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Tudo é Possivel Na Eternidade

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Tudo é Possivel Na Eternidade

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Vivaldo Martins Simões

Editora: Não Consta Editora

Assunto: Psicologia

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 148

Ano de edição: 1967

Peso: 365 g

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Ruim
Marcio Mafra
26/09/2004 às 23:13
Brasília - DF

Um vôo do terrestre para o infinito sideral, apontando as possibilidades infinitas da mente e da sua integração na eternidade cósmica é frase grandiloqüente, de significado duvidoso, mas pretende estimular descobertas de novos rumos para o bem viver espiritual. Muita galinha pra pouco ovo. O livro é maçante para leitores não iniciados nas coisas do espírito, seja lá o que isso queira dizer.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Um vôo do terrestre para o infinito sideral, apontando possibilidades infinitas da mente e sua integração na eternidade cósmica.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Há espôsas que infemizam a vida de seus maridos, como também, reconhecer devemos que há maridos que martirizam tôda a existência de suas companheiras. Não faz muito tempo que um casal veio ao meu consultório ele, de nível universitário e ela, apesar de só possuir o curso primário, era todavia, uma senhora de grande inteligência, de olhar sereno e quando falava deixava a impressão de que estava muito segura do que pensava a respeito da vida e seus problemas. Seu companheiro, homem de belíssima cultura geral aliada a uma simpatia contagiante, deixava também a impressão de que era um cavalheiro de fino trato e de fácil adaptação a qualquer ambiente, sem contudo se deixar impregnar pelo meio. O problema era que não estavam mais se entendendo. Ela de temperamento melancólico, não possuía a alegria e a viveza própria do temperamento de seu marido que era de temperamento sanguíneo. Esta senhora, dava a justa imagem de sua alma triste e de que pouco sorria. Desenvolvia discreto interêsse por tudo que se passava em seu derredor. De andar calmo e movimentos lentos, embora seguros e definidos, deixava entrever um coração sempre magoado, como a guardar uma decepção qualquer. Mesmo assim, é ótima criatura para se conviver com ela e cultivar amizade. Seu espôso de temperamento sanguíneo é por natureza fortemente emotivo. Falta-lhe a continuidade e precisa sempre de um leal amigo que o mantenha em constante calor afetivo. Ligeiramente «vaidoso» gosta de mostrar suas qualidades intelectuais e não poupa tempo em poder de alguma forma, fazer-se notado. É de bom coração e jamais odiará, mesmo um gratuito inimigo. Sabe fazer amigos e uma de suas principais características é uma grande noção do belo e da harmonia. Não suportando injustiças mesmo que esta parta da, pessoa amada, «explode» com violência incrivel e êsse seu estado de espírito perdura por três dias, deixando-o deprimido, porém sem odiar e lentamente se refaz. Quando triste, o que é raro, todo o ambiente também fica triste, porque sente a ausência de Amor (Amor puro e não o carnal) que espera receber da pessoa que ama (no caso o da sua espôsa que só sabe censurar). Não aceita «cenas de ciumes» porque é leal à sua companheira. Para êle é insuportável e muita primitivo tal comportamento, quando em festas sociais, mesma que seja um «bailinho» em casa de amigos. Amavam-se com ternura e respeito e ainda se amam porque isto observei, mas aconteceu que, por ser seu espôso uma criatura que irradia muita simpatia, aliada a uma inteligência viva e rápida, quase sempre está «cercado» por criaturas que o admiram e, como negar a atenção exigida?! Era esse pois, a drama que viviam. Ela muito sensível e retraida, amável, sem contudo permitir aproximação de outras pessoas para seu convivio. Atitude calma e nobre, não encoraja a ninguém a se aproximar para um diálogo próprio entre damas numa «festinha» social. Ele alegre e muito comunicativo. A beleza é a seu «fraco» e por êsse motivo dá a quem não o conhece muito bem, o aspecto de ser «leviano» quando na realidade é simplesmente uma adorável criatura e, não se pode negar que o temperamento dêste senhor seja singular e encantador (mas a espôsa disso não queria saber...). Para êle tudo parece ser uma eterna primavera. Entretanto, o drama não passava de falta de melhor conhecimento psiquico entre ambos. Aconselhei pois, que a êle cabia ser grato à espôsa, saber respeitar seus princípios morais e modo de ver as coisas - evitar muitas visitas - que falasse pouco e tão-somente coisas que pudessem refletir sua grandeza espiritual, porque criaturas como sua espôsa não suportam assuntos banais, palestras frivolas, sem riqueza moral e que evitasse tanto quanto possivel, o «cerco» criado pelo sexo oposto. Que sua companheira sendo de temperamento melancólico necessitava de cuidados especiais e que ela preferiria que êle fôsse menos «exuberante» nas atenções que ainda terá que manifestar seja a quem quer que fôr e muita menos ao belo sexo... Quanta à bela senhora, lembrei que sendo o seu companheiro de temperamento sanguíneo, êle por certo encontraria dificuldades em ser mais comedido em seus arrôbos intelectuais. Que desse ao seu espôso uma real cobertura afetiva, pois, criaturas possuidoras dêsse temperamento são «vaidosas e presunçosas» mas leais à tôda prova; que a melhor arma que deveria usar para neutralizar tudo isto, seria o amor e a compreensão. O homem de temperamento sanguineo é assim mesmo, disse-lhe, como a desejar que ela o aceitasse tal como realmente é. E que, o elogiasse, pois que se assim não fizesse, êle por certo gostaria de ouvir isto de outras criaturas. E, como a palestra estava atingindo o verdadeiro objetivo que era a paz entre os dois, acrescentei: «Deus deu a muitos a temperamento do sanguineo para que a vida, aqui na terra, tivesse as alegres vibrações de risonhas primaveras». Despediram-se felizes, prometendo cada um, fazer uma revisão em seus conteúdos emotivos. É fácil sermos felizes. O difícil é conseguir mantermo-nos assim por tôda a vida, pelo menos aqui na Terra.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF
Vivaldo Martins Simões, médico, militar, da cidade de Osasco, em São Paulo, me procurou, numa ocasião da qual não me lembro a data nem o motivo, por recomendação de meu pai. Recordo que o atendi, na Construtora Conbral, onde trabalhava e lhe prestei um favor, absolutamente insignificante, do tipo prestar algumas informações sobre o Sistema Financeiro da Habitação. Ao sair, o Vivaldo Simões me presenteou este livro, com a mais que descabida dedicatória: " Ao inteligente, dinâmico, honesto e trabalhador dedicado, Márcio Flávio Mafra, com respeito e admiração do autor. Brasília 21/7/70 Dr. Vivaldo Simões." Se considerar que o autor esteve comigo por um tempo inferior a 30 minutos, ele certamente jogava tarô, ou runas, para conseguir traçar minha personalidade com tanta propriedade
 

 

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