carregando

Aguarde por gentileza.
Isso pode levar alguns segundos...

 

ABC de Castro Alves

Para usar as funcionalidades você precisa estar logado(a). Clique aqui para logar
Erro ao processar sua requisição, tente novamente em alguns minutos.
ABC de Castro Alves

Livro Bom - 1 opinião

  • Leram
    1
  • Vão ler
    1
  • Abandonaram
    0
  • Recomendam
    1

Autor: Jorge Amado

Editora: Martins

Assunto: Memórias

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 317

Ano de edição: 1961

Peso: 590 g

Avalie e comente
  • lido
  • lendo
  • re-lendo
  • recomendar

 

Bom
Marcio Mafra
30/09/2004 às 12:51
Brasília - DF

Louvação, mesmo de Castro Alves, mesmo de Jorge Amado é maneira, forma, estilo ou jeito de contar história pobre. Pobre porque não é bibliografia, poesia, romance e nem teatro. É um misto disso, acrescido de literatura de cordel. Embora seja politicamente correto, falar bem da literatura de cordel, louvação é uma chatice total. Pura e simplesmente chata. Mais simples do que pura. O ABC de Castro Alves é a história humana do poeta, relatada em forma de conversação meio lírica, meio afetuosa, tudo meio. Nada inteiro. Antônio Frederico de Castro Alves nasceu em 1847, filho do médico Antônio José Alves. A infância passou em Curralinho, hoje Castro Alves, e depois em Salvador. Seu apelido de criança era Cecéu. Descobriu o amor e a morte com a mãe, Clélia Brasília. A leitura não flui, como acontece nos demais livros do mestre Jorge.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Senta aqui ao meu lado e eu te contarei a louvação do poeta Castro Alves....Lampião teve o seu ABC....o ABC de Rosa Palmeirão.....Besouro também teve um ABC. Este é o ABC de Castro Alves....

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Ele aprendera, amiga, nos dias de infância na Bahia, essa verdade: que a praça é do povo, é o seu campo de batalha. Que nos meetings, nas manifestações, protestos e comícios, o povo se une e se levanta. Que aí começa a sua caminhada. Nada mais belo que a praça onde formiga a multidão, agitada e inconformada. Da praça partem as idéias e partem os homens também. Castro Alves juntou à sua personalidade de artista revolucionário a sua condição de homem rebelde. Se os versos eram uma arma do povo, deviam ser ditos ao povo. E mais que isso, deviam muitas vezes nascer no meio do povo, da imediata agitação da massa. O poeta, amiga, não cantou apenas os sentimentos populares, não ficou lançando o seu brado de longe. Veio para a praça muitas vezes, muitas vezes veio se colocar no meio e na frente da multidão. Falava no seu sangue o sangue dos seus ascendentes: o major Silva Castro na frente dos batalhões da Independência, Pórcia fugindo com seu amante num magnífico exemplo de coragem, o alferes João José Alves, meetingueiro popular, de punhal na mão, a chefiar a turba. Por isso no Recife de quando em vez encontramos Castro Alves, nas lides da liberdade ou nas lides do amor, chefiando partidos, cantando de improviso rebeldes cantos para a massa que se levantava. Improvisou muitas vezes, fosse em defesa da sua dama, ou fosse em defesa do seu povo. E tão fundo calavam esses versos no coração dos homens que o ouviam, que a maior parte deles chegou até nós guardada pelos que o assistiram dizer.


Nenhuma informação foi cadastrada até o momento.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Em 1961, aos 17 anos eu trabalhava no Banco Industria e Comercio de Santa Catarina, Banco Inco, na agência da Avenida W-3 Sul, Quadra 507, Bloco B. Naquela ocasião as editoras, mantinham serviço de venda domiciliar, através de "vendedores de livros". Eram profissionais bem treinados e insistentes. De um deles, comprei as obras de Eça de Queiroz, Pe. Antônio Vieira, Jorge Amado, Machado de Assis, entre outros. De Jorge Amado eram os seguintes livros: 1) O País do Carnaval - Cacau - Suor 2) Jubiabá 3) Mar Morto 4) Capitães da Areia 5) ABC de Castro Alves 6) Terras do Sem Fim 7) São Jorge dos Ilhéus 8) Bahia de Todos os Santos 9) O Amor do Soldado 10) Seara Vermelha 11) Os Subterrâneos da Liberdade, em 3 volumes 12) Gabriela, Cravo e Canela e 13) Os velhos Marinheiros. Decorridos 43 anos, apenas três deles desapareceram: Capitães da Areia, Bahia de Todos os Santos e Ásperos Tempos. Foram devidamente substituídos, mercê dos bons preços e serviços dos sebos abrigados no site estantevirtual.com.br.


 

Receber nossos informativos

Siga-nos:

Baixe nosso aplicativo

Livronautas
Copyright © 2011-2018
Todos os direitos reservados.