos diversos da intuição sensível, que depende de entendimento pela unidade de sua síntese intelectual, e da sensibilidade pela diversidade da apreensão. Mas como tôda percepção possível depende da síntese da apreensão, e, esta síntese empírica da síntese transcendental, e por conseguinte, das categorias, tôdas as percepções são possíveis. E também tudo o que pode chegar à consciência empírica, quer dizer, todos os fenómenos da natureza se acham, quanto a sua união sujeitos às categorias das quais depende a natureza (simplesmente considerada como natureza em geral) como da razão primitiva de sua legitimidade necessária (como "natura formaliter spectata"). Mas a faculdade do entendimento puro não pode prescrever "a priori" outras leis aos fenómenos por simples categorias que servem de fundamento a uma natureza em geral, como legitimidade dos fenómenos em tempo e espaço. Referindo-se empiricamente a fenómenos determinados, não podem as leis particulares proceder somente das categorias do entendimento, não obstante que tôdas se acham submetidas a estas. É, pois, necessário que a experiência intervenha para conhecer estas últimas Leis; mas só as primeiras nos dão "a priori" ensinamentos da experiência em geral e do que pode ser conhecido como objeto da mesma.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Nos anos 60, para adquirir bons livros, recorria-se aos "vendedores de livros" domiciliares, que infestavam os locais de trabalho, como hoje fazem os vendedores de consórcios, telefones, planos de investimentos, planos de saúde e planos de aposentadoria. Na verdade mudam os produtos e permanecem os vendedores. De um deles, adquiri em 61, 62 ou 63 os livros - que ainda possuo - de Jorge Amado, Machado de Assis, Rui Barbosa, Padre Antônio Vieira e Rousseau, Dante, Emerson, Kant, Shopenhauer e Marx. Era o conhecimento adquirido em módicas prestações mensais, que proporcionava algum verniz cultural ao comprador dos livros.


 

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